This review may contain spoilers
Emocionante, mas sem a química que eu esperava
A história do dorama, por si só, é muito boa e bastante criativa. Achei interessante a forma como conseguiram construir um romance entre o "vilão" e a "mocinha". Gostei da ideia dela perder a memória e adorei acompanhar o companheirismo e o carinho que os moradores da Vila do Caramelo demonstram uns pelos outros. Sou suspeita para falar, porque amo histórias ambientadas no interior, principalmente quando têm aquelas ajummas duronas, engraçadas e de coração enorme.
Outro ponto que me surpreendeu foi a história do verdadeiro vilão. Como o dorama tem um tom mais leve, cômico e até um pouco bobo em alguns momentos, imaginei que ele teria um desfecho clichê. Felizmente, fui surpreendida. Ele realmente pagou pelas maldades que cometeu e, ironicamente, a pessoa que ele mais odiava foi justamente quem mais lhe fez bem. Afinal, foi essa pessoa que criou seu filho para ser um homem íntegro, bondoso e de um coração enorme — algo que o próprio pai jamais teria sido capaz de fazer.
Apesar de todos esses pontos positivos, preciso dizer que o casal principal não me convenceu. Para mim, faltou química entre os dois. Em diversas cenas, a interação parecia um pouco forçada e, em nenhum momento, senti aquele famoso frio na barriga que um bom romance costuma provocar.
O momento da recuperação da memória, que era o que eu mais aguardava durante toda a trama, acabou sendo uma das maiores decepções. A reação dela foi muito morna diante de tudo o que aconteceu, sem o impacto emocional que eu esperava. Além disso, confesso que achei um pouco constrangedor vê-la insistindo tanto para que ele dormisse com ela.
No fim das contas, gostei bastante da história, dos personagens secundários e da mensagem sobre família, perdão e comunidade. Porém, o romance — que deveria ser o grande destaque — acabou sendo justamente o ponto mais fraco para mim.
Outro ponto que me surpreendeu foi a história do verdadeiro vilão. Como o dorama tem um tom mais leve, cômico e até um pouco bobo em alguns momentos, imaginei que ele teria um desfecho clichê. Felizmente, fui surpreendida. Ele realmente pagou pelas maldades que cometeu e, ironicamente, a pessoa que ele mais odiava foi justamente quem mais lhe fez bem. Afinal, foi essa pessoa que criou seu filho para ser um homem íntegro, bondoso e de um coração enorme — algo que o próprio pai jamais teria sido capaz de fazer.
Apesar de todos esses pontos positivos, preciso dizer que o casal principal não me convenceu. Para mim, faltou química entre os dois. Em diversas cenas, a interação parecia um pouco forçada e, em nenhum momento, senti aquele famoso frio na barriga que um bom romance costuma provocar.
O momento da recuperação da memória, que era o que eu mais aguardava durante toda a trama, acabou sendo uma das maiores decepções. A reação dela foi muito morna diante de tudo o que aconteceu, sem o impacto emocional que eu esperava. Além disso, confesso que achei um pouco constrangedor vê-la insistindo tanto para que ele dormisse com ela.
No fim das contas, gostei bastante da história, dos personagens secundários e da mensagem sobre família, perdão e comunidade. Porém, o romance — que deveria ser o grande destaque — acabou sendo justamente o ponto mais fraco para mim.
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