End of the Year Drama Challenge – 2022 Edition (Part 2) Desde que eram jovens, os pais de Pran e Pat tinham uma rivalidade profunda e violenta - tentando superar um ao outro em tudo. Isso também se estendeu para seus filhos. Era quase como se a rivalidade fosse passada como herança de família e os dois meninos se tornassem rivais também. Até que eles se cansaram e se tornaram amigos. Muito bons amigos. No entanto, por causa da rivalidade de seus pais, sua amizade teve que ser mantida em segredo. E então começou uma jornada de amizade secreta... e então talvez um doce romance secreto? (Fonte: Filmow) ~~ Adaptado do romance ''Behind the Scenes' '(หลังม่าน ) de Afterday. Editar Tradução
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- Título original: แค่เพื่อนครับเพื่อน
- Também conhecido como: Bad Buddy the Series , Just Friends, Buddy , Khae Phuean Khrap Phuean , Заклятые друзья , Погані Друзі , 两小无拆
- Diretor: Backaof Aof Noppharnach
- Roteirista: Pratya Thavornthammarat, Pongset Laksamipong, Best Kittisak Kongka
- Gêneros: Comédia, Romance, Juventude
Elenco e Créditos
- Nanon Korapat Kirdpan Papel Principal
- Ohm Pawat Chittsawangdee Papel Principal
- Love Pattranite LimpatiyakornPaPapel Secundário
- Milk Pansa VosbeinInkPapel Secundário
- Jimmy Jitaphon PotiwihokWai [Pran's friend]Papel Secundário
- Drake Sattabut LaedekeKorn [Pat's friend]Papel Secundário
Resenhas
Muito charme, pouca coragem
Bad Buddy é uma daquelas séries que enganam bem. Você começa achando que vai assistir só mais um BL com rivalidade boba e momentos fofos, mas logo percebe que tem alguma coisa ali, principalmente na química absurda entre os protagonistas, Pat e Pran. E isso te prende. Eles te prendem.Só que quando a poeira da empolgação baixa, você percebe: Bad Buddy tem coração, sim, mas falta profundidade. É como um romance adolescente que quer tocar em temas sérios (pressão familiar, rivalidade, repressão, expectativas sociais), mas decide dar meia-volta sempre que chega perto de um conflito real. O roteiro hesita. Flerta com a ousadia, mas nunca se compromete. Parece ter medo de deixar a fofura sair machucada.
Pat e Pran são ótimos. A dinâmica deles é elétrica, cheia de tensão, carinho e humor na medida certa. Dá pra entender fácil porque tanta gente se apaixonou por eles. Mas vamos ser sinceros: essa história só funciona porque os dois atores carregam tudo nas costas. O roteiro, por si só, é preguiçoso. A rivalidade entre famílias, que deveria ser o centro do drama, é rasa e quase caricata. Parece um pretexto mal aproveitado pra forçar encontros e esconderijos.
E falando nisso, quantas vezes a gente vai ver casais escondidos fingindo que isso é libertação? O final, com eles juntos mas ainda escondendo tudo de todos, não é libertador. É conformista. É como se a série dissesse: “Sim, vocês podem amar... desde que ninguém veja.” Não é bonito. É frustrante.
Visualmente, a série é polida. A trilha sonora funciona, a direção tenta ser criativa, os diálogos têm bons momentos. Mas tudo isso só serve pra maquiar o fato de que Bad Buddy joga seguro demais. A sensação é que os criadores sabiam o poder da fanbase e decidiram entregar só o suficiente. Fanservice bem embalado, mas com pouco peso.
Bad Buddy é uma fanfic com orçamento, sustentada por carisma, química e cenas fofas. Funciona? Funciona. Vai fazer você sorrir, talvez até chorar em uma ou duas cenas. Mas se você parar pra analisar com um pouco mais de frieza, vai ver que o potencial foi muito maior do que o resultado. O que poderia ter sido uma história marcante sobre amor, conflito e libertação virou um namoro secreto com final morno.
Se você só quer se apaixonar por um casal carismático e ignorar os furos, vá fundo. Agora, se você quer uma narrativa que realmente diga algo, que desafie estruturas e não tenha medo de se posicionar… Bad Buddy vai te deixar querendo mais. E não no bom sentido.
História clichê que tinha tudo pra ser uma série mediana mas é A MELHOR DA TAILÂNDIA
Simplesmente a maior da Tailândia!!! Dessa vez P'Aof e a GMM se superaram, Bad Buddy entrega simplesmente tudo!!! Nem sei por onde começar essa resenha, mas vamos lá que vem textão.Bad Buddy tinha tudo pra ser apenas mais um BL tailandês de qualidade duvidosa. A história não é nada original, se baseando no clichê Romeu de Julieta de pessoas com famílias rivais que se apaixonam. Basicamente passa um filme com um enredo desses todo dia na sessão da tarde. Além disso eu comecei a ler a novel e não achei lá essas coisas todas (parei porque tanto a tradução pro inglês quanto pro português eram bem ruins). Então qual o diferencial da série? Na minha opinião o diferencial se chama P'Aof. Tudo que esse homem toca vira ouro e ele já vinha de duas séries sensacionais (e as melhores da GMM na minha opinião) que são "He's Coming to Me" e "A Tale of a Thousand Stars". Pra mim um clichê bem executado é melhor do que uma história original com má execução (um exemplo disso é Golden Blood) e Bad Buddy é perfeitamente executado.
Primeiramente a química entre Ohm e Nanon é incrível, não podiam ter escolhido melhor. Eu acompanho a carreira do Ohm desde que ele estreou em Make it Right e venho observando o progresso dele desde então. Em He's coming to me já achei que ele foi muito bem, mas em Bad Buddy ele se superou, atuação nota 10, nível profissional mesmo, muito acima da média da Tailândia. Já o Nanon é a primeira série que assisto com ele e nem preciso falar nada, ele já é conhecido por ser bom ator e entregou tudo em todas as cenas.
Outro ponto relevante e positivo da série é que quebra alguns tabus típicos de BL, como um dos personagens ser chamado de "esposa" ou o típico "eu não gosto de garotos apenas de você". E no penúltimo episódio da a entender que o Pram foi o "top", quebrando o padrão heteronormativo de "top-bottom", o que faz com que o casal Pat-Pram seja o mais realista da história dos BLs asiáticos. Além disso eles tem uma das relações mais saudáveis que já vi em BL, nada tóxicos, sem burrice, sem desentendimento bobo, sem ex chata que só aparece pra estragar o romance. Esses elementos são frequentemente usados e é incrível como não fazem falta e a ausência deles só eleva a qualidade da obra.
Outra coisa, e que pode até passar despercebida, é que a direção do Aof é muito refinada, só que de uma maneira muito sutil. O maior exemplo é o episódio 11, que normalmente é o pesadelos das fãs pq sempre tem uma briga boba ou um desentendimento. Já o ep 11 de Bad Buddy é o melhor que já vi, o episódio inteiro foi apenas eles sendo doces um com o outro e desenvolvendo o relacionamento. No final, deu a entender que o retorno para casa também era um fim para o relacionamento. Esse episódio me lembrou muito o filme La La Land, na parte em que eles nos mostram o que o mundo ideal poderia ter sido, então os meninos se olham com todo o carinho nos olhos e caminham em direção à realidade (e a atuação do Ohm nessa parte é incrível). Acho que todo mundo acreditou que eles realmente tinham terminado. Eu, no caso, fiquei desolada com a perspectiva deles só se encontrarem de novo depois de um longo tempo (que foi o que deu a entender na prévia do ep 12).
No episódio final a gente descobre que na verdade eles nunca terminaram e eu amo o jeito como esse final é entregue. P'Aof uma vez disse que seus finais sempre serão felizes, mas esse além de feliz foi muito emocionante. No fim, os próprios pais já sabiam sobre o relacionamento deles e acabou havendo uma aceitação silenciosa. A cena final deles no telefone de brinquedo fechou com chave de ouro.
Um bônus que acho que também foi um ponto muito positivo foi o casal Ink/Pa, eu amei muito ver um casal GL, adorei todos os momentinhos delas, e achei que deixou a série mais dinâmica e divertida, foi muito gostosinho de assistir. O final bromance de Korn/Wai também foi bem legal.
Então, depois desse textão (praticamente uma tese) esses são os elementos que eu acho que transformam Bad Buddy numa grande obra. Foi muito divertido de acompanhar e agora vai ficar um vazio enorme nas minhas sextas e no meu coração.
























