This review may contain spoilers
Obrigado Jang Uk e Cho Yeong por ter inventado o romance
Pensar na jornada de Jang Uk e Cho Yeong em Alchemy of Souls é uma sensação agridoce. A primeira parte era sobre 2 almas que se encontraram em meio ao caos de suas próprias existências e que conseguiram se conectar criando uma relação forte.
Depois de todo o trauma do último episódio da pt1, nada mais é como antes. Por isso a atmosfera do drama muda completamente, apesar de ter momentos de leveza, a história chega no seu ponto mais sério e dramático.
Embora parte do público não reconheça, Cho Yeong é uma personagem que já foi desumanizada muitas vezes na vida, e que encontrar alguém que seja seu porto seguro, mostrando suas fraquezas, egoísmo, raiva é o que a torna mais humana.
Ela não deixou de ser forte só porque escolheu seguir outro caminho, um caminho que não fosse imposto pela perversidade e pelo trauma. Agora ela está livre para finalmente viver como quiser, sem manipulação.
A doce menina, a assassina, a criada, a lady de família tradicional, a sacerdotisa fazem parte da totalidade da personagem.
Por mais que ache clichê a perda de memória, tem sentido no contexto da história, afinal ao contrário do que o público pensa, a Yeong se culparia do ocorrido (como aconteceu) e não buscaria vingança porque desde da pt1 fica claro que ela era uma pessoa mais depressiva do que aparentava. Inclusive no último episódio da pt1 é a primeira vez que a vimos desistir, porque matar a única pessoa que ela amava foi um golpe doloroso demais. E o detalhe mais crucial é que ela estava consciente nesse momento. Então ela nunca voltaria para o Uk se tivesse com memórias.
A intenção das autoras era de representar um casal que se ama independente da aparência.
Lee Jaewook brilhou na segunda parte, ele é um ator muito expressivo que se entrega de corpo e alma ao personagem.
A situação em que colocaram a Go Youn Jung foi completamente injusta, a maneira que certas pessoas reagiram passou dos limites, ainda bem que ela é talentosa e só está no começo da carreira e mostrou que sustenta uma personagem de carga dramática muito bem.
Aliás se ligassem tanto para atuação como dizem, teríamos críticas ao único ator que destoava do restante do elenco e só não recebeu críticas por atuar como uma porta inexpressiva porque é bonito, Minhyun é um querido porém como ator deixa a desejar.
Assim como na primeira parte tem tramas desnecessárias e arrastadas, mas o maior defeito do drama como um todo é justamente da pt1 que não trouxe qualquer introdução sobre o pássaro de fogo.
Outro ponto negativo foi a insistência do triângulo amoroso que nunca existiu porque o Seo Yul nunca foi uma opção, e só fizeram aquela cena com o verme por pura fanservice que acabou sendo um grande desperdício de tempo de uma trama tinha poucos episódios para desenvolver o que realmente importava.
Ponto positivo é que o romance foi bem explorado e entregou a melhor química entre 2 atores que já tive o prazer de ver, eles combinam tanto.
O tempo ainda vai fazer justiça para o nosso conto de fadas sul coreano e as pessoas vão valorizar esse drama como se deve.
Depois de todo o trauma do último episódio da pt1, nada mais é como antes. Por isso a atmosfera do drama muda completamente, apesar de ter momentos de leveza, a história chega no seu ponto mais sério e dramático.
Embora parte do público não reconheça, Cho Yeong é uma personagem que já foi desumanizada muitas vezes na vida, e que encontrar alguém que seja seu porto seguro, mostrando suas fraquezas, egoísmo, raiva é o que a torna mais humana.
Ela não deixou de ser forte só porque escolheu seguir outro caminho, um caminho que não fosse imposto pela perversidade e pelo trauma. Agora ela está livre para finalmente viver como quiser, sem manipulação.
A doce menina, a assassina, a criada, a lady de família tradicional, a sacerdotisa fazem parte da totalidade da personagem.
Por mais que ache clichê a perda de memória, tem sentido no contexto da história, afinal ao contrário do que o público pensa, a Yeong se culparia do ocorrido (como aconteceu) e não buscaria vingança porque desde da pt1 fica claro que ela era uma pessoa mais depressiva do que aparentava. Inclusive no último episódio da pt1 é a primeira vez que a vimos desistir, porque matar a única pessoa que ela amava foi um golpe doloroso demais. E o detalhe mais crucial é que ela estava consciente nesse momento. Então ela nunca voltaria para o Uk se tivesse com memórias.
A intenção das autoras era de representar um casal que se ama independente da aparência.
Lee Jaewook brilhou na segunda parte, ele é um ator muito expressivo que se entrega de corpo e alma ao personagem.
A situação em que colocaram a Go Youn Jung foi completamente injusta, a maneira que certas pessoas reagiram passou dos limites, ainda bem que ela é talentosa e só está no começo da carreira e mostrou que sustenta uma personagem de carga dramática muito bem.
Aliás se ligassem tanto para atuação como dizem, teríamos críticas ao único ator que destoava do restante do elenco e só não recebeu críticas por atuar como uma porta inexpressiva porque é bonito, Minhyun é um querido porém como ator deixa a desejar.
Assim como na primeira parte tem tramas desnecessárias e arrastadas, mas o maior defeito do drama como um todo é justamente da pt1 que não trouxe qualquer introdução sobre o pássaro de fogo.
Outro ponto negativo foi a insistência do triângulo amoroso que nunca existiu porque o Seo Yul nunca foi uma opção, e só fizeram aquela cena com o verme por pura fanservice que acabou sendo um grande desperdício de tempo de uma trama tinha poucos episódios para desenvolver o que realmente importava.
Ponto positivo é que o romance foi bem explorado e entregou a melhor química entre 2 atores que já tive o prazer de ver, eles combinam tanto.
O tempo ainda vai fazer justiça para o nosso conto de fadas sul coreano e as pessoas vão valorizar esse drama como se deve.
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