Mais mortes
Não imaginava como seria a segunda temporada, nem que o jogador 456 voltaria pro jogo, mas torcia pro policial aparecer vivo, mas demorar 7 episódios pra achar a ilha é demais! Ainda tem muito show pela frente, espero que a 3° temporada seja a última, eles acabem com os jogos e a venda de órgãos, terminando com um final bem fechadinho!Meu personagem favorito dessa temporada foi a Sung Hoon, n°120.
O elenco lotado de atores e artistas incríveis que amei vê-los atuando nesse drama.
Mas o interessante é que a produção da série está fazendo exatamente o que o dorama crítica haha
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Icônico!!!
round 6 da uma nostalgia enormeee, a primeira temporada fez história, da uma sdd da época os edits os memes tudo era bomtava com muito medo deles estragarem com essa segunda temporada, mas eu gostei, gostei da história dos novos jogos e dos novos personagens meus favoritos são a grávida 222 a 120 a senhorinha aí e outros que eu esqueci o número, acho o 333 um gatinho o policial tbm 🫦 foi por causa dos atores dessa segunda temporada que eu virei dorameira, não gostei do final totalmente sem sentido sem graça
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O primeiro episódio de Round 6/Squid Game 2 foi tenso e instigante graças a grande performance do Gong Yoo como o recrutador do jogo. Gostei bastante desse clima investigativo do primeiro episódio com o Gi Hun e Junho tentando, cada um do seu modo, encontrar o responsável do jogo e como unem forças para isso no segundo episódio. Porém, quando o Gi Hun é capturado e levado a entrar no jogo novamente, fiquei um pouco desapontada. Não apenas pela frustração de ver o personagem passar por aquela tortura psicológica novamente, mas também pela sensação de "já vi esse filme antes". O primeiro jogo foi batatinha frita 1, 2, 3, então achei que seria uma reencenação da primeira temporada, mas com novo elenco. O fato do Gi Hun saber do jogo poderia deixar as coisas monótonas. Ledo engano. No final do episódio onde é revelado quem é o jogador número 001 dessa edição, percebi que as coisas poderiam ser interessantes sim. A partir dali os jogos mudam e as perspectivas também.
Se antes disso eu acreditava no sucesso da empreitada de acabar com o jogo, depois da revelação de quem era o jogador nº 001 já não tinha certeza. Ver o Gi Hun sendo manipulado por ele me deixou extremamente frustrada, sem contar os otários no barco rodando em círculos tentando chegar a ilha também manipulados pelo capitão do barco.
O episódio sete terminou tão abruptamente que tive que voltar pra ter certeza se era o último episódio mesmo e ao fazer isso me dei conta que havia passado quase 60 minutos. Mérito total do roteiro frenético do último episódio, principalmente a partir do motim. Mas no fim das contas a resolução desse impasse fica para a terceira (e última) temporada anunciada para 2025.
Com relação aos novos jogadores, simpatizei com poucos deles. Então não lamentei tanto as mortes que ocorreram até o momento. Mas espero que alguns deles saiam vivos e o jogo tenha fim nessa terceira temporada anunciada.
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Achei melhor que o primeiro, mas poderia ter sido melhor explorado.
Fiquei meio assim quando falaram que teria uma continuação, pois a chance de dar merda numa produção que fez um sucesso astronômico, que ninguém estava esperando, principalmente por ser uma série coreana, é altíssima. Mas, por ser tratar de uma crítica social, em vários aspectos, talvez não desse tanta merda assim.Assim, perguntar se eu gostei? Ainda estou meio indecisa. Porém, não achei ruim. Só não curti essa divisão. Que ao meu ver, na verdade eles criaram uma segunda temporada com duas partes, dizer que a próxima é uma terceira, é tentar enganar a todos. A segunda ficou várias brechas que se eles não colocarem uma quantidade legal de capítulos pra explicar tudo, vai ser uma decepção.
O começo me empolgou. A atuação surreal do ator Gong Yoo, me deixou arrepiada. Foi tanta, que a morte dele me deixou decepcionada. Claro que não teria como ele ter muito tempo em tela, já que ele era apenas um interceptor para encontrar os participantes, mas se tivesse um pouco mais dele, não iria reclamar.
E apesar dos novos personagens dos jogos, ao me ver, não ter sido melhor explorados, acredito que por conta do número limitado de capítulos, teve alguns que tiveram um destaque grande. Eu até gostava mais de acompanha-los, do que o próprio personagem principal. Na verdade no meio do jogo, achei que o Gi-Hun ficou muito apagado. E o desejo dele de acabar com o jogo só prejudicava a todos. Ele entrou nessa pra acabar com um sistema, mas esqueceu que fazer isso com pessoas que já são corruptas é bem complicado.
E até agora eu não entendo a necessidade do policial na história. Se apagasse todas as cenas das partes externas dos jogos, que é a busca pela ilha. Isso de nada iria prejudicar no enredo. Na minha visão só foi perde de tempo da história que poderia ter sido melhor aproveitada no desenvolver das histórias dos personagens que se encontravam no jogo.
Eu só espero que a terceira temporada esclareça muitas coisas que ficaram em aberto. Pois senão vai ser decepcionante o final. Principalmente uma melhor explicação de como o irmão do policial se tornou o chefão do jogo.
E outra coisa que pra mim foi deixado muito solto. Na primeira temporada foi explorado esse lado dos grandes poderosos que gostam de assistir os jogos. Deu a entender que o jogo tava acontecendo mas não tinha mais essa participação. Só focou mesmo num lado onde existe até uma própria corrupção entre eles, ao explorar esse lado do tráfico de órgãos. Que ao que tudo indica o chefão não desconfia. Qual será a reação dele quando ficar sabendo? Será que vão abortar isso?
Agora é esperar pela terceira temporada, com várias perguntas no ar.
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Enrolação
Não posso negar que a segunda temporada foi boa e bem construída, porém nada de novo apenas um grande desperdício renovarem TANTO pra termos um fim (finada sweet home...) Como sempre a Netflix querendo lucrarNão passa na minha cabeça que o gi hun não desconfiou do número 1 e o amigo dele morreu e não abriu o bico sobre ele ter matado o cara
Pelo finalz talvez os sobreviventes ainda tenham mais o próximo jogo até realmente acabar?
E claro que o capitão park tá envolvido, fiquei desconfiada desde o começo quando ele não achava a ilha e depois as reações dele ao outro contando a história do jogo... E no fim matou o cara, tenho certeza que a outra equipe que tá no outro barco, tá morta.
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round 6
gihun, você não é um herói.a segunda temporada de round 6 começou muito melhor que a primeira. gihun agora tem uma personalidade mais fria, e suas falas carregam um tom filosófico quase constante, o que chega a ser engraçado. ainda assim, a forma como ele decidiu lutar contra o jogo foi bem trabalhada e trouxe mais profundidade ao personagem, mostrando que ele está disposto a enfrentar seus traumas para acabar com o sistema.
a narrativa também introduziu personagens marcantes, como o salesman, que se destacou com sua personalidade imprevisível e uma história cheia de mistérios. sua morte foi sombria e deixou um impacto significativo. já a senhora do número 149 continua sendo insuportável, impossível de se gostar.
algumas escolhas da temporada, no entanto, foram apressadas. o ataque aos guardas, por exemplo, foi claramente mal planejado e resultou no desfecho mais previsível: tragédia. para gihun, que já estava profundamente abalado pelas mortes que presenciou, a situação ficou ainda mais pesada com a perda de alguém próximo, intensificando ainda mais o seu sofrimento.
mesmo com esses detalhes, o começo da segunda temporada conseguiu ser mais impactante e envolvente que o da primeira, equilibrando ação, emoção e o desenvolvimento dos personagens.
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RESEÑA <3
Estaba deseando ver la segunda temporada de esta serie y es que no tengo palabras.Interesante y con intriga al igual que la primera temporada.
La acción que tiene me encanta y estoy deseando ver la tercera porque esto no se puede quedar así.
Los actores son espectaculares, ya conocía a muchos de otras series pero aún así, excelente.
Cada personaje tiene su historia y su forma de ser que llama la atención aunque a algunos se les coge más cariño. Por lo menos en mi caso, fue así.
Y T.O.P… ADORO!
Y tengo que decir, que me enamoré de la jugadora 120, por su personalidad y su forma de ser con la gente.
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Squid Game 2: fra tante polemiche e hype, ecco la mia opinione!
Squid Game è sicuramente un drama che non ha bisogno di presentazioni visto il successo mondiale. Ma facciamo un passo indietro e ricordiamo dove eravamo rimasti.Nel finale della prima stagione, Gi-hun -con un’improbabile colore di capelli rosso acceso che, come dichiara il regista Hwang Dong-hyuk, è stato inspirato da Hanamichi Sakuragi, protagonista di Slam Dunk- è all’aeroporto in procinto di partire per andare a far visita a sua figlia.
Però qualcosa lo blocca: dall’altra parte dell’aeroporto vede lo stesso uomo misterioso, che lo ha reclutato in passato come giocatore, che sta sfidando nuovamente un passante a ddakji (il gioco con la carta ripiegata di colore rosso o blu) e decide di tornare indietro.
Ed è proprio così che si apre la seconda stagione, con un Gi-hun che non si è arreso e continua a cercare questo uomo misterioso che gioca a ddakji. Il suo intento? Tornare nell’isola e, una volta al suo interno, fermare il gioco.
Inutile dire che il protagonista riuscirà ad essere nuovamente un giocatore, sempre con il suo numero 456.
Qui incontra nuovi e interessanti giocatori, persone disperate che farebbero di tutto per riuscire a cambiare la situazione economica delle loro vite.
Se nella prima stagione, tuttavia, avevamo personaggi che potevano rispecchiare condizioni più generali, come ad esempio l’extra-comunitario che lavorava in nero o chi aveva perso tutto per scelte finanziarie sbagliate, in questa stagione ci vengono presentati dei giocatori che sono strettamente legati alla società coreana, come se il regista stesso volesse denunciare gli aspetti negativi del suo Paese.
Infatti, oltre a una variegata rappresentazione di diverse generazioni date, per esempio, dalla ragazza-madre incinta che sta rischiando il tutto per tutto per donare un futuro al nascituro, e dalla vecchia madre che scopre che anche suo figlio ha accettato di giocare per poter ripagare i loro debiti, vengono presentati Myung-gi (n. 333), Thanos (n. 230) e Hyun-ju (n. 120).
Myung-gi è un YouTuber che elargisce consigli riguardo a investimenti e criptovalute: una figura che, forse, a noi sembrerà un po’ strana, ma è largamente diffusa in Corea del Sud, dove in molti ascoltano vari YouTuber per i propri investimenti finanziari. Ovviamente le stime del numero 333 non erano molto appurate, altrimenti non sarebbe diventato un giocatore; anzi, nel gruppo ci sono persone che hanno seguito, con insuccesso, i suoi suggerimenti e che vorrebbero fargliela pagare.
Thanos è una delle figure più chiacchierate di questa seconda stagione: ormai tutti sappiamo che l’attore stesso che lo ha interpretato, T.O.P., ha avuto una storia molto simile a quella presentata dal suo personaggio.
T.O.P., pseudonimo di Choi Seung-hyun, era il rapper di uno dei gruppi più famosi in Corea (e non solo), ovvero i "Big Bang". Dopo essere stato accusato di uso di sostanze stupefacenti, si era allontanato dai riflettori, almeno fino a Squid Game.
Thanos ha una storia simile: è un rapper che si è sciupato con la droga, tanto da dimenticarsi sul palco il testo di una sua canzone.
Un personaggio di cui, invece, non si è sentito parlare abbastanza è quello di Hyun-ju, transgender ed ex soldato delle forze speciali.
Premetto che sono rimasta colpita fin da subito dalla duttilità dell’attore che interpreta la numero 120, ovvero Park Sung-hoon, già conosciuto su Netflix per il ruolo di Jeon Jae-jun, infame antagonista nel drama The Glory.
Ma ciò che mi è rimasto più impresso è il fatto che anche la storia di Hyun-ju sembra ispirata da fatti di cronaca: nel 2020, Byun Hui-su, arruolata come uomo, si sottopose all’intervento di riassegnazione di genere; lei avrebbe voluto continuare la sua carriera militare, ma fu costretta a lasciare l’esercito portandola a compiere un gesto estremo.
Hyun-ju finisce sull’isola perché ha bisogno di fondi per completare la sua transizione; in più di un’occasione si dimostra più “uomo” e più coraggiosa di molti giocatori, come ad esempio del numero 388 che si vanta di far parte dei Marines. Si rivela anche la più empatica: è, infatti, l’unica che aiuta il nostro protagonista a finire il gioco Un, due, tre… Stella! proprio come aveva fatto Ali nella prima stagione. È nuovamente una minoranza sociale a salvare Gi-hun.
I parallelismi con la serie originale non finiscono qui, anche l’impostazione è più o meno la stessa, anche se in questa stagione sembra avere un’impronta più cruda.
I primi episodi sono sempre conoscitivi: viene presentata una società ben lontana dalla sfavillante Corea che siamo soliti vedere nei drama, con persone che vivono ai margini della società e il cui desiderio di guadagnare annebbia completamente il loro pensiero.
Se nella parte iniziale della prima stagione, però, i personaggi facevano avanti e indietro dall’isola, con un ritmo incalzante che aumentava sempre più la tensione, la seconda stagione ci presenta prima il mondo esterno per poi, solo successivamente, spostarsi nell’area di gioco con le sue scale colorate e le sue stanze bambinesche in cui si disputano giochi mortali.
Anche in questo nuovo round di giochi bisogna avere un occhio di riguardo per il giocatore 001: ormai sappiamo che dobbiamo diffidare di questo numero! Interpretato da Lee Byung-hun, mi ha fatto piacere vedere che questo attore abbia potuto dimostrare al mondo la sua bravura e versatilità, anche se mi dispiace che sia servito Squid Game per farlo conoscere a più spettatori possibili, considerando la mole di progetti a cui ha lavorato (molti suoi film, tra l’altro, sono arrivati anche doppiati in italiano anni fa).
L’ordine dei giochi sembra essere simile. In entrambe le stagioni si parte con Un, due, tre… Stella!
Si continua con un gioco di squadra, dove la collaborazione è importante: nella prima stagione (dopo i dalgona per la precisione) abbiamo il tiro alla fune, mentre nella seconda abbiamo il Pentathlon con cinque giochi coreani tipici dell’infanzia.
Seguono due giochi che vanno a scardinare l’idea di squadra che si è formata con il gioco precedente, lasciando inevitabilmente indietro qualcuno: le biglie e il corrispettivo del nostro Girotondo.
Quest’ultimo ci regala un’altra canzoncina che ci resterà in testa per giorni! Se dopo la visione della prima stagione continuavamo a ripetere Mugunghwa kkochi kkochi pideon nal (molto probabilmente pronunciandolo male), dopo aver visto il gioco del Mingle, canteremo per settimane Dunggeulge Dunggeulge (anche questo probabilmente pronunciandolo male).
Una differenza sostanziale fra le due serie, però, è evidente: nella seconda stagione ci viene presentata Kang No-eul, ex soldatessa nord coreana. Lei non è una giocatrice, bensì una guardia. Scopriamo, così, che anche dietro alle maschere e alle tute rosa ci sono persone che possono avere difficoltà economiche e che accettano questo ingaggio per svariati motivi. Lei si ritroverà nell’isola, faccia a faccia con una persona che lavorava nel suo stesso parco divertimenti: lui indosserà la tuta del giocatore numero 246, lei sarà la guardia 011.
Il personaggio, invece, che in questa stagione mi è piaciuto meno, è proprio quello a cui mi ero appassionata nella prima: il detective Hwang Jun-ho. Caratterizzato precedentemente da intuito e iniziativa, soprattutto nelle ultime puntate qui è apparso sottotono, non riuscendo a leggere situazioni che per lo spettatore risultano ovvie.
Nonostante questo, Squid Game 2 risulta essere un buon drama che riesce a mantenere la giusta dose di tensione fino alla fine.
Il regista Hwang Dong-hyuk, in questa seconda parte della storia, si concentra meno sui giochi all’interno dell’isola, ma ci regala una rappresentazione della società capitalista molto chiara: la competizione si fa sempre più grande e il divario fra ricchezza e povertà non diminuisce, anche perché i ricchi non vogliono che diminuisca, dopotutto, questo divario per loro risulta alquanto comodo.
Lui non dà risposte, non è il suo intento e lo ha sottolineato più volte. Vuole solamente rappresentare la società e spingere il pubblico a domandarsi se questo è proprio quello che vogliamo.
Ma forse un piccolo messaggio ce lo ha lanciato: Gi-hun continua ad affrontare i giochi a modo suo, aiutando il prossimo e avendo fiducia nelle persone.
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? Reseña Detallada – El Juego del Calamar Temporada 2 (2024)
🔍 Reseña Detallada – El Juego del Calamar Temporada 2 (2024)⭐ Calificación: 8.0/10
Género: Thriller psicológico, crítica social, evolución moral
Temporada de evolución emocional y expansión de universo.
🎯 Opinión personal:
Me gustó igual que la primera, pero por razones diferentes. Esta vez no solo se trataba de los juegos, sino de ver cómo las personas cargan con las secuelas. Fue más introspectiva, más pesada emocionalmente, porque no solo hay muerte, hay traumas, decisiones difíciles y lealtades rotas.
Siento que esta temporada nos dejó conocer más trasfondo de otros personajes y mostró nuevas caras del sistema. No todo era Gi-hun, y eso lo agradecí.
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💫 Personajes que brillaron:
Una jugadora nueva (tipo madre soltera) que te rompía el corazón con cada decisión.
Un joven que entra por razones nobles y termina destruido por la lógica del juego.
Gi-hun empieza a mostrar un lado más oscuro, más frío. Y lo entiendes.
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🎮 Juegos memorables:
1. Reloj de arena inverso: tenías que eliminar a otros pero sin que te vieran. Muy tenso.
2. Juego de palabras mentales: parecía fácil pero jugaba con los recuerdos de los participantes.
3. Juego de la soga, versión avanzada: ahora con traiciones inesperadas.
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🧨 Lo mejor:
Más psicológico que físico.
Te hacía cuestionar tu empatía.
Nuevas reglas y estructura dentro del juego (como alianzas).
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😢 Lo difícil de ver:
Más muertes injustas.
La desesperación emocional.
Ver cómo las personas cambian por sobrevivir.
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🧠 En resumen:
Una temporada que profundiza, no repite. No es tan impactante visualmente como la primera, pero emocionalmente puede que duela más. Aquí los verdaderos enemigos no son los juegos… son los humanos.
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De onde menos se espera, é daí que não sai nada mesmo
O que dizer de Gi Hun, um homem que desde o primeiríssimo jogo conta apenas com a sorte e o acaso para sobreviver? É claro que ele voltaria ao jogo, é claro que ele faria o mínimo de sinapses possível, é óbvio que ele JAMAIS perceberia que o jogador 001 está de alguma forma envolvido com o jogo. Nesse sentido: enredo PERFEITO! Achei muito fiel à história contada antes e à necessidade de dar uma continuidade ao ganho de milhões da Netflix.Tendo dito isso, o que não precisava era que a história continuasse. E só por isso, e pelo fato de ainda precisar esperar mais dois meses pelo final de uma história que não precisava de final, eu não posso dar nota 10. Mas se não fosse isso, continuaria sendo um dos meus dramas de ação favorito.
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Jogos mortais e drama humano: quem sobrevive quando verdades surgem?
Seong Gi-hun / Player 456 (Lee Jung-jae) – retorna à arena determinado a destruir o sistema que destruiu vidas.Front Man / Hwang In-ho (Lee Byung-hun) – inimigo sombrio que retorna carregando o olhar de quem sabe demais.
Hwang Jun-ho (Wi Ha-jun) – o detetive que sobreviveu e ainda busca justiça pelo passado.
No-eul (Park Gyu-young) – guarda sharpshooter e nord-coreana fugindo do passado, entra no jogo em busca do filho.
Lee Myung-gi / Player 333 (Im Si-wan) – influenciador de criptomoedas cujos conselhos arruinaram vidas.
Park Yong-sik & Jang Geum-ja . (Yang Dong-geun & Kang Ae-sim) – mãe e filho unidos na arena por dívida e honra.
Choi Su-bong “Thanos” / Player 230 (T.O.P) – figura carismática e perigosa que manipula com palavras e drogas.
Outros: Dae-ho (Kang Ha-neul), Gyeong-seok (Lee Jin-uk), Hyun-ju (Park Sung-hoon), Jung-bae (Lee Seo-hwan), Jun-hee (Jo Yu-ri), Nam-gyu (Roh Jae-won), Young-mi (Kim Si-eun)
Gi-hun volta ao jogo com a missão de exorcizar seus próprios demônios e parar a competição.
Novos jogadores representam as facetas modernas da desilusão — de influenciadores a mães desesperadas.
A temporada estreou em 26 de dezembro de 2024, com 7 episódios. Recorde de estreia da Netflix em audiência global.
Final em cliffhanger: revolta falha, Gi-hun preso novamente, e cenas pós-créditos prometem mais surpresas na temporada 3 (junho de 2025).
Comentários mistos: fãs divididos entre críticas ao ritmo e elogios pela construção dramática e suspense distópico.
Quando quem já sobreviveu tenta derrubar o sistema... o jogo se torna psiquiátrico.
Quem realmente está preso, os jogadores ou os fantasmas que carregam?
A verdadeira guerra não é contra o sistema
e sim contra o que ele fez de nós.
"Quando a revolta falha, o silêncio se torna a nova prisão."
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Esclarecedor em algumas partes, mas precisava?
Não sei se são invenções da minha cabeça, mas eu lembro que quando lançou a primeira temporada e ficou bem popular, deixaram claro que não ia ter sequência, haviam comentários até que se eles fizessem uma sequência, que de início nem é planejada, ia ser hipocrisia com o sentido da série, no sentido de fazer o que faz só pelo dinheiro, e quando ela foi anunciada eu fiquei "ué?" e não botei muita expectativa para o que ia virTalvez com essa baixa expectativa essa temporada tenha me agradado, assisti tudo muito rápido, achei viciante, não tão emocionante como a primeira (inclusive teve cenas que acho que eles queriam forçar impacto, mas achei uma tentativa falha), e o que eu mais gostei é que a temporada dá algumas respostas ou pelo menos pistas de significados de questões que ficaram totalmente abertas na primeira temporada, e não tenho (quase) nada contra finais abertos no sentido de fazer quem está assistindo querer continuar pra próxima temporada, mas acho que aqui eles fizeram isso totalmente errado porque pareceu um fim de episódio no meio da temporada, teve nenhum "desfecho", se o que vão lançar daqui pra frente se chamasse "temporada 2 parte 2" ok, mas não funciona como uma temporada fechada na minha opinião
Outro ponto que não gostei muito foi o complexo de "perigoso" que botaram no Gi Hun que ficou parecendo protagonista de série teen edgy, achei meio vergonhoso, e uma e outra coisa mais pro meio ou final da temporada que não vou pontuar porque não quero ficar escrevendo spoiler
Enfim, não é tão boa quanto a primeira, mas dá pra se empolgar assistindo e esperar ansiosamente pela sequência que já foi confirmada
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