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Four Hands
Realmente algumas pessoas podem transformar nossas vidas para sempre.
Produção incrível, elenco e atuações impecáveis, um dos melhores do ano! Four Hands me prendeu do começo ao fim! Amei tanto Bi-oh e Jeong-go... o contraste entre eles, a conexão através da música e a mistura de afeto, culpa, mágoa e saudade tornaram essa história muito especial para mim.
Tive algumas frustrações com o desenvolvimento da história, mas acho que são mais expectativas minhas que não foram atendidas: senti falta de mais dos dois ao final. Eu queria mais tempo deles juntos, mais conversas, mais momentos em que pudéssemos perceber que eles realmente estavam se curando. Além disso, não entendi o relacionamento do Bi-oh com Jae-in. Na verdade, sequer entendi o propósito dela na história. Na juventude, ela parecia um sol que iluminava todos ao redor, mas senti que seu papel posteriormente acabou ficando pouco desenvolvido. Por fim, também me frustrou a mãe ter um final "feliz". Que raiva daquela mulher hahaha
Apesar dessas frustrações, não consigo negar o quanto Four Hands me emocionou. No fundo, acho que essa pouca decepção existe justamente porque eu amei muito esses personagens. Eu queria vê-los felizes. Queria que Bi-oh tivesse conseguido se libertar da culpa. Queria que Jeong-yo tivesse conseguido se recuperar completamente. Mas a "imperfeição é necessária para se fazer arte", então tudo bem, me contento com o que tivemos!
Produção incrível, elenco e atuações impecáveis, um dos melhores do ano! Four Hands me prendeu do começo ao fim! Amei tanto Bi-oh e Jeong-go... o contraste entre eles, a conexão através da música e a mistura de afeto, culpa, mágoa e saudade tornaram essa história muito especial para mim.
Tive algumas frustrações com o desenvolvimento da história, mas acho que são mais expectativas minhas que não foram atendidas: senti falta de mais dos dois ao final. Eu queria mais tempo deles juntos, mais conversas, mais momentos em que pudéssemos perceber que eles realmente estavam se curando. Além disso, não entendi o relacionamento do Bi-oh com Jae-in. Na verdade, sequer entendi o propósito dela na história. Na juventude, ela parecia um sol que iluminava todos ao redor, mas senti que seu papel posteriormente acabou ficando pouco desenvolvido. Por fim, também me frustrou a mãe ter um final "feliz". Que raiva daquela mulher hahaha
Apesar dessas frustrações, não consigo negar o quanto Four Hands me emocionou. No fundo, acho que essa pouca decepção existe justamente porque eu amei muito esses personagens. Eu queria vê-los felizes. Queria que Bi-oh tivesse conseguido se libertar da culpa. Queria que Jeong-yo tivesse conseguido se recuperar completamente. Mas a "imperfeição é necessária para se fazer arte", então tudo bem, me contento com o que tivemos!
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