Primeiro BL chinês histórico sem censura
Eu não tenho palavras para descrever o que foi assistir Kill to Love. Mais do que uma experiência, terminei a série completamente apaixonada — e emocionalmente destruída.
Antes de começar, pesquisei um pouco sobre a obra. Todas as avaliações que encontrei eram absurdamente positivas, a ponto de me fazer pensar: “essa série é tudo isso mesmo?”
Sim. É ainda mais, Lena.
Como fã de obras chinesas históricas, especialmente BLs, minhas expectativas naturalmente ficaram mais altas. E, convenhamos: não sendo um The Untamed da vida com 60 episódios, era impossível eu não dar uma chance.
Não sei dizer o quão fiel essa adaptação é ao livro original, mas, como série independente, Kill to Love é simplesmente absurda de boa.
A trama nos apresenta três linhas do tempo, através das quais acompanhamos os protagonistas Duan Ziang e Xiao ShuHe. Da infância até o momento em que assumem seus respectivos tronos, os dois constroem uma relação marcada por afeto, mas curiosamente esvaziada de algo essencial: confiança.
Quando se reencontram já adultos (e definitivamente não por acaso), eles se amam, mas esse amor nasce e se mantém envolto em mentiras, desconfiança e jogos de poder. A série constrói toda a ambientação da relação deles sobre esse alicerce frágil, quase como se estivesse constantemente nos lembrando de que esse vínculo nunca teve permissão para existir de verdade — nem mesmo antes de todas as barreiras serem erguidas.
O desfecho é trágico, mas de uma tragédia honesta, crua e inevitável. Nada ali soa gratuito.
E, ainda assim, é compreensível que a série não tenha impactado todos da mesma forma que me impactou. Especialmente para quem não tem familiaridade — ou afinidade — com histórias no estilo de Kill to Love.
Mesmo assim, fica aqui meu apreço sincero por esse BL incrível, e também pelo fato de ser o primeiro BL histórico chinês a não ser censurado, algo que por si só já carrega um peso enorme.
Kill to Love fala sobre romance, política, traição, drama e ação com bastante competência. Nem todos esses pilares são executados de forma perfeita, isso é inegável. Mas o que também não dá para negar é que Duan Ziang e Xiao ShuHe são o coração da obra e absolutamente imbatíveis.
Antes de começar, pesquisei um pouco sobre a obra. Todas as avaliações que encontrei eram absurdamente positivas, a ponto de me fazer pensar: “essa série é tudo isso mesmo?”
Sim. É ainda mais, Lena.
Como fã de obras chinesas históricas, especialmente BLs, minhas expectativas naturalmente ficaram mais altas. E, convenhamos: não sendo um The Untamed da vida com 60 episódios, era impossível eu não dar uma chance.
Não sei dizer o quão fiel essa adaptação é ao livro original, mas, como série independente, Kill to Love é simplesmente absurda de boa.
A trama nos apresenta três linhas do tempo, através das quais acompanhamos os protagonistas Duan Ziang e Xiao ShuHe. Da infância até o momento em que assumem seus respectivos tronos, os dois constroem uma relação marcada por afeto, mas curiosamente esvaziada de algo essencial: confiança.
Quando se reencontram já adultos (e definitivamente não por acaso), eles se amam, mas esse amor nasce e se mantém envolto em mentiras, desconfiança e jogos de poder. A série constrói toda a ambientação da relação deles sobre esse alicerce frágil, quase como se estivesse constantemente nos lembrando de que esse vínculo nunca teve permissão para existir de verdade — nem mesmo antes de todas as barreiras serem erguidas.
O desfecho é trágico, mas de uma tragédia honesta, crua e inevitável. Nada ali soa gratuito.
E, ainda assim, é compreensível que a série não tenha impactado todos da mesma forma que me impactou. Especialmente para quem não tem familiaridade — ou afinidade — com histórias no estilo de Kill to Love.
Mesmo assim, fica aqui meu apreço sincero por esse BL incrível, e também pelo fato de ser o primeiro BL histórico chinês a não ser censurado, algo que por si só já carrega um peso enorme.
Kill to Love fala sobre romance, política, traição, drama e ação com bastante competência. Nem todos esses pilares são executados de forma perfeita, isso é inegável. Mas o que também não dá para negar é que Duan Ziang e Xiao ShuHe são o coração da obra e absolutamente imbatíveis.
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