This review may contain spoilers
Eu não esperava por isso, mas... Que nossas viagens nunca acabem...
Essa co-produção Japão-Taiwan realmente foi belíssima. Os cenários da viagem de Jimmy são de tirar o fôlego, a trilha sonora é sutil e acompanha muito bem todo o desenvolvimento do filme, que tem um roteiro perfeito, pois nos direciona a vivenciar a experiência de vida dos personagens e soube dosar muito o passado/presente se complementando.
A delicadeza em mostrar o presente do Jimmy mais "apático", com tons cinzas e azuis, enquanto os flashbacks de sua juventude alaranjados e com cores vibrantes me deu uma fisgadinha no coração, porque era nítido o quanto aquelas recordações eram importantes e felizes para o personagem.
Quando ele chega ao restaurante no Japão e conversa com o dono, ali percebi que o filme nos direcionaria mais ainda para a jornada dele do que para um possível reencontro, que seria mais uma viagem de cura para sua vida que foi tirada do eixo e sobre sentimentos do passado, não só amorosos, mas a gana para viver.
O Greg Han arrasou em sua atuação, assim como a Kiyohara Kaya e todo o elenco, gostei muito de ver como eles se tornaram próximos no karaoke. E adorei a representação do mural que a personagem Ami fez, toda a sua experiência e momentos importantes foram descritos de forma muito bonita.
Quando ele finalmente chega a Tadami, eu percebi, pelo senhor, que o plot viria, mas acho que por toda a esperança que eu estava tendo para que fosse apenas a promessa de que a viagem não havia acabado, que demorei a assimilar que era realmente o que eu estava assistindo. E quando o Jimmy escreve a carta, ai lágrimas rolaram profundamente, porque eu não esperava que tudo que ele vivenciou foi pelo impacto e negação.
Definitivamente recomendarei este filme as minhas amigas. Eu amo quando assisto algo que me faz refletir por horas, dias e até mesmo que me visite em pensamentos ao longo dos tempos, e esse definitivamente será um deles.
A delicadeza em mostrar o presente do Jimmy mais "apático", com tons cinzas e azuis, enquanto os flashbacks de sua juventude alaranjados e com cores vibrantes me deu uma fisgadinha no coração, porque era nítido o quanto aquelas recordações eram importantes e felizes para o personagem.
Quando ele chega ao restaurante no Japão e conversa com o dono, ali percebi que o filme nos direcionaria mais ainda para a jornada dele do que para um possível reencontro, que seria mais uma viagem de cura para sua vida que foi tirada do eixo e sobre sentimentos do passado, não só amorosos, mas a gana para viver.
O Greg Han arrasou em sua atuação, assim como a Kiyohara Kaya e todo o elenco, gostei muito de ver como eles se tornaram próximos no karaoke. E adorei a representação do mural que a personagem Ami fez, toda a sua experiência e momentos importantes foram descritos de forma muito bonita.
Quando ele finalmente chega a Tadami, eu percebi, pelo senhor, que o plot viria, mas acho que por toda a esperança que eu estava tendo para que fosse apenas a promessa de que a viagem não havia acabado, que demorei a assimilar que era realmente o que eu estava assistindo. E quando o Jimmy escreve a carta, ai lágrimas rolaram profundamente, porque eu não esperava que tudo que ele vivenciou foi pelo impacto e negação.
Definitivamente recomendarei este filme as minhas amigas. Eu amo quando assisto algo que me faz refletir por horas, dias e até mesmo que me visite em pensamentos ao longo dos tempos, e esse definitivamente será um deles.
Was this review helpful to you?

3

