This review may contain spoilers
Eu realmente não esperava me encantar tanto com Love Me, Love My Voice quanto me encantei. Comecei a assistir sem grandes expectativas, já faz até um tempo desde que terminei o drama e só agora resolvi escrever essa review, mas a sensação boa que ele deixou continuou. Talvez justamente por ser diferente do que costumo assistir, ele acabou me pegando de surpresa de um jeito muito positivo.
Esse é um dorama que entrega felicidade do início ao fim. Sem exagero. Um dos pontos que eu mais amei foi a quase total ausência de mal-entendidos, algo que para mim já é um feito enorme. Sou um hater declarado de misunderstanding e, quando cheguei ali por volta do episódio 15, comecei a perceber que nada tinha acontecido ainda. Metade do drama e nenhum caos desnecessário. Lembro até de pensar “ué, cadê o problema?”. Comecei a estranhar, já esperando o golpe.
Teve um momento em que a FL começa a achar que uma cantora poderia ser o primeiro amor do ML, e eu pensei “pronto, agora vem”. Mas não veio. Tomei foi um tapa na cara, no melhor sentido possível. O mais comum nos dramas é surgir uma terceira pessoa só para atrapalhar o casal, e quando achei que a doutora assumiria esse papel, a revelação de que ela era prima do ML me deixou completamente em choque. Foi um legítimo “WTF????”, seguido de alívio.
O drama é recheado de fofuras, interações leves e um clima confortável de assistir. Já perto do final, eu estava praticamente me preparando para outro clichê clássico: a revelação das identidades verdadeiras para os fãs, seguida de drama, pressão e possível separação. Mais uma vez, eu estava errado. As identidades simplesmente não são reveladas, e ambos seguem mantendo quem realmente são em total anonimato. O drama acaba de forma tranquila, sem exposição, sem caos e sem conflitos artificiais.
No fim, Love Me, Love My Voice foi uma quebra deliciosa de vários clichês que eu odeio. É um dorama que escolhe o caminho da paz, da maturidade e do carinho, e faz isso muito bem. Recomendo bastante, principalmente para quem já está cansado das mesmas fórmulas de sempre e só quer assistir algo leve, sincero e feliz.
Esse é um dorama que entrega felicidade do início ao fim. Sem exagero. Um dos pontos que eu mais amei foi a quase total ausência de mal-entendidos, algo que para mim já é um feito enorme. Sou um hater declarado de misunderstanding e, quando cheguei ali por volta do episódio 15, comecei a perceber que nada tinha acontecido ainda. Metade do drama e nenhum caos desnecessário. Lembro até de pensar “ué, cadê o problema?”. Comecei a estranhar, já esperando o golpe.
Teve um momento em que a FL começa a achar que uma cantora poderia ser o primeiro amor do ML, e eu pensei “pronto, agora vem”. Mas não veio. Tomei foi um tapa na cara, no melhor sentido possível. O mais comum nos dramas é surgir uma terceira pessoa só para atrapalhar o casal, e quando achei que a doutora assumiria esse papel, a revelação de que ela era prima do ML me deixou completamente em choque. Foi um legítimo “WTF????”, seguido de alívio.
O drama é recheado de fofuras, interações leves e um clima confortável de assistir. Já perto do final, eu estava praticamente me preparando para outro clichê clássico: a revelação das identidades verdadeiras para os fãs, seguida de drama, pressão e possível separação. Mais uma vez, eu estava errado. As identidades simplesmente não são reveladas, e ambos seguem mantendo quem realmente são em total anonimato. O drama acaba de forma tranquila, sem exposição, sem caos e sem conflitos artificiais.
No fim, Love Me, Love My Voice foi uma quebra deliciosa de vários clichês que eu odeio. É um dorama que escolhe o caminho da paz, da maturidade e do carinho, e faz isso muito bem. Recomendo bastante, principalmente para quem já está cansado das mesmas fórmulas de sempre e só quer assistir algo leve, sincero e feliz.
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