TharnType

Tharn Type The Series เกลียดนักมาเป็นที่รักกันซะดีๆ ‧ Drama ‧ 2019 - 2020
Dropped 1/12
splashwog911
6 people found this review helpful
Oct 2, 2020
1 of 12 episodes seen
Dropped 9
Overall 1.0
Story 1.0
Acting/Cast 6.0
Music 1.0
Rewatch Value 1.5

a huge NO

I have binged watched Until We meet Again...and then He's Coming To Me...both of them this week and they were equally beautiful and eloquent to watch. However...after starting this series tonight...I felt excited to get into another BL series yet again having only started watching BL series this month. Maybe for cultural reasons?? ( I am a Greek dude living in Australia)...but the final scene of the first episode totally left me in disgust. It made me feel sick. And I'm saying this as a gay dude. As a guy with morals...I decided I could NOT continue watching this series because it would somehow mean I was okkkkk with the final scene...but in reality I was not. It disturbed me and made me feel sick

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Ongoing 1/12
johnbrody49
4 people found this review helpful
Dec 9, 2019
1 of 12 episodes seen
Ongoing 0
Overall 10
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 9.0
Rewatch Value 10
For some reason ... I find the TypeThorn series different in presentation from the habitual boys love story tales. One of the best part is that is mostly young adult college drama... which is a constant triad in colleges/universities across the countries. As for the foundation of hate to be love is mostly a part of the self grand in most instances in college life. College friendship with benefits is usually the last wall on self reserve to drop. This series is one of the best top series well presented and the elaboration of the story although the usual suspects was presented and planned in an amazing taste for this type of series. This is one of the best for 2019 series from the Thai culture of boys love. Congratulations to the crew ... especially the main characters in the story. Bravo.

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Dropped 1/12
Pipi92
1 people found this review helpful
Jun 5, 2023
1 of 12 episodes seen
Dropped 0
Overall 1.0
Story 1.0
Acting/Cast 1.0
Music 1.0
Rewatch Value 1.0

The worst

Ugh, I don't know how to say this nicely buuuut...
In short, this was so awful and cringy and oh my god I couldn't finish even the first episode and I really tried. I don't know how this has such a high rating... the acting, the plot...everything was so cringe...the worst bl in my opinion and I watched a lot... I know that Thai bl knows to be over the top with style and acting but this was like over the top for me... I didn't want to judge until I see more but I just couldn't watch anymore...I was expecting more similar reviews and comments but I guess people vibe with this

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Completed
Cryssieee
8 people found this review helpful
Jul 9, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 1
Overall 6.0
Story 5.0
Acting/Cast 6.0
Music 5.0
Rewatch Value 4.0
This review may contain spoilers

Definitivamente não é uma boa série para adentrar o mundo bl

TharnType foi um caos que eu vivi do início ao fim. Tem coisas que me prenderam? Sim. Mas, meu Deus, tem coisa ali que me tirou do sério. O começo do relacionamento dos dois é super problemático, nada bonitinho ou saudável. Não tem como romantizar o tanto de invasão de espaço, assedio escancarado, ciúme exagerado e possessividade gratuita que rola. E o pior: tudo isso tratado como se fosse uma grande prova de amor. Não é.

Outra coisa que me incomodou foi a total falta de comunicação entre eles. Era como se uma conversa simples e honesta fosse proibida nesse universo. Eles se gostavam, mas preferiam brigar, se evitar, agir com orgulho ou sair do quarto do que simplesmente sentar e falar. Dá agonia. E olha que eu entendo que o Type tem um histórico complicado, traumas sérios, e isso justifica muita coisa. Mas a série não dá conta de desenvolver isso com o cuidado que merecia, e em vez de tratar o assunto com profundidade, parece que empurra tudo pra debaixo do romance.

Mesmo assim, eu continuei. Porque, sim, tem carisma. O casal tem química, apesar do beijo deles não ser um dos melhores, o plot final prende e me surpreendeu de verdade, eu não esperava aquele caminho e até achei corajoso em parte. Mas, aí entra outro ponto... a execução. A cena em si não é nada magnífica, os momentos de silêncio são constrangedores, parece teatro mal ensaiado. Os “mocinhos” ficam lá parados, esperando o “vilão” terminar o monólogo pra então soltar alguma frase de efeito tentando dar lição de moral. É tão artificial que tira completamente o impacto da situação. Fica tudo no "quase".

E o episódio 11.5... olha, só me irritou. Como eu disse antes, eles tentam suavizar o que o garoto fez, jogando os traumas dele como muleta pra justificar tudo. Mas não é assim. O que ele fez foi crime. Ele devia ter sido denunciado e preso. Em vez disso, o que acontece? Ele se redime com meia dúzia de palavras e continua solto como se tudo tivesse sido resolvido, enquanto a vítima é quem tem que sair do país pra ter paz. Eu entendo que pra época isso talvez tenha passado batido, mas hoje, com o olhar mais crítico, é simplesmente absurdo suavizar crimes desse tipo só porque o agressor teve uma infância difícil. Trauma não pode ser escudo pra impunidade.

No fim das contas, não é um BL que eu amo, mas também não é um que eu descarto. É o tipo de história que vale ser vista, sim, até porque tem seu peso dentro do gênero. Mas assista com os dois pés no chão, porque não é conto de fadas. É briga, é tensão, é caos, é assuntos abordados superficialmente. E se você for como eu, vai terminar cheia de sentimentos misturados, querendo bater nos dois e ao mesmo tempo torcendo pra eles se resolverem logo… mesmo sabendo que talvez eles nem deviam ficar juntos assim desse jeito.

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Completed
Link
4 people found this review helpful
Feb 17, 2021
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 4.0
Story 2.0
Acting/Cast 7.0
Music 5.0
Rewatch Value 1.0
This review may contain spoilers

Du grand Mame, toujours surestimé...

Peu importe que vous regardiez des dramas (BL) depuis dix ans ou deux mois, à un moment donné, vous entendrez parler de TharnType. Et cela, malgré son succès fortement discuté ces dernières années. Cependant, étant signé de la plume de Mame, cela n'a rien de franchement étonnant.

La recette est commune pour le genre (notamment si vous êtes adepte de vieilles fictions). Deux gars, qui n'ont rien en commun, se retrouvent à partager une chambre commune à l'université. Le premier (Tharn) est gay et s'affirme pleinement. Le second (Type) est un homophobe traumatisé. Naturellement, les débuts sont chaotiques, et l'histoire ne tarde pas à glisser vers l'indigeste et l'absurde avec des actions complètement disproportionnées.

Type est un vrai con. Tharn est un forceur. Qu'est-ce que vous voulez obtenir de ça ? Alors oui, certaines scènes ont enflammé la toile. En particulier celle du glaçon… Qu'on trouvait déjà dans la moitié des fictions ringardes de 2015. Je suis convaincue que cette scène est à l'origine de la folie qui a découlé de ce drame, plutôt que le reste.

Mais alors, pourquoi tout le monde en parle ? Et bien parce que la force de TharnType est dans l'alchimie du couple principal. Peu importe que vous aimiez l'histoire ou pas, Gulf et Mew parviennent à donner du corps aux personnages et arrivent à créer l'illusion, même s'ils sont les pires. Toutefois, il faudra peut-être quelques efforts pour voir cette alchimie (pour ma part, ce n'est arrivé qu'à la fin).

En bref, TharnType est un mauvais BL, et ce n'est pas si surprenant quand on connaît le travail d'ensemble de son autrice. Les agressions et l'absence de consentement sont ses ingrédients principaux. Cependant, il connaît encore ses moments de gloire, bien qu'il n'ait rien d'un incontournable.

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Completed
sgaby
3 people found this review helpful
Apr 11, 2022
12 of 12 episodes seen
Completed 5
Overall 2.5
Story 1.5
Acting/Cast 1.5
Music 3.0
Rewatch Value 1.0
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Sproloqui prima di andare a nanna

Questa recensione mi è molto difficile da scrivere. Ieri sera ho finito di leggere la novel da cui è stata tratta questa serie iconica e, nonostante mi sia fatta una grassa risata (e dopo aver chiesto il reso dei miei nove euro), posso dire che questa è una storia proprio, ma proprio brutta. Brutta brutta brutta.

TharnType è considerata la “ciliegina sulla torta” delle serie BL Tailandesi, e se ti è piaciuta la serie buon per te! A me francamente no, ma è un altro discorso, possiamo comunque essere amici.

Leggere la novel è stato un parto gemellare, ma è per via della combo letale dislessia + orrori grammaticali (no, seriamente, chiunque sia stato a tradurre deve ricevere una multa salatissima; tra il passaggio dalla prima persona alla terza NELLA STESSA SENTENZA a tutte le volte che un personaggio veniva misgenderato — he/him a she/her — e alla costruzione grammaticale dove i verbi e i soggetti e i complementi venivano sbarellati in tutte le direzioni… NON MERITI I MIEI SOLDI)

… però se ci fosse stata una rivisitazione seria e non approssimativa, poteva uscire un prodotto sicuramente migliore.

Perché? Lo spiego in breve. TharnType a differenza di Not Me e Bad Buddy — ma come altre serie ispirate da libri — è un riadattamento *fedele*: stessi personaggi, stesso universo, stesse catastrofi. Ogni scena tra la coppia protagonista presente è presente nel libro.

Vorrei comunque soffermarmi a parlare di due situazioni in particolare:

1) Type non viene indicato come un “omofobo” ma come un “sessista” e… no, sono due cose differenti, perché mai gli dèi delle parole avrebbero creato due termini per specificare lo stesso concetto? Type è omofobo, punto, non riempiamo di zucchero il cucchiaio per addolcire la pillola: non è il primo omofobo di questo pianeta e non sarà l’ultimo, solo perché poi diventerà gay non significa che non abbia avuto pensieri maligni verso altri omosessuali che non sono Tharn — sì, perché la storia è che Type odia i gay, ma è gay per l’uccello di Than, il solo e unico.
2) Tharn è per metà Tailandese e per metà Americano (bianco) e mi ha fatto una rabbia leggere la scena di quando porta una torta a Type, e quest’ultimo — insopportabile in TUTTO il libro — fa un commento tristissimo:


Tharn: *regala torta al cioccolato come pegno di scuse* Non volevo offenderti, Type. Ho pensato che la torta al cioccolato ti si addica.

Type: Perché sono nero? Sei solo un cinguettante straniero.


Nella traduzione viene utilizzato il termine *black*, e mi chiedo… Khun Mame: 1) sei Tailandese 2) hai volutamente creato un personaggio che descrivi come pallido (Type) perché lo vuoi far passare per nero?????? 3) vuoi far arrivare questa uscita infelice da parte di un ragazzo che è per metà Tailandese, di cultura Tailandese, con costumi Tailandese… ma che vuoi comunque definire “straniero” (con accezione negativa). Nella sua testa doveva essere una battuta divertente — a me ha fatto sbellicare non perché fosse spassosa, ma perché ha voluto aggiungere del razzismo in una situazione dove non ci stava.

Tharn che Type sono insopportabili, sia nel libro e di conseguenza sia nella serie. Trovo che i loro personaggi siano bidimensionali: non hanno nulla di attraente nella personalità, se non il fatto che sono declamati da tutti come due persone di bell’aspetto — cosa che però non riguarda la personalità, quindi sorvoliamo. Non hanno qualità, non hanno pregi, le uniche due passioni che vengono specificate sono la musica per Tharn e il calcio per Type, ma non sappiamo nient’altro.

Non riesco ad entrare in empatia con loro, neppure con Type che ha subito un trauma infantile che l’ha portato a odiare gli omosessuali — da fanciullo è stato abbindolato da un lavoratore ingaggiato dal padre che l’ha legato e toccato.

È giusto empatizzare con lui, ma mi è proprio difficile dal momento che questa storiellina è stata buttata lì SOLO per trovare un motivo per fargli odiare i gay: non poteva essere un semplice omofobo ignorante, no, Khun Mame doveva inserire l’abuso infantile per poi abbandonarlo dopo che Tharn e Type hanno rapporti sessuali frequenti e con discorsi del tipo… che già dopo il loro secondo incontro fisico parlano di non usare il preservativo e se ne vanno in ospedale come una coppietta per fare dei test. Il senso? Vuoi creare un personaggio che ha ricevuto molestie sessuali in età giovane da parte di un uomo adulto, e lo rendi subito a suo agio con il sesso con il suo compagno di stanza gay che per giunta detesta? Questa è logica.

Superare un trauma è una buona cosa: affrontare i demoni del passato, non cedere alla depressione, risollevarsi dopo un brutto periodo… peccato che Type e la sua famiglia NON abbia denunciato il molestatore — per timore che fosse passato per una povera vittima… cosa che lo è — e che non abbia fatto alcuna terapia per metabolizzare il trauma subito e proseguire la propria vita con un tenore migliore.

È inconcepibile che proprio Type stesso — il ragazzo che ha subito molestie — decide di concedere a Tharn la propria verginità anale per non essere in debito con lui (non starò a spiegare il motivo, ma Tharn lo aiuta a risolvere una questione e Type non vuole dovergli nulla).


Type è veramente un personaggio scorbutico e non ha una sola qualità per poterci coltivare affetto: oltre ad essere chiamato costantemente “bello”, ha una ristretta schiera di amici e OGNI volta che deve interagire con altri esseri umani sembra abbia la scopa su per il culo… la timidezza non è la fine del mondo, se non fosse scritto sulla locandina che è un tipo spigliato e amichevole. Bho. E per non parlare di quanto sia violento — sia verbalmente che fisicamente, non so voi, ma se bisticcio con degli amici o con la compagna non mi metto a tirare ceffoni o pugni per far valere la mia opinione… cosa che Type fa più di una volta.

Sapete quando era giustificato ad usare la violenza? Quando Tharn — dopo aver scoperto che il suo compagno di camera è un etero omofobo — abusa sessualmente di lui… massì! Diamo al personaggio con precedente trauma psicologico e fisico motivo di interfacciarsi con uno stronzo che gli forza la propria sessualità masturbandolo senza il suo consenso. E con il termine abuso non intendo solo il fatto che lo tocchi ripetutamente senza il suo volere, ma intendo anche dalle puttanate che gli dice, di quanto “sia bravo a letto e che presto lo scoprirà…” e tutto questo i produttori l’hanno fatto passare come cosa sensuale e per far bagnare il pubblico di ragazzine che si strappano i capelli per le ship homo.
Tharn è il personaggio che meno ho apprezzato, ha questo alone di perfezione che lo circonda — decantato da terzi — che risulta stucchevole. Una scena che ho odiato — penso nessuno abbia messo in luce — è come la sorellina, Thanya, lo veda come un Dio sceso in terra: questa stronzetta con la puzza sotto il naso, dalla famiglia ricca, un fratello maggiore che le insegna la nobile arte del pianoforte e con occhi solo per l’altro fratello fuori casa per l’università. Non ricordo quanti anni abbia esattamente, ma è in età prepuberale; ha un atteggiamento da principessina sul pisello e risponde malissimo a Thorn, il fratello maggiore, solo perché lo spettatore deve vedere quanto Tharn sia perfetto!!!!! Un bravo fratello!!!!!! Un bravo figlio!!!!!! Perché Tharn è meglio di Thorn, Tharn è speciale e Thorn no, Tharn sa suonare la batteria, Tharn ama la musica, Tharn ha una band, etc, etc. Thanya è solo una viziatella ed è inutile alla trama. Quando un personaggio non aggiunge nulla alla storia, vuol dire che è inutile: Tharn potrebbe anche essere figlio unico che questa storia andrebbe avanti.


La scelta degli attori è oltremodo ridicola: due ragazzi diciottenni che vengono interpretati da adulti che non sembrano affatto adolescenti… uno quasi trentenne (all’epoca delle riprese) e l’altro che nonostante sia agli inizi della ventina, ne dimostra mooooolti di più. I MewGulf sono tra le coppie più shippate dai vari stan del web, ma questo lo so per la valanga di video correlati durante la settimana in cui ho fatto binge-watching. Tuttavia, dopo aver letto il libro, potrei quasi affermare che non siano i volti giusti per il tipo di personaggi descritti. Tharn doveva essere un ragazzo Tailandese e Americano, ma posso comprendere che non ci possa essere molta richiesta nell’ambito attoriale al momento.

La recitazione *non* è il massimo; per quanto mi vogliono far credere (: i miei amici appassionati del drama, specifico) che mentre si baciano, copulano e fanno le coccole sembrano veramente affiatati, ai miei occhi non è così. Qua parte uno dei miei primi pregiudizi, ossia che Gulf, l’attore di Type, mi ricorda un personaggio di qualche vignetta di Tullio Altan, e non riesco a prenderlo seriamente. Purtroppo, al povero Type gli vengono affibbiati appellativi femminili — questa cosa roleplay moglie/marito solo perché sono fissi nella posizione top/bottom deve finire, le coppie non hanno questo standard “uomo/donna”, è una etero-normativa che mi disgusta: essere donna esattamente cosa significa? Comportarsi da isterica come fa Type? Essere colui che lo prende nel didietro?


La verità è che questo è un prodotto per tutte quelle fujoshi/fundanshi che hanno una visione per il mondo queer come scenario per le loro fantasie sessuali. Noi gay abbiamo il diritto di avere una rappresentanza sullo schermo quanto gli etero, ma è dannoso pensare alla comunità Lgbtq+ come pozzo per parafilie decorate da abusi.

L’uomo che ha abusato di Type non è una merda poiché gay, ma è una merda per aver abusato di una persona, con l’aggravante che l’abusato si trattava un ragazzino; NESSUNO nella serie ha fatto accenno a questo… solo al fatto che fosse un uomo con perversioni verso gli uomini.

Se volete farvi una risata, comprate il libro formato kindle su Amazon: preferisco leggere delle seghe mentali di una donna adulta su due ragazzi piuttosto che pensare che da tale sega sia stata sviluppata un’intera serie di successo per i motivi sbagliati.

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Completed
Prince
3 people found this review helpful
Jan 18, 2020
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 6.0
Acting/Cast 9.0
Music 9.0
Rewatch Value 8.0

Maldición, los actores son lindos :')

Es una de esas series con momentos realmente bonitos (los actores ayudaron mucho, no nos engañemos), aunque me dio pena tener que, en ocasiones, echarle imaginación al desarrollo emocional de los personajes o ver actitudes realmente tóxicas entre los protagonistas. La recomiendo para pasar un rato tierno; las personalidades son fuertes y las escenas íntimas están muy bien actuadas ✨, los productores también hicieron su trabajo con un puñado de planos realmente aesthetics e incluso los deslices del cast le dan un aspecto tímido a las escenas que te saca una sonrisa (o una carcajada si eres como yo :D)

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Completed
Apaixonada por BL
3 people found this review helpful
Aug 27, 2022
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Uma das melhores da minha vida

Estamos em 2022, e em meio a um lançamento de uma nova série da Mame, uma nova onde de hater surgiu, e eu senti a necessidade de vir falar um pouco sobre a primeira temporada de TharnType.
Esse é um dos BL's de estimação para mim, de vez em quando, em meio a uma extensa lista de mais de 400 Bl's assistidos entre 2007 e 2022 de diversos países da Ásia, eu o revisito e mato a saudade desses personagens tão complexos e que me cativaram tanto.

A polêmica inicial se deu em volta de todo o universo Mame, que abrangia Love by chance e TharnType, as duas séries se passam de forma paralela uma à outra. Há quem ame, há quem odeie, mas pouca gente ficou indiferente, e independente da onda de hater a série se configurou um sucesso estrondoso, alavancando a carreira dos protagonistas e a autora, bem como a produtora Me Mindy.

Minha singela opinião sobre essa série: MARAVILHOSA. Tem defeitos? Óbvio! Mas nada, absolutamente nada consegue tirar a genialidade dessa obra. A maior parte do hate se concentra em 3 pontos:

1. A relação entre Tar e Tun:
É fato que aparentemente eles são irmãos, existe uma polêmica que iniciou em Love by chance e vai se estender até a segunda versão de TharnType e A chance to love, e na minha opinião é um furo no roteiro. Vi várias pessoas falando que a novel explica, mas muitas pessoas (incluindo eu) não leem a novel, e nem querem ler. No momento que a obra é adaptada para a TV, se essa problemática tão delicada vai ser abordada, é interessante que seja explicada. Até hoje não entendi se eles são meios-irmãos, irmãos por afinidade, o pai de um casou com a mãe do outro, qualquer coisa que esclarecesse de vez a polêmica do amor de Tun por Tar.

2. A personalidade de Type
Essa é a situação que mais passo pano, quem não gosta, paciência. Cuide da sua opinião que da minha cuido eu.
A série é uma obra de ficção. Type é um jovem extremamente homofóbico, até mais que o normal, agressivo e com um péssimo temperamento. Essas características foram o suficiente para o linchamento virtual feito pelos juízes de plantão. Na minha opinião, Type foi abusado sexualmente aos 13 anos de idade, teve esse estupro exposto e mesmo sendo criança precisou sofrer e ver sua família sofrer lidando com essa situação. Após isso, foi criado longe de todos que pudessem "oferecer perigo", e só agora saiu das asas de sua família por causa da universidade. Existir uma fobia por gays, no caso dele, é totalmente justificável, quem foi abusado consegue entender os medos, inseguranças e traumas terríveis que são levados por toda a vida. O que os haters não entendem, é que a intenção da série (a meu ver), é justamente mostrar esse lado terrivelmente ferido, que ataca pra se defender, e mostrar toda a mudança ocorrida nele no decorrer da série, graças ao amor e a paciência de Tharn. Ao final da série, não se reconhece mais o Type dos primeiros eps, mesmo depois de assumir seu amor por Tharn ele continuava escondendo do mundo, mas a aceitação não acontece de uma hora para outra, principalmente quando existe uma personalidade com tantas chagas, tentando aceitar em si próprio aquilo que ele sempre odiou. Depois do choque de realidade, de ter medo de perder Tharn, ele admitiu seu erro e passou a se modificar, no final ele se transformou num homem totalmente apaixonado, altruísta, que colocou seu amor em risco para expor o vilão e salvar a reputação do seu rival no amor, ao entender que ambos passaram por um sofrimento semelhante. Outro ponto sobre a auto aceitação de Tharn, vai ficar visível no episódio especial, quando conhecermos seu pai totalmente homofóbico, ao contrário da família de Tharn, que sempre o acolheu e aceitou como ele é. Detalhes como ele pedir desculpas ao amigo, e mesmo sem perder o respeito por seu pai por um minuto sequer, lutar para que sua família aceite Tharn, é um dos principais pontos da mudanças dele.

3. Abuso sexual e ciúme excessivo de Tharn
Sim, não concordo com essa parte, até destoa da personalidade mostrada por Tharn, me senti enojada quando vi ele beijando e tocando Type enquanto ele dormia. Mas também vi o arrependimento dele, o desespero ao saber do passado de Type, e depois disso, nunca mais houve nada sem consentimento. Ele suportou abusos físicos e verbais, desprezo, abandono, mas não desistiu de lutar por Type. Em relação ao ciúme, vi o hate mas não vi o motivo. Sinceramente, achei Type muito mais ciumento do que Tharn, nem quero debater isso. Uso do termo "esposa"? Era 2019, infelizmente era algo natural na Tailândia e que só agora vem sendo modificado. Eu reitero a crítica sobre a situação não explicada ao público entre os irmãos Tar e Tun, e o fato de que Tharn também teve sua primeira relação sexual com 14 anos, e deixa claro que não gostou, ele também foi abusado e não vê isso como abuso, e a série passou pano pra essa situação. Por último, quero falar do vilão, Lhong. A série foi perfeita na construção do vilão. Até o dia em que ele soube do relacionamento de Tharn e Type, eu jamais diria que ele seria um vilão realmente, e ainda depois desse dia, eu ainda acreditei por algumas vezes que o vilão seria Tar. O ator (Kaownah) merece todos os aplausos pois sua atuação foi genial, tanto que o vilão terminou aclamado pelo público, e não odiado como ocorre normalmente. O problema que envolve o fim e o vilão, é a passada de pano fenomenal para os crimes que ele cometeu. Caraleo, ele contratou 3 caras para estuprarem o garoto, destruiu a vida e o psicológico do menino, prejudica a vida de várias pessoas e não tem nenhuma punição? WTF!


A série como um todo tem uma história maravilhosa, roteiro muito bom, direção nem se fala, a fotografia da série é linda e a ost uma das melhores que já vi. A atuação pra mim, com certeza 10/10. A química entre Mew e Gulf é algo realmente surreal, chega a deixar dúvidas se é realmente interpretação (Alice falando). Poucas séries tem um casal tão absurdamente perfeito em cena como eles dois, nas cenas quentes, nos beijos, nos olhares, a tensão sexual, tudo entre eles é muito intenso e sensual, fora que são dois gostosos. Não foi à toa que o casal recebeu o prêmio de melhor beijo do ano, e foi um beijo no pé!!! Atuação e química, conceito, coesão e aclamação. O final dessa série é algo espetacular, um dos melhores episódios finais que já vi.

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Dropped 10/12
theorgynalmel
3 people found this review helpful
Dec 9, 2020
10 of 12 episodes seen
Dropped 0
Overall 1.0
Story 1.0
Acting/Cast 1.0
Music 1.0
Rewatch Value 1.0

AŞIRI PROBLEMATİK

tek kelimeyle korkunç bir dizi. LGBTİ+fobi, psikolojik ve fiziksel şiddet,.. problematik ne ararsanız var ve bunlar bir de romantize edilip aklanıyor. başladığım bir şeyi bitir(e)memekten hiç hoşlanmam ama bir süre sonra bu diziyi bunca problematikliğine rağmen neden hala izlemeye devam ettiğimi sorgulayıp bırakmam gerektiğine karar verdim. daha fazla izlemeye dayanamadım resmen.
en çok üzüldüğüm şeyse birçok listede yer alması ve genelde seviliyor olması. aşkolar zorba, eleştiri kabul etmeyen, asla özür dilemeyen, kendini düzeltmek için gram çabası olmayan bir homofobik var, bir geyle ilişkide olması hiçbir şeyi değiştirmez. kendisi hala nefret suçu failidir, ayrımcıdır.

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Completed
lucois10
2 people found this review helpful
Jul 1, 2022
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 5.0
Acting/Cast 10
Music 5.0
Rewatch Value 3.0
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Série muito problemática

Infelizmente, esse foi meu primeiro drama BL. Ouvi muita gente do mundo dorameiro dizendo que esse drama era ótimo pra adentrar no mundo BL e tal e resolvi apostar nele.

Nossa mais que decepção…

O drama gira em torno de um universitário homofóbico cheio de problemas que na infância foi abusado sexualmente (Type) e de um baterista, rico, bonito e assumidamente gay (Tharn).

No primeiro episódio já tem vários problemas que depois de terminar ele eu já tava quase desistindo da série mas decidir continuar mesmo assim.

Logo no primeira episódio já tem uma cena de assédio ridículo por parte do Tharn. Mais pra frente, o Type que era até então um cara super homofóbico resolve DO NADA virar um amigo de transa do Tharn.

O mais engraçado é que nada aqui é desenvolvido. A homofobia do Type, a relação de colegas de quarto do Tharn e do Type, o assédio, NADA. Todos os assuntos são expostos e TODOS não são levados a sério.

Lá pelo 3º ou 4º episódio, após os dois estarem em uma relação de ficantes, o Tharn começa a sentir sentimentos pelo Type só que este não retribui e diz que quer apenas sexo casual com ele e nada mais. Ele até tenta ter um caso com uma menina lá só pra afirmar a “heterossexualidade” dele (que na vdd não existe) mas depois descobre que ele gosta mesmo é de homem e corre pra pedir perdão pro Tharn por ter dispensado ele.

E advinha o que o Tharn faz? ACEITA. DEPOIS DE TER SIDO HUMILHADO DIVERSAS VEZES POR ELE.

Aí os problemas começam a piorar por que os dois começam a namorar. O Type é um personagem insuportável. Possessivo, agressivo e insensível. O Tharn é um BOBÃO, submisso e lerdo. Todas as merdas que o Type faz ele vai lá com o paninho dele pra passar. Se isso não é um relacionamento tóxico, eu não sei o que é.

Em determinado momento da série, o Lhong, que é vocalista e colega da banda do Tharn começa a contar diversos boatos sobre os relacionamentos passados dele pro Type. E isso deixa ele com pé atrás sobre o namorado e começa a questionar

A única coisa que tenho que elogiar é sobre as cenas íntimas do casal. Realmente, o casal é lindo, fofo e gostosos pra karalh*. As cenas de sexo e beijo são lindas. Algumas são até bem engraçadas, tipo aquela em que o No vai dormir na casa do Tharn e Type. Foi a única parte que o roteirista acertou nessa série.

Nem vou comentar sobre os personagens secundários. Nenhum é convincente ou memorável o suficiente. Nem mesmo o antagonista.

O que eu percebi é que o Tar, que é ex do Tharn, deve ter uma quedinha secreta pelo irmão. É bem suspeito como os dois se olham e como um cuida do outro.

Sobre a OST: chata. A música de abertura toca 20x durante o episódio.
A música em si não é ruim só que ouvir ela 20x, é irritante.

Sobre a produção, filmagem etc: mediana. Os enquadres de câmera são péssimos. Cenas mais dramáticas que precisam da câmera mais focada no rosto dos personagens não são utilizadas. Isso quebra total a imersão do enredo, parece até um vídeo amador.

Conclusão:
Não é um drama BL ruim, tem personagens interessantes e uma historinha que apesar de ser rasa até que te prende a ponto de vc querer terminar a série entretanto, veja sabendo que aqui tem muitos assuntos que são representados de forma muito errada ou não são aprofundados o suficiente.

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Completed
mar
2 people found this review helpful
Oct 10, 2021
12 of 12 episodes seen
Completed 1
Overall 6.5
Story 6.5
Acting/Cast 7.5
Music 8.0
Rewatch Value 1.0

NO

No sé si es la peor serie que he visto, pero definitivamente de las peores.
La trama no es tan mala, tiene potencial, lo malo es el desarrollo de la historia, para empezar, en algunos momentos es MUY lenta, entonces resulta aburrido verla, aunque yo soy una persona que se aburre fácil al ver las series, esto fue otro nivel, me tocaba hacer algo mientras la veía, si no hacía algo me estresaba de lo aburrida que era, solo seguí con ella por la esperanza de que en algún punto de la serie algo interesante pasara, pero esto no pasó en ningún momento, tanto así que no quise ver ni los especiales ni la segunda temporada.
Otra cosa que no me gustó PARA NADA, fue lo tóxica que era la pareja principal, definitivamente eso era lo que más aburría, todos los problemas eran producidos por celos (pero en un nivel alto), así que fastidiaba ver cómo se enojaban porque uno miró a una mosca y no al otro, ya era cansón el tema.
Type, definitivamente su desarrollo en la historia fue muy bueno, me gustó como trataron lo que pasó con seriedad y en ningún momento se burlaron de aquello, pero algunos de los comportamientos que tenía (hablo específicamente de sus celos) era algo que no me gustó PARA NADA, si fuera una serie de hace varios años pensaría: "Bueno, era un pensamiento diferente al de ahora, no lo justifica, pero bueno", PERO ES UNA SERIE DEL 2019, NO ES VIEJA.
Literalmente lo único bueno de la serie es su OST, no he leído la letra de las canciones, por lo que no sé que dicen, pero bueno, las canciones son pegadizas y buenas.
En conclusión definitivamente no la recomiendo, es muy lenta, tiene muchas cosas que son ???? la verdad no entiendo por qué hay tanta gente que la ama, pero bueno, cada quien tiene sus gustos, aunque en lo personal NO LA RECOMIENDO.
Gracias por leer :D

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Completed
Bibs
1 people found this review helpful
30 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 4.5
Acting/Cast 6.0
Music 5.0
Rewatch Value 4.0
This review may contain spoilers

O que foi isso...

Se ignorarmos todos os elementos problemáticos, TharnType até poderia ser considerada uma série “ok”. Mas a questão é: dá para ignorar?

Já começando com a base da história, pela sinopse, eu pensei que esse trauma do Type seria bem aprofundado. Estamos falando de abuso sexual na infância, não é um detalhe qualquer para ser usado apenas como justificativa de personalidade difícil. O tema tinha potencial para ser tratado com seriedade e sensibilidade.

Também imaginei que a aproximação entre o Tharn e o Type aconteceria aos poucos, respeitando esse trauma. Por isso, foi chocante ver que o próprio Tharn ultrapassa limites, e acredito que não foi nem uma, mas duas vezes. A narrativa tenta romantizar essas situações, mas, objetivamente, são abusos. Isso compromete completamente a base do romance.
Não entendo a razão disso.

Mas pelo menos, o trauma do Type faz a gente amar o personagem e sentir muita empatia por ele certo? Em partes, pois o type acaba sendo na maioria das vezes muito insuportável e impulsivo, parecia até um doidinho do centro negativamente falando.

Ele tinha uns pensamentos completamente hipócritas e sem sentido. Que de novo, poderia ter explicado e se aprofundado mais.
Tipo quando um cara dá em cima dele, ele chama o cara de gay nojento e afins, pra depois falar que quer ir pra casa pq está com saudade do namorado??

Quando eles já estão juntos, o relacionamento as vezes é até fofinho, quando não começam os problemas estruturais onde o Tharn sempre tem que ceder em absolutamente tudo, e eles discutem pelas coisas mais bestas possíveis, na maioria das vezes por culpa do Type. Além de serem extremamente obsessivos e da série aparentar querer romantizar isso.

Agora algo que me deixou desacreditada foi o personagem San

Que m3rda foi aquela?
A relação dele com o Tharn foi nojenta só de ouvir a história pela boca dos personagens. O San com 16 e o Tharn com 14. Se fosse só um namorico de adolescente eu não iria achar taaaao problemático (apesar de ainda ser), mas não foi só isso.

Acho estranhíssimo como todo mundo da família do Tharn trata esse acontecimento entre os dois com uma normalidade absurda.

O San passa muito a vibe de um p3dof1l0 nojento, e essa fala dele:
"Eu ficava maluco com aquela aparência inocente (do Tharn com 14), então cheguei nele"
Tipo????? 🤢 Me deu nojo de verdade.
Que personagem mais desnecessário e sem nada bom para acrescentar.

A parte mais interessante da trama foi o Twist do "amigo" do Tharn (Lhong). O cara era louco e foi o motivo dos relacionamentos do Tharn não durarem.
Ele gostar do Tharn não foi uma surpresa, mas ter sabotado os relacionamentos dele e feito um garoto ser est*pr4d0 no processo foi doentio pra c4r4lh0
Acho que ele deveria ter apanhado bem mais.

No geral, se a série fosse só os momentos fofinhos dos tharntype como casal tirando toda essa questão de abuso, já que não desenvolveram isso direito, até poderia ser uma série aceitável.

Gostei muito não?

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TharnType poster

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