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Quando você tiver que fazer uma escolha, não deixe a solidão ser a razão.
"Quando você tiver que fazer uma escolha, não deixe a solidão ser a razão. Quando as pessoas estão sozinhas, elas perdem de vista seu próprio caminho (...)". - Quando Sagawa Genji, lá no episódio 10, diz essas palavras a minha reação foi "Nossa!", tive que pausar o drama e fiquei repassando toda a frase em minha cabeça. E com os olhos marejados eu tive a constatação de como essas adaptações japonesas sempre mexem muito comigo.
O tema abordado é ótimo, porque ele retrata a realidade das pessoas com problemas auditivos e como não conseguem encontrar o seu lugar perante a sociedade, não são totalmente surdos, mas também não ouvem direito e para se encaixar se esforçam além dos limites e ao serem feridas, se isolam e repelem o mundo a sua volta.
Os personagens Kohei e Taichi tem uma sintonia ótima apesar de serem os opostos perante o mundo, mas se conectam de uma maneira única, não é forçado, Taichi observa o que a maioria não vê, já Kohei começa a explorar novamente a sua juventude com alguém que o protege e entende, apesar de não entender na pele. O romance fica bem de segundo plano, e o único beijo foi falso, com o famoso jogo de câmera que detestamos, então por isso reduzi minha nota. Eu adorei a atuação do Nakazawa Motoki e como ele retratava seus sentimentos em suas expressões de maneira bem realista.
Não gostei da introdução da personagem Okami Maya da maneira que foi, mas ao mesmo tempo eu consegui entender o que ela também queria expressar, mas acho que deixá-la como uma rival de maneira subjetiva foi desnecessária.
Achei o final um pouco apressado e ficou o gostinho de quero uma segunda temporada, já que não mostrou Taichi contando sobre o seu trabalho para o Kohei e mal tivemos interação deles como um casal. Talvez um especial resolveria para fechar o drama com chave de ouro. Mas isso seria um plus, porque não afeta a mensagem central que o drama quis passar.
O tema abordado é ótimo, porque ele retrata a realidade das pessoas com problemas auditivos e como não conseguem encontrar o seu lugar perante a sociedade, não são totalmente surdos, mas também não ouvem direito e para se encaixar se esforçam além dos limites e ao serem feridas, se isolam e repelem o mundo a sua volta.
Os personagens Kohei e Taichi tem uma sintonia ótima apesar de serem os opostos perante o mundo, mas se conectam de uma maneira única, não é forçado, Taichi observa o que a maioria não vê, já Kohei começa a explorar novamente a sua juventude com alguém que o protege e entende, apesar de não entender na pele. O romance fica bem de segundo plano, e o único beijo foi falso, com o famoso jogo de câmera que detestamos, então por isso reduzi minha nota. Eu adorei a atuação do Nakazawa Motoki e como ele retratava seus sentimentos em suas expressões de maneira bem realista.
Não gostei da introdução da personagem Okami Maya da maneira que foi, mas ao mesmo tempo eu consegui entender o que ela também queria expressar, mas acho que deixá-la como uma rival de maneira subjetiva foi desnecessária.
Achei o final um pouco apressado e ficou o gostinho de quero uma segunda temporada, já que não mostrou Taichi contando sobre o seu trabalho para o Kohei e mal tivemos interação deles como um casal. Talvez um especial resolveria para fechar o drama com chave de ouro. Mas isso seria um plus, porque não afeta a mensagem central que o drama quis passar.
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