Você se sente flutuando
Fazia tempo que eu não dava nota máxima num drama, mas me senti obrigada a fazer isto, pois este título não merece menos do que todas as estrelas disponíveis. É difícil encontrar uma obra que te encante em basicamente todos os aspectos, há sempre algo que pode não agradar muito, pode ser um dos protagonistas, pode ser a pobreza de detalhes, pode ser uma trilha sonora cansativa, mas aqui não há nada disso. Temos o conjunto completo de satisfações.Vou separar por tópicos pra ficar mais fácil:
---Cinematografia, fotografia:
Parece até que queriam pintar um quadro em forma de drama. Os cenários são maravilhosos, cada quadro parece uma pintura, é lindo de ver. As cartelas de cores usadas são muito lindas, trazem uma sensação de nostalgia e romance. A fotografia é relmente um detalhe que não vai passar despercebido por ninguém, enche nossos olhos e a gente se sente relaxado assistindo. Pra quem acaha que fotografia não importa muito, este drama te deixa nocauteado provando o contrário a todo instante. É magíco.
---Trilha sonora:
Uma das primeiras coisas que chamam a nossa atenção é com certeza a trilha sonora. Atípica, com muitas músicas em inglês,
um gênero musical de chill out em cenas que harmonizam perfeitamente. Há também uma premissa vintage, retrô musical, que se encaixa muito bem em cenas iluminadas pelo sol saudades pelo frescor do mar. Há também algo mais sensual, combinando muito bem com cenas onde há certa tensão sexual entre o casal. Parece que as músicas dançam com a cena, ou é a cena que dança com a música, você nunca saberá porque estará totalmente submerso. É incrível.
---Química entre o casal:
O casal tem muitas diferenças, em idade, estilo de vida, entre outras. Contudo, são duas almas de artistas que se encontram e se harmonizam, se conhecem devagar, se encantam. A construção deles não é muito apressada e nem muito devagar, é no tempo certo. Uma coisa que eu amo de ver, porém é difícil de encontrar, é quando as interações entre o casal são mais sensíveis, mergulhando em camadas, sem se resumir apenas a fatos e superfícies. E é gratificante ver que essa maravilha acontece aqui. Há muitas cenas com trocas de olhares, diálogos pertinentes, tensão sexual. Claro, pessoas maduras agindo com maturidade, até que enfim né? kkkkk. Eu me apaixonei demais por esse casal, tem um monte de cenas lindas entre eles, beijos de verdade, mais intimidade que o de costume (nos dramas). Já é um dos meus preferidos dos dramas.
---Enredo:
Como já mencionei, é tudo no tempo certo. Não será difícil que a gente se sinta ansioso por um fato que deve acontecer, mas após os acontecimentos é que entendemos a necessidade do tempo ter sido diferente. A trama não te deixa confusa, a narrativa é leve e fácil de acompanhar, um enorme potencial para maratona. A história é delicada, floral, calorosa como o verão, fresca como uma brisa, sem negligenciar seu drama necessário, nem dispensar algumas doses de humor.
O final me pareceu algo aberto a interpretações, ou não. Mas, pra variar, foi lindo.
---Atuações e outras personagens:
O destaque é com certeza pra quem mais precisava se destacar né, o casal principal. Eles foram ótimos, o Jerry eu sei que atua muito bem e Xu Ruo Han me surpreendeu. Eu a vi em outro drama e ela foi satisfatória, mas neste drama eu a achei incrível. Além de linda e fofa, sua interpretação foi impécável, a personagem parece que foi feita especialmente para ela.
Falando em personagens secundárias, a mãe da He Ran é um destaque positivo também. Há ao menos umas duas cenas com ela que me deixaram bem emocionada. Com o tempo, você a entende mesmo sem concordar com tudo, e personagens assim são necessárias, é o tipo que eu adoro acompanhar.
O rival do Xiao Han passa longe de ser um rival, zero chances kkkk. Honestamente, ele dividiu meus sentimentos, porque às vezes eu o achava um pé no saco sem noção e sem amor próprio, e outras vezes eu estava com pena e pensando se a He Ran não era muito maldosa com ele. Enfim, ambos tem seus pontos. A relação entre ele e a mocinha é de amigos de infância, e talvez ele tenha desenvolvido uma espécie de dever com relação a ela, de querer fazê-la feliz e de achar que é o homem destinado a isso. Mas não é. A gente aprende com ele que nunca é sobre tempo né, e sim sobre a pessoa ser simplesmente A pessoa.
---Conclusão:
Nem vou me prolongar mais. Apenas assistam. Se você está buscando algo em suma romântico, refrescante, gostosinho, uma vibe um tanto retrô, um colírio para os olhos e bálsamo pra sua ansiedade, este é o drama perfeito. É imersivo. Você se sente numa viagem de férias para algum lugar paradisíaco. Absolutamente recomendável.
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Uma verdadeira jóia encontrada!
Sinceramente, esse drama excedeu as minhas expectativas. Quando eu comecei a assistir não tinha ideia de que havia encontrado uma jóia!Se destaca entre todos os outros dramas, um dos melhores!
- Cinematografia
Desde o início eu percebi que a fotografia, a filmagem e direção não eram só mais do mesmo ou qualquer coisa. Eles acertaram em cheio! Sabiam o que tinham que fazer e o fizeram com excelência. Todo o conceito das cenas é muito bem explorado nos envolvendo na história profundamente e marcando uma identidade própria no drama. Desde a abertura e todo o clima de vila China anos 90, a forma como as cenas são filmadas, a forma como tudo é feito para nos passar o sentimento da cena, nos faz compreender e amar o conceito dessa obra. Envolvente e viciante, é muito talento envolvido.
Esse não é só mais um drama para entreter as massas, é artístico. Parabéns aos diretores e a todos os envolvidos!
- História
Não sei como vou assistir outra coisa agora sem comparar com o quão profundo e tocante foi esse drama. É tudo muito bem colocado e explorado, e não há aqueles momentos que às vezes encontramos em outras obras em que olhamos e pensamos "Nossa que tosco", e eu me senti aliviada por isso. O que me pegou muito desde o primeiro episódio é que tudo é passado de uma forma que entendemos e sentimos muito bem a história que os personagens estão vivendo, parecendo até que estamos passando por isso junto com eles. É incrível como em todos os episódios eu sentia borboletas no estômago e diversas emoções. Ao longo dos episódios felizmente não encontramos clichês toscos sem sentido ou mal construídos, é tudo abordado de forma inteligente, profunda e equilibrada entre a ficção e a realidade. Obviamente não vou falar o que acontece no final, só direi que se você está com receio de assistir por conta dele, não tenha medo! É feliz e lindo apesar de abrir espaço para interpretações sobre o que aconteceu, eu sou uma pessoa que odeia final triste e felizmente não passei por esse problema em The Forbidden Flower. Esse drama vale muito a pena.
- Personagens
Os personagens foram escritos de forma muito bem construída e inteligente. Realmente parecem pessoas reais, tomando atitudes de pessoas reais e que podemos compreender bem. Essa é a primeira vez que eu fico tão satisfeita com uma protagonista feminina, geralmente, em outros dramas elas sempre possuem uma característica ou outra que acho irritante, chata ou cansativa. Mas a protagonista Hu Ran me impressionou pelas sua inteligência, sagacidade, persistência, força, coragem e vontade de viver. Ela sabe o que quer e irá atrás disso. O que me impressionou pois ela é tão jovem e por certas circunstâncias não teve tanto contato com o mundo, e mesmo assim é tão madura nesses aspectos, mais tarde eu entendi que o que ela passou a fez crescer mais forte. Além disso ela fugiu completamente do clichê de protagonista bobinha e ingênua. Ela se tornou minha protagonista feminina favorita!
O protagonista masculino Xiao Han é extremamente interessante e cativante, me capturou por completo desde o início. Desde a sua caracterização, comportamento, sua vida, sua personalidade e o mistério que ele exala. Me tornei obcecada em conhecer cada vez mais sobre ele junto com a Hu Ran. Além disso, o seu coração íntegro e suas virtudes são admiráveis. Ele é uma pessoal fiel e amável, além de ser muito forte e ter muito respeito pelos outros.
Hu Ran e Xiao Han se deram tão bem, mas tão bem como casal que era lindo de ser ver. Além disso a química e a dinâmica entre eles foi simplesmente insana! Muitas "Borboletas no estômago", o amor deles é admirável.
- Atores/Atuação
Fiquei impressionada com o quão boa era a atuação desse elenco, muito satisfatório! Eu espero que os atores me façam acreditar que a história é real, que eles dêem vida aos personagens e me levem para outro mundo. Os atores fizeram um ótimo trabalho ao encarnar os personagens.
Me tornei fã da atriz Ruohan Xu que atuou o papel da protagonista. Foi tão satisfatório e credível a forma que ela encarnou a personagem que me peguei diversas vezes repetindo as cenas para ver novamente sua atuação, ela é realmente talentosa e fez um excelente trabalho em interpretar a personagem.
Jerry Yan foi magnífico ao dar vida ao personagem! Não consigo imaginar qualquer outro ator no lugar dele. Era simplesmente cativante e viciante toda vez que ele aparecia, eu sentia um furacão de emoções junto com a protagonista. A forma com ele atuou o protagonista masculino também foi um dos grandes motivos de eu gostar tanto desse drama. Espero que futuramente Jerry Yan e Ruohan Xu realizem diversos outros trabalhos pois eles foram magníficos. Além disso a atuação como casal deu mais que certo, foi apaixonante e arrebatador.
Também fiquei impressionada com a atuação de Huang Yi no papel da mãe poderosa de Hu Ran. Ela é extremamente talentosa e era perfeita para o papel, uma atuação marcante e fabulosa.
- OST
Eu simplesmente estou obcecada com está OST e escuto todo dia. Eu esperava tudo menos uma OST como essa! Me pegou completamente desprevenida e elevou as cenas a outro nível transcendente. Essas músicas foram perfeitas para seus propósitos, passando muito bem o humor de The Forbidden Flower e me levaram a outro mundo, eu tive sentimentos que nem sabia que era capaz de sentir. Geralmente nos dramas tem cerca de duas ou três músicas que se destacam como as melhores entre as outras, mesmo quando toda a trilha sonora é muito boa. Porém, na OST desse drama várias músicas se destacaram fortemente de tão boas que são, eu simplesmente não consigo escolher uma favorita. Só quero ficar o dia inteiro escutando essas músicas e tenho certeza que não vou enjoar.
Agora não sei como vou assistir qualquer outra coisa sem comparar com The Forbidden Flower. Eu simplesmente quero que todos os diretores, roteiristas, artistas e responsáveis por cada parte da produção desse drama se juntem novamente e façam um drama tão bom com The Forbidden Flower. Por favor, ouçam esse humilde pedido de todos os fãs de The Forbidden Flower!
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Um Amor proibido
gente… que drama lindo, intenso e cheio de sentimento! É impossível não se envolver com a história — ela tem um toque poético, sensual e melancólico ao mesmo tempo, daquele tipo que te deixa pensando por dias.A química entre os protagonistas é absurda! Cada olhar, cada toque, cada conversa parece carregar mil emoções. É um relacionamento que vai muito além da aparência ou da idade — é sobre conexão, cura e a forma como duas almas quebradas conseguem se encontrar.
O personagem principal tem aquele ar misterioso, maduro e meio solitário que te faz querer entender o que ele carrega por dentro, enquanto ela tem uma pureza e uma coragem que vão crescendo conforme a história avança. A maneira como um desperta o outro é simplesmente linda de ver.
A fotografia do drama é uma obra de arte — tudo é quente, cheio de luz suave e cores que refletem a paixão deles. E a trilha sonora? Perfeita. Cada música combina com o clima da cena, deixando tudo ainda mais envolvente.
A Flor Proibida não é só um romance, é sobre recomeços, sobre se permitir sentir e sobre como o amor pode florescer mesmo nas situações mais improváveis. Terminei o drama completamente encantado — e com o coração apertado, do melhor jeito possível.
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Uma química absurda e uma trilha sonora impecável
NÃO DEIXE DE LER!Esse dorama já começou MUITO bem. Me fisgou desde o início e eu fiquei completamente apaixonada pelas músicas do dorama.
Eu confesso que tive que reescrever essa crítica. Esse dorama fez algo inédito na minha vida. Eu terminei de assistir e dei uma nota mais baixa. Mas se passaram os dias e eu percebi que esse dorama não saia da minha cabeça. Eu fiquei intrigada com isso. Comecei a ver os bastidores e as cenas deletadas no tiktok, Reddit, YouTube.
Eu não sabia onde eu tinha me metido. Sim, eu fiquei dias e dias só procurando vídeos desse dorama. Se você está lendo essa crítica, POR FAVOR, VÁ ASSISTIR TODOS OS VÍDEOS DE BASTIDORES E CENAS DELETADAS QUE ENCONTRAR. É um dorama a parte. A química do casal principal não é quente só entre os personagens, mas sim entre os próprios atores. Eu estou simplesmente obcecada por Jerry Yan e Xu Ruohan juntos! ❤️🔥
Depois dessa descoberta, fui assistir o dorama pela segunda vez. E eu tive uma percepção completamente diferente da primeira. Eu gostei mil vezes mais da segunda vez. Entendi algumas coisas que eu tinha deixado passar e percebi alguns detalhes que mudaram toda a minha visão da história.
Dito isso, vamos falar da química. QUE QUÍMICA É ESSA?
Aquilo é pura explosão de sentimentos, tensão sexual, amor, carinho e o resultado de uma cumplicidade foda entre os atores. E isso é perceptível nos bastidores (eles de mãos dadas assistindo um take de gravação me derreteu de amores 🥹). Eu juro que é até impossível não shippar eles na vida real. Sorry 🤭♥️
E aquela trilha sonora?? IMPECÁVEL. Eu já baixei todas as músicas do dorama e estou escutando em looping. Uma das melhores que eu já ouvi, sem dúvidas.
Enfim, esse dorama é pura poesia. Tem uma vibe nostálgica (anos 80/90), paisagens belíssimas, sensibilidade, fotografia magnífica e deixou um quentinho no meu coração.
Eu com certeza indico esse dorama. VOCÊ PRECISA ASSISTIR ISSO! 🫰🏻
PS: Vou deixar aqui um link das cenas cortadas
https://youtu.be/sX7jEN6jE78?si=wSBEW86bhBWbXDFH
Momentos fofos nos bastidores
https://youtu.be/a1Lk0yT3r2M?si=QpPs0z4p0I_zBAlt
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This review may contain spoilers
Gostei!!
Confesso que no início fui ver esse drama sem muitas expectativas até me deparar com a beleza incomum de Xiao Han ( Jerry Yan). Não conhecia o trabalho dele. Fiquei curiosa e depois hipnotizada. As cenas românticas são lindas, as OST são maravilhosas, o casal tem muita química e o cenário é estonteante. Foi uma ótima surpresa e indico para assisti-lo. Virei fã dele! Kkkkk... veja o porquê assistindo ao drama.Was this review helpful to you?
Quando la buona fotografia non sostituisce la sceneggiatura....
Mi adatto al tono che viene usato per descrivere(o forse proporre?) questo lavoro: un'esperienza quasi mistica. Riuscire a trasformare 24 episodi in un unico, interminabile rallenty è un'impresa che merita rispetto, si deve dire. Dopo averlo visto, ho rivalutato Lezioni di piano, dove Jane Campion riesce a creare più tensione con un dito che sfiora un tasto del pianoforte di quanta The Forbidden Flower ne costruisca in 24 episodi.La serie promette un "erotismo raffinato e rivoluzionario" 🤣. Dopo averci mostrato una protagonista che si "accende" durante uno shampoo (bada bene, c'è solo un frame che mostra il movimento miracolistico di lui con i polpastrelli dietro le orecchie) , mente sulla propria età, manipola chiunque pur di inseguire il protagonista e invade sistematicamente ogni suo spazio, ci prepara finalmente al momento tanto atteso: un bacio di pochi secondi, fotografato come se fosse l'evento romantico del secolo. Evidentemente, il resto dell'erotismo è solo proposto con quache frame sparuto qua e là per farvi arrivare all'episodio 9.
La fotografia è molto buona. Così buona da tentare disperatamente di convincerci che sotto quei controluce dorati, quei verdi ipersaturi e quei tramonti perfetti si nasconda una sceneggiatura altrettanto luminosa. Non è così! Una bella confezione può valorizzare un buon prodotto ma non può riempire una scatola vuota.
I personaggi sono costruiti con un'economia narrativa encomiabile.
Lei ruota quasi esclusivamente attorno a lui. Lui, invece, attraversa la serie con la determinazione di una pianta ornamentale: non decide, non reagisce, non conduce mai davvero la relazione, prima fissa , poi ridacchia. Se l'intento era rappresentare un uomo combattuto, il combattimento si è svolto interamente fuori campo.
Anche il conflitto con la madre avrebbe potuto essere interessante. Peccato che madre e figlia finiscano per assomigliarsi più di quanto la serie sembri rendersi conto: entrambe controllano, manipolano, mentono e cercano di imporre la propria volontà sugli altri. La differenza è solo anagrafica (piccole cougar crescono).
Poi arriva il finale. Tragedia. Lacrime. Fiori. Voce fuori campo. Ma una tragedia nasce quando il pubblico sente di perdere qualcuno che ha imparato a conoscer, non c'è alcuna progressione drammatica.
Straordinarie interpretazioni: è raro vedere un protagonista maschile così fedele alla propria cifra espressiva, la mantiene identica per tutta la serie. Lei, invece, trasmette perfettamente il concetto di "voglio quest'uomo a ogni costo", tuttavia il perché non si sa.
La madre, infine, ci ricorda che anche il melodramma più acceso può sempre essere recitato un po' più sopra le righe (non credo di aver mai visto un'attrice così priva di doti o talento).
La protagonista è la migliore, persino di un attore di 46 anni che dovrebbe avere esperienza, fascino, magnetismo ma tutti lo osannano perché con la canotta sta davvero bene, dimenticando che un uomo di quell'età dovrebbe quanto meno lasciare il segno con i dialoghi, o la profondità emotiva di chi ha vissuto davvero (e invece zero).
La protagonista pur essendo un po' migliore rispetto al resto del cast manca di naturalezza e propone una certa artificiosità, quando corre nel vicolo sotto la pioggia cade, due volte, e in entrambe le volte si vede proprio che non inciampa bensì si getta a terra da sola.
Nell'episodio 9 quando crolla dal sonno con una pianta in grembo si appoggia sulla spalla di lui (prima piano come se il sonno la prendesse, poi di colpo si getta in un movimento che puzza di studiato in modo pazzesco).
Rimangono una fotografia di alto livello, un paio di belle inquadrature e tanta estetica.
Il problema è che il cinema, e la televisione, non sono album fotografici.
ULTIMO APPUNTO: LA MALATTIA
La protagonista ha una malattia che, a giudicare da ciò che vediamo, sembra curarsi a colpi di tonici e passeggiate romantiche. Corre, salta, prende pioggia, mare e sole come se avesse una lieve anemia, salvo ricordarsi di essere gravemente malata quando la sceneggiatura ha bisogno di un colpo di scena. Non funziona così.
Ho visto persone morire di quel male... (capitoli tristi della mia vita ma conosco benissimo la condizione). So bene che ogni paziente è diverso, ma qui la malattia appare più come un espediente narrativo che come una condizione vissuta. Se vuoi costruire una tragedia, devi convincermi che quella tragedia esiste anche prima dell'ultimo episodio.
Esempio: in Marry My Husband il deterioramento fisico non è un dettaglio estetico, entra nella recitazione, nella postura, nello sguardo, nel trucco. L'attrice appare progressivamente emaciata, pallida, debilitata. Non serve trasformare ogni malato in uno scheletro, ma serve dare peso alla malattia. Qui, invece, sembra che vada e venga a seconda del bisogno della sceneggiatura (se non hai capito il tipo di condizione o morbosità scrivi in pvt che non voglio spoilerare).
📸 🌅 Devo riconoscere un merito alla serie: alcuni frame e riprese dall'alto (probabilmente con droni) sul mare sono davvero suggestive. In più di un'occasione, lingua a parte, ho avuto la sensazione di trovarmi davanti a una produzione thailandese. La fotografia sfrutta molto bene la costa tropicale, la vegetazione e la luce naturale, regalando immagini di notevole impatto visivo. È probabilmente l'aspetto migliore dell'intera opera.
APPROFONDIMENTO TECNICO : 🎞️
Dal punto di vista formale, il drama sembra l'equivalente audiovisivo di un profilo Instagram perfettamente filtrato. La regia punta tutto sulla seduzione dell'immagine: controluce costanti, profondità di campo ridottissima, bokeh, tramonti dorati, rallenty e un color grading esasperato che porta verdi, gialli e rossi a un livello di saturazione quasi irreale. È una scelta precisa, non un errore , l'iper-saturazione serve a trasformare la realtà in un ricordo idealizzato, una dimensione sospesa in cui la vita appare più intensa proprio perché destinata a svanire (come contrapposizione). Anche il pesce che muore a livello simbolico anticipa, come mesto presagio, cosa aspettarsi in finale.
Il problema è che questa estetica finisce per combattere contro la storia invece di sostenerla.
La protagonista è affetta da una malattia che dovrebbe incombere su ogni scena, eppure l'immagine continua a esplodere di luce, colori e vitalità. Corre, prende pioggia, mare, sole, passeggia per ore, cade, si rialza, scorrazza ovunque e, a parte qualche capogiro strategicamente inserito quando la sceneggiatura si ricorda della malattia, sembra godere di una salute invidiabile. La fotografia sembra avere più paura di mostrare il decadimento fisico che di perdere credibilità narrativa.
Eppure il contrasto fra vitalità visiva e morte imminente avrebbe potuto funzionare: il cinema usa spesso il colore come contrappunto emotivo ma, perché questo accada, il contrasto deve generare tensione, non cancellare il problema.
La simbologia, poi, viene ripetuta fino allo sfinimento. Fiori ovunque. Lei dipinge quasi esclusivamente fiori in boccio, lui è un orticoltore, la casa è invasa da piante, ogni inquadratura sembra voler ricordare allo spettatore che il fiore rappresenta la femminilità, il risveglio del desiderio, la fioritura sessuale e il passaggio dall'adolescenza all'età adulta. Il simbolo, però, funziona quando viene dosato. Se viene ripetuto ossessivamente, smette di essere simbolo e diventa ridondante didascalia, non sostenuta dalla sceneggiatura perché di maturità in lei non ne ho vista molta.
Lo stesso vale per il continuo richiamo all'arte. La serie sembra voler attribuire un'aura artistica a ogni quadro dipinto dalla protagonista ma le opere che vediamo sono sorprendentemente anonime. È come se bastasse inquadrare una tela, un fiore e una tavolozza per evocare profondità. L'arte, però, non è un elemento scenografico: dovrebbe raccontare qualcosa del personaggio, della sua evoluzione, del suo sguardo sul mondo. Qui rimane un accessorio decorativo, proprio come gran parte dell'impianto visivo.
Alla fine resta la sensazione che la regia confonda continuamente l'estetica con la profondità.
LEGGI QUI:
E ora mi rivolgo direttamente a te che stai leggendo! Sì, proprio a te che hai dato 9 a questo drama perché ti hanno venduto l'idea di un'opera "erotica" e ti sono bastati due baci e qualche rallenty in controluce. Il paradosso è che, alla fine, è persino più casto di molti altri c-drama realizzati sotto censura.
1) Quando assegni un 9 a una sceneggiatura del genere, fai un torto a quelle opere costruite con personaggi sfaccettati, dialoghi memorabili e una scrittura cesellata scena dopo scena.
2) Quando lo paragoni a Lolita, non stai rendendo omaggio a Nabokov: stai banalizzando un romanzo in cui la tensione nasce dalla lingua, dalla manipolazione, dall'ambiguità morale e da una raffinatezza stilistica che riesce a evocare il desiderio con una singola figura retorica. Qui, invece, HAI SCAMBIATO il rallenty ipersaturato con la profondità.
3) E quando mi parli di "erotismo travolgente", mi viene il dubbio che tu non abbia mai visto un vero film erotico. Se vuoi un punto di partenza, prova "L'amante" di J. J. Annaud. Scoprirai che l'erotismo non nasce da una ragazza che stringe le cosce durante uno shampoo ma da una regia che sa costruire desiderio, tensione e sottotesto.
Lezioni di piano, L'amante di Lady Chatterley, L'amante di Annaud e qualche decennio di cinema erotico a seguire ha dimostrato come il desiderio si costruisca con la scrittura, non con il color grading.
Le musiche? Gradevoli ma una , non vi siete neanche accorte, che è la colonna sonora del kdrama while you were sleeping, viva l'originalità!!!
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Il film più bello
ieri me lo sono visto da quando l'ho letto tutto in una sola volta senza interruzioni. Ho finito stanotte non potevo smettere 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣Confermo. Storia come ne capitano poche. Bellissima. Le lacrime si sprecano. Il personaggio dell'amico d'infanzia l'ho adorato ogni sua entrata in scena ridevo da sola. Un comico nato forse non lo sa nemmeno lui. Ma quando c'è stata la scena all'ospedale senza spoiler me la devo rivedere perché troppo 🔝.
Il ragazzo designer... Bello come pochi...il vero bello della trama per me. Anche lo zio. Chi ha scritto i personaggi merita una lode perché sono tutti molto intensi.
Qualcuna ha parlato della fotografia... Tutte e 24 le puntate sono una cartolina. Uno screensaver... Come se ti accompagnassero con le immagini.
Per ultimo ma non ultimo i suoni e le musiche.
🔝🔝🔝 Perfette. Perfetta la musica classica perfetto il pianoforte in sottofondo e Perfette le musiche locali.
Non c'è nulla di sbagliato forse avrei voluto vedere lei in America con le cure ma immagino sia stata una scelta dello sceneggiatore 🩵
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Un po' una delusione!
Ero curiosa di questo c-dramma valutato così bello però sinceramente sono rimasta delusa. La storia è profonda e un po' diversa ma lento lento da matti questo dramma ho fatto fatica ad arrivare alla fine che poi mi ha deluso moltissimo.Loro carini tra alti e bassi, lei una ragazzina malata ma con uno spirito e volglia di vivere notevoli lui più adulto e più riservato ma alla fine si innamorano e questo è bello ma poi si lasciano poi tornano insieme e poi il finale triste. Molti momenti belli ma poi si conclude tutto così.Dopo la lentezza del racconto avrei voluto un finale degno.Poi la storia parallela della madre di lei avrei voluto forse vedere di più già che c'era ma niente anche lì.
Li do un buon voto solo perché la storia è profonda e l'ambientazione, fotografia,scenografia è davvero notevole.Anche gli attori sono stati bravi.
Se dovessi raccomandarlo lo farei solo a chi ha voglia di una storia di vita un po' triste ma sinceramente non credo lo rivedrei.
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Un melodramma visivo splendido, tra l'assoluto dell'amore e i limiti della censura.
La storia esplora un amore totale, assoluto e trasfigurante che, nonostante un incipit che richiama le dinamiche della Lolita di Nabokov, si trasforma nel ritratto di un legame capace di rendere un uomo completo per la vita. Al centro del racconto c'è una sensualità vissuta come pura forza terapeutica e vitale, espressa attraverso una comunicazione erotica fatta di tocchi, voci e natura.Punti di forza
Alchimia straordinaria: Il magnetismo di Jerry Yan e la recitazione istintiva di Xu Ruo Han creano un'intesa formidabile che buca letteralmente lo schermo.
Impatto visivo e sensoriale: L'opera si impone come un viaggio indimenticabile, rivoluzionario per gli standard asiatici nel modo di mettere in scena la sensualità e l'erotismo.
Epilogo potente: Sebbene il percorso sia tortuoso, il finale riscatta l'intera opera elevandola a una vera e propria tragedia lirica di grande impatto emotivo.
Punti critici
Ostacoli della censura: La fluidità del racconto viene purtroppo congelata e penalizzata dai classici tagli puritani della censura televisiva.
Involuzioni della sceneggiatura: Nella parte centrale, la scrittura cede il passo ai soliti cliché e a sottotrame ripetitive che richiedono una buona dose di pazienza da parte dello spettatore.
Considerazioni finali
Un viaggio sensoriale imperfetto, ma visivamente ed emotivamente indimenticabile. Un'opera che, nonostante i limiti strutturali, lascia un segno profondo.
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the forbidden flower
Para começar: esse drama nunca que deveria ter 24 episódios!! Na metade do caminho não tem mais história a ser contada e o foco fica nos secundários, dos quais a única que """salva""" é a mãe da protagonista e o romance dela com o bonitinho.Pela primeira vez na minha vida, eu assisti algo em velocidade aumentada, porque não aguentava mais a enrolação. No final, nem consegui me emocionar. Não me apeguei aos personagens, e ainda passei foi raiva com as atitudes mimadas da He Ran, o Xiao Han é um banana, que só fica "ok" nos últimos episódios. Apesar dele falar que se apaixonou por ela desde o começo, a sensação que dá é que ele foi vencido pelo cansaço.
A questão da diferença de idade também me agoniou um pouco, ainda mais com ele se referindo a ela como "criança" ????? Resumindo: só ladeira abaixo.
Os pontos que gostei foram: a OST perfeita e a construção da história com as estações verão e inverno --> isso foi bem bonito e se todo o resto ajudasse teria sido um drama lindo.
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