A liberdade é o oxigênio da alma.
uma das mais lindas e impactantes que já assisti até hoje!
not me não gira em torno de romance. o que sustenta a série é conflito, consciência e resistência.
a relação entre os irmãos é o verdadeiro coração da história. mesmo distantes, existe uma conexão que atravessa tudo e acaba sendo o ponto de partida para uma mudança profunda. quando um deles é forçado a encarar a realidade do outro, não se trata só de assumir um lugar, mas de confrontar um mundo que sempre esteve ali e nunca tinha sido realmente enxergado.
essa troca é o que constrói toda a base da narrativa. é através dela que surgem os questionamentos sobre privilégio, desigualdade e o peso das estruturas sociais. não é uma jornada confortável. é sobre perceber que estar protegido por um sistema também significa, de alguma forma, sustentar ele.
o romance acontece nesse meio, mas não conduz a história. ele cresce junto com essa tomada de consciência, dentro de um cenário de tensão, luta e posicionamento. não é idealizado, é atravessado por tudo o que está em volta.
outro ponto muito forte é como a série coloca a arte e a juventude como formas de resistência. existe uma crítica clara sobre ocupar espaço, se posicionar e existir como ato político, principalmente dentro da vivência LGBTQIA+. nada disso é tratado como detalhe, tudo faz parte da estrutura da narrativa.
e mesmo mostrando um sistema falho e violento, a série não prende só na desesperança. existe uma insistência na ideia de que pessoas podem fazer diferença, de que escolhas individuais e coletivas têm impacto real.
cast incrível! e tenho que dizer: gun entregou TUDO na atuação!
not me não gira em torno de romance. o que sustenta a série é conflito, consciência e resistência.
a relação entre os irmãos é o verdadeiro coração da história. mesmo distantes, existe uma conexão que atravessa tudo e acaba sendo o ponto de partida para uma mudança profunda. quando um deles é forçado a encarar a realidade do outro, não se trata só de assumir um lugar, mas de confrontar um mundo que sempre esteve ali e nunca tinha sido realmente enxergado.
essa troca é o que constrói toda a base da narrativa. é através dela que surgem os questionamentos sobre privilégio, desigualdade e o peso das estruturas sociais. não é uma jornada confortável. é sobre perceber que estar protegido por um sistema também significa, de alguma forma, sustentar ele.
o romance acontece nesse meio, mas não conduz a história. ele cresce junto com essa tomada de consciência, dentro de um cenário de tensão, luta e posicionamento. não é idealizado, é atravessado por tudo o que está em volta.
outro ponto muito forte é como a série coloca a arte e a juventude como formas de resistência. existe uma crítica clara sobre ocupar espaço, se posicionar e existir como ato político, principalmente dentro da vivência LGBTQIA+. nada disso é tratado como detalhe, tudo faz parte da estrutura da narrativa.
e mesmo mostrando um sistema falho e violento, a série não prende só na desesperança. existe uma insistência na ideia de que pessoas podem fazer diferença, de que escolhas individuais e coletivas têm impacto real.
cast incrível! e tenho que dizer: gun entregou TUDO na atuação!
Was this review helpful to you?

