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Notes from the Last Row korean drama review
Completed
Notes from the Last Row
0 people found this review helpful
by aninha
1 day ago
6 of 6 episodes seen
Completed
Overall 7.5
Story 8.0
Acting/Cast 10.0
Music 8.0
Rewatch Value 6.0
This review may contain spoilers
bom, é sempre minha culpa por não ler sinopse, mas eu comecei a assistir esperando por uma vibe sociedade dos poetas mortos kkkkk então de primeira me decepcionou um pouco e talvez eu não tenha gostado tanto pq justamente não era o tipo de mídia pelo qual eu tava procurando no momento, sabe? mas enfim, continuei assistindo.
por vezes a série é muito viciante e tu não consegue parar de ver, e em outras fica entediante e arrastada. é interessante e torturante assistir a uma pessoa se degradando aos poucos como o munoh vai fazendo conforme ele basicamente joga toda a vida dele no lixo pra viver em torno dessa fofoca do kang. -- mas também é interessante pensar que ele faz isso facilmente porque na verdade nunca estimou a vida que tem. sempre achei esse lee kang muito esquisito, tudo nele é esquisito, tem que ser uma presa muito fácil pra cair nessa. eu passei a série inteira pensando em como a relação deles nunca foi sobre escrita por um único segundo, mas no final me dei conta de que no fundo na verdade o kang era SIM um ótimo escritor, um ótimo escritor de fanfic especificamente...
não tive empatia e conexão com o munoh na maior parte do tempo, tive raiva e ranço dele por ser péssimo em tudo que se propõe a fazer: um marido péssimo, um professor péssimo, um profissional péssimo em linhas gerais, e também um autor péssimo. porém fiquei sim um pouquinho mexida na cena em que ele abraça o livro e fala meu livro... acho que é o único momento em que ele demonstra algum sentimento diferente de obsessão, em que a vulnerabilidade e o sofrimento dele aparecem. mas é uma representação bem absurda da profissão da escrita, porque é impossível escrever tudo em uma sentada kkkkk. mesmo tendo uma esposa psicóloga, acho que o maior problema do munoh sempre foi não ser capaz de alcançar o próprio inconsciente, os próprios sentimentos, de modo a criar algo a partir dali. a vida dele é apática e da apatia não sai arte. quando algo envolve ele e acende sentimentos verdadeiros, ele cria.
não gosto do final pq sinto que sempe que essa coisa cíclica se coloca em final desse tipo de narrativa é uma forma de evitar dar um desfecho. preferia ter visto ele definhando e vendendo livro e deu. e o lee kang continuou meio que uma incógnita, uma vingança por um motivo tão vazio... de certa forma ele é sim um duplo do munoh. freud explica.
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