This review may contain spoilers
A ausência do brilho e impacto da temporada anterior!
A segunda temporada de Flex X Cop não chega a ser ruim por completo, mas passa longe de sustentar o hype estrondoso da primeira temporada. Não sei se criei altas expectativas — na esperança de viver aquela mesma imersão devoradora de episódios —, mas a sensação clara é de que faltou aquele "temperinho especial" para deixar a história tão instigante quanto antes.
Para começo de conversa, o elefante na sala que dividiu o público foi a ausência da detetive Lee Kang-hyun (Park Ji-hyun precisou deixar o elenco por conflitos de agenda). Ela era a espinha dorsal da dinâmica original! A entrada de uma nova personagem gerou um estranhamento inevitável, levando muita gente a dropar a série ou nem dar uma chance. Por outro lado, preciso dar o braço a dar: foi ótimo reencontrar a grande maioria do elenco secundário. Eles continuam dando um show e sustentando a trama com muito carinho.
O verdadeiro problema foi sentir que podaram o coração do drama. O Jin I-soo, por exemplo, perdeu muito daquele brilho vibrante. Aquele estilo extrovertido e a assinatura única de resolver crimes usando a influência de chaebol foram visivelmente podados, deixando o personagem menos vibrante do que na primeira temporada. Senti muita falta do caos ostentação de antigamente.
Até a estética sofreu. A direção de fotografia abandonou aquele filtro alaranjado vibrante que era a cara da primeira temporada para optar por um tom mais neutro e 'morno'. Não sei qual foi o motivo da mudança, mas pode ser que para algumas pessoas a série perdeu uma das suas identidades mais marcantes.
Para completar o combo, faltou tempero no roteiro. A escassez de grandes plot twists e de ganchos poderosos deixou a narrativa plana, sem picos de adrenalina. Além disso, resolveram pisar no freio no nível de violência. A primeira temporada brilhava justamente ao equilibrar casos sombrios e pesados com alívios cômicos certeiros. Ao suavizar a tensão e a intensidade, aquele contraste tonal forte se dissipou — e a imersão foi junto.
Ah, e claro que preciso falar do ícone Yoo Seung-ho! Ver o ator de volta às telinhas após três anos longe foi um evento à parte, e a entrega dele na atuação foi impecável. O problema foi como escreveram o vilão: faltou presença narrativa e aquele "molho" para torná-lo uma ameaça real. Em vez de ser o grande motor das reviravoltas, o personagem acabou subaproveitado.
No geral, esta temporada não atingiu o ápice surreal da primeira. Mas, como eu sempre digo, ninguém deve se limitar à opinião dos outros (nem à minha!). Vale a pena assistir para tirar suas próprias conclusões. Agora só nos resta esperar para ver se a produtora vai bancar uma terceira temporada - como o final deu a entender - deixando a porta aberta para o retorno da icônica personagem Lee Kang-hyun; ou se vão encerrar a história por aqui
Para começo de conversa, o elefante na sala que dividiu o público foi a ausência da detetive Lee Kang-hyun (Park Ji-hyun precisou deixar o elenco por conflitos de agenda). Ela era a espinha dorsal da dinâmica original! A entrada de uma nova personagem gerou um estranhamento inevitável, levando muita gente a dropar a série ou nem dar uma chance. Por outro lado, preciso dar o braço a dar: foi ótimo reencontrar a grande maioria do elenco secundário. Eles continuam dando um show e sustentando a trama com muito carinho.
O verdadeiro problema foi sentir que podaram o coração do drama. O Jin I-soo, por exemplo, perdeu muito daquele brilho vibrante. Aquele estilo extrovertido e a assinatura única de resolver crimes usando a influência de chaebol foram visivelmente podados, deixando o personagem menos vibrante do que na primeira temporada. Senti muita falta do caos ostentação de antigamente.
Até a estética sofreu. A direção de fotografia abandonou aquele filtro alaranjado vibrante que era a cara da primeira temporada para optar por um tom mais neutro e 'morno'. Não sei qual foi o motivo da mudança, mas pode ser que para algumas pessoas a série perdeu uma das suas identidades mais marcantes.
Para completar o combo, faltou tempero no roteiro. A escassez de grandes plot twists e de ganchos poderosos deixou a narrativa plana, sem picos de adrenalina. Além disso, resolveram pisar no freio no nível de violência. A primeira temporada brilhava justamente ao equilibrar casos sombrios e pesados com alívios cômicos certeiros. Ao suavizar a tensão e a intensidade, aquele contraste tonal forte se dissipou — e a imersão foi junto.
Ah, e claro que preciso falar do ícone Yoo Seung-ho! Ver o ator de volta às telinhas após três anos longe foi um evento à parte, e a entrega dele na atuação foi impecável. O problema foi como escreveram o vilão: faltou presença narrativa e aquele "molho" para torná-lo uma ameaça real. Em vez de ser o grande motor das reviravoltas, o personagem acabou subaproveitado.
No geral, esta temporada não atingiu o ápice surreal da primeira. Mas, como eu sempre digo, ninguém deve se limitar à opinião dos outros (nem à minha!). Vale a pena assistir para tirar suas próprias conclusões. Agora só nos resta esperar para ver se a produtora vai bancar uma terceira temporada - como o final deu a entender - deixando a porta aberta para o retorno da icônica personagem Lee Kang-hyun; ou se vão encerrar a história por aqui
Was this review helpful to you?

