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- Título original: REVAMP THE UNDEAD STORY
- Também conhecido como: My Broccoli , The Vampire Project: To the Last , Vampire Project , Revamp: The Undead Story , แวมไพร์เดอะอันเดดสตอรี่
- Diretor: New Siwaj Sawatmaneekul, Natthanon Kheeddee
- Roteirista: Thanaporn Petcharat, Chalermpong Udomsilp
- Gêneros: Mistério, Romance, Drama, Fantasia
Elenco e Créditos
- Boun Noppanut Guntachai Papel Principal
- Prem Warut Chawalitrujiwong Papel Principal
- Mark Papel Secundário
- Barcode Tinnasit Isarapongporn Papel Secundário
- Un Napat Patcharachavalit Papel Secundário
- Kay Lertsittichai Papel Secundário
Resenhas
Esta resenha pode conter spoilers
Decepcionada...
Eu gosto da temática, dei bastante risada em muitos momentos, porque definitivamente o Ramil não é aquele vampiro convencional representado em séries e filmes, mas achei a atuação do Prem muito travada, apesar do personagem dele ter que parecer mais sério e maduro, acho que analisando a atuação do CP em Between Us e aqui, é gritante como talvez o direcionamento e produção não favoreceram para que realmente houvesse química entre os personagens.Os beijos então? O Boun fazendo um esforço e o Prem parecia que estava chupando bala que mal cabia na boca, só mordiscando o lábio inferior, acho que foi um dos beijos mais feios e frios que já assisti. Tive até que pausar porque lembro que gostava muito da interação dos dois em outro BL e fui rever as cenas, então vi que não, não parece ser um problema do ator, por mais que no outro também houve algumas cenas que aparentou timidez, aqui ficou muito estranho.
Eu gostei muito de assistir o episódio extra, de apresentação, mas acho que elevou minhas expectativas, que acabou não se confirmando. As cenas de lutas ficaram muito coreografadas e as cenas que eram para ser o ápice de sentimentos, não senti.
O Jett tentando matar o Faretu com um travesseiro foi patético, o cara sabia que ele era vampiro kkkkkk O confronto final foi muito sem emoção também. Acho que decepção define bem, porque tiveram atores incríveis, mas tudo parece que foi desperdiçado.
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RESENHA CRÍTICA — REVAMP: THE UNDEAD STORY
Bom, gente, até agora eu tô assistindo e tô gostando demais. Desde as primeiras cenas é impossível não sentir a intensidade do Boun e do Prem juntos, aquela química absurda que pega a gente mesmo nos momentos de silêncio. O clima da série é meio misturado: de um lado tem esse tom sombrio e cheio de mistério, e de outro, muita comédia. Eu, particularmente, adoro comédia, e achei que isso deixou a série ainda melhor, porque mesmo nas partes tensas a gente consegue rir das situações e relaxar um pouco.NOVAS REGRAS SOBRE OS VAMPIROS
Outra coisa que eu curti demais foram as novas regras sobre os vampiros. A fragmentação dos poderes, a adaptação deles ao mundo moderno e o fato do Ramil não ser aquele vampiro clichê cheio de poses dramáticas, tudo isso deixa a série muito original. Teve também uma referência a um dos BLs de vampiro da GMMTV, e eu particularmente amei essa parte que colocaram.
PERSONAGENS
RAMIL (BOUN)
O Boun dá vida a um Ramil cheio de camadas, misturando charme, sarcasmo e uma vulnerabilidade quase inocente que deixa ele super intrigante.
PUNN (PREM)
Já o Prem, como Punn, traz aquela maturidade e cuidado com o irmão, e a maneira como ele lida com os dilemas internos faz dele o elo humano que conecta o sobrenatural à realidade.
POKPONG
Pokpong ainda tá em construção, mas mesmo assim já mostra a carga emocional da família e ajuda a manter Punn com os pés no chão.
JETT
Jett, amigo e galerista, tem aquele ar ambíguo que a gente já desconfia: o passado dele com Punn e a relação com a pintura deixam dúvidas sobre suas intenções, e isso deixa a história mais interessante.
CIAR E MEKHIN
Os servos de Ramil, Ciar e Mekhin, já indicam que cada detalhe da trama é pensado pra ter importância.
HUNTERS (CAÇADORES DE VAMPIROS)
Até os caçadores de vampiros, mesmo aparecendo pouco, já trazem a sensação de ameaça real e fazem a gente ficar na expectativa de como eles vão se desenvolver.
EFEITOS E RITMO
Se eu for falar de efeitos, preciso admitir que algumas cenas ficaram bem fraquinhas. A Tailândia realmente não é conhecida por investir pesado nisso, e em certos momentos é meio “ok, dá pra relevar”, mas felizmente a trama compensa totalmente. O ritmo também tem uns momentos mais lentos, e as quase-beijos interrompidos, que funcionam como estratégia dramática, acabam cansando um pouco quando repetidos demais. Algumas piadas também não encaixam tão bem e quebram o clima sombrio que a série constrói, mas nada que estrague a experiência geral.
COMPARAÇÕES
Comparando com outros BLs de vampiro, como My Golden Blood, a diferença é enorme. Enquanto MGB foca mais no melodrama e no romance tradicional, Revamp ousa mais, misturando humor, tensão e uma mitologia própria. Dá pra sentir que a série tá tentando algo novo, e isso é muito legal de ver.
CONCLUSÃO
No fim das contas, Revamp: The Undead Story não é só mais um BL com fantasia. É uma produção que aposta numa mitologia própria, mistura drama, mistério, humor e romance, e ainda traz uma das duplas com maior química do gênero. Tem alguns deslizes, claro, mas cada episódio termina com aquele coração acelerado e a sensação de que algo grande ainda vai acontecer. Como fã, eu tô completamente viciada e contando os dias pro próximo episódio. ❤️
🩸
*não acho que a classificação indicativa e 13, e eu acho isso pq a cena inicial já mostra que não e para essa idade
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