This review may contain spoilers
I knew a boy and a boy... best friends with each other, but always wished they were more...
"Feeling blue"... Não posso iniciar essa resenha de outra forma sem ser esta, a atuação do Lim Ji Sub como Seo Jae Won foi muito crível e o Oh Jun Taek como o Kim Ji Hyeon foi perfeito. Os dois atores levaram suas atuações de maneira maravilhosa, a conexão sem palavras, através de olhares e toques ou até mesmo a presença fez com que as cenas íntimas fossem o de menos, por mais que eu quisesse um pouco mais delas, mas acho que a cena da praia antes do acidente foi mostrada com muito amor e descobertas.
O personagem Jae Won é de uma densidade imensa, e sua relação com o mar foi significativa, é impressionante como todos os elementos da edição em suas cenas individuais gritavam seus sentimentos e dores mais profundamente.
Vi muitas pessoas comentando sobre a edição, que realmente, em um primeiro instante me incomodou muito, mas depois fazendo um paralelo com os dois personagens, eu tive a percepção de que queriam representar os "lapsos" de memória, dor e euforia que as pessoas que sofrem de depressão podem apresentar. Não digo em todas, mas em algumas cenas cruciais onde havia os apagões entre uma cena e outra, eu senti dessa forma. E até mesmo as cenas mais escuras entre os momentos íntimos dos personagens, não só por ser um BL da Coreia do Sul que pouco se mostra, mas era um entrando no mundo do outro, e no último episódio, quando mostra a cena do pôster, senti que novas cores estavam surgindo para o Jae Won dissipando o seu azul intenso.
Pode ser tudo viagem da minha cabeça, mas eu entendi muito este personagem e gostei de ver como o Ji Hyeon era vibrante em suas cenas, as cores saltavam aos olhos, o contraste foi ótimo, e na praia quando a claridade nos cega, eu senti. E depois veio a imensidão azul escurecendo, o grito e depois o silêncio.
A trilha sonora foi maravilhosa e no episódio nove, quando tocou "The Story" do cantor Conan Gray me arrepiou da cabeça aos pés por sua letra que transmitiu TUDO e mais um pouco.
Achei patético a personagem Eun Ji e sua fala final na festa.
A voz da Lee Mi Ra (personagem Yun Won), se for realmente dela cantando, é maravilhosa e sua personagem foi ótima, assim como a amiga do Ji.
O personagem Jae Won é de uma densidade imensa, e sua relação com o mar foi significativa, é impressionante como todos os elementos da edição em suas cenas individuais gritavam seus sentimentos e dores mais profundamente.
Vi muitas pessoas comentando sobre a edição, que realmente, em um primeiro instante me incomodou muito, mas depois fazendo um paralelo com os dois personagens, eu tive a percepção de que queriam representar os "lapsos" de memória, dor e euforia que as pessoas que sofrem de depressão podem apresentar. Não digo em todas, mas em algumas cenas cruciais onde havia os apagões entre uma cena e outra, eu senti dessa forma. E até mesmo as cenas mais escuras entre os momentos íntimos dos personagens, não só por ser um BL da Coreia do Sul que pouco se mostra, mas era um entrando no mundo do outro, e no último episódio, quando mostra a cena do pôster, senti que novas cores estavam surgindo para o Jae Won dissipando o seu azul intenso.
Pode ser tudo viagem da minha cabeça, mas eu entendi muito este personagem e gostei de ver como o Ji Hyeon era vibrante em suas cenas, as cores saltavam aos olhos, o contraste foi ótimo, e na praia quando a claridade nos cega, eu senti. E depois veio a imensidão azul escurecendo, o grito e depois o silêncio.
A trilha sonora foi maravilhosa e no episódio nove, quando tocou "The Story" do cantor Conan Gray me arrepiou da cabeça aos pés por sua letra que transmitiu TUDO e mais um pouco.
Achei patético a personagem Eun Ji e sua fala final na festa.
A voz da Lee Mi Ra (personagem Yun Won), se for realmente dela cantando, é maravilhosa e sua personagem foi ótima, assim como a amiga do Ji.
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