Jin Seon Kyu to reunite with 2PM's Lee Jun Ho in 'Typhoon Boss' - Português (Brasil)
- Arabic
- Русский
- Polski
- Título original: 애마
- Também conhecido como:
- Roteirista e Diretor: Lee Hae Young
- Gêneros: Comédia, Drama
Onde assistir Madame Aema
Subscription
Elenco e Créditos
- Lee Ha NuiJung Hui RanPapel Principal
- Bang Hyo RinSin Ju AePapel Principal
- Jin Sun GyuKoo Jung HoPapel Principal
- Jo Hyun ChulKwak In UPapel Principal
- Hyun Bong ShikHeo Hyeok [Actor]Papel Secundário
- Ahn Kil KangPaul Ko [Costume designer]Papel Secundário
Resenhas
Confrontando os incômodos que as mulheres carregam até hoje
“Aema” não é só mais um drama; é um soco silencioso em um cotidiano que insiste em passar despercebido. Diferente dos k-dramas tradicionais, que conquistam com romance, reviravoltas ou estética impecável dos anos 80, este vai na contramão: incomoda desde o primeiro minuto. E não é por visual ou trilha sonora, mas por colocar sob a lupa os incômodos que acompanham mulheres há décadas e que ainda hoje insistem em existir.A narrativa é ousada, quase desconfortável, porque não deixa a plateia se acomodar. Cada personagem feminina traz nuances de frustração, desejo, resistência e conformismo, revelando o peso de padrões sociais, expectativas e limitações impostas desde cedo. O roteiro não oferece fuga fácil; não há finais bonitinhos ou soluções mágicas. Ao contrário, provoca reflexão constante: “Como ainda chegamos aqui?”
Se você procura um drama “necessário”, que contextualiza questões históricas, sociais e psicológicas da mulher, “Aema” entrega de forma contundente. É história bem contada, com camadas que pedem atenção e empatia, e reflexões que ultrapassam a tela e insistem em permanecer na mente. Imperdível, não pela estética, mas pela coragem de incomodar e fazer pensar.
Nota: 9/10 : Pelo impacto, relevância e coragem narrativa.
Esta resenha foi útil para você?
ONCE UPON A TIME IN CHUNGMURO
Madame Aema (1982) is a landmark in South Korean cinema. Released during Chun Doo-hwan’s authoritarian “3S Policy” era (Sports, Screen, Sex), it boldly tested the limits of censorship while becoming a commercial hit.Set in South Korea during the early 1980s, Aema follows the high-stakes world of Korea’s first erotic film, charting the journey of a seasoned star and an ambitious newcomer as they navigate a male-dominated industry rife with censorship.
Lee Hanee shines as Jung Hee-ran, a celebrated actress desperate to escape her sex symbol image, clashing with the manipulative producer Ku Jung-ho and director Kwak In-woo. Bang Hyo-rin’s Shin Ju-ae brings fire as a determined newcomer, whose ambition eventually leads her to forge an unexpected alliance with Hee-ran against systemic exploitation.
Visually, the series bursts with kaleidoscopic colors and audacious fashion, a stark contrast to the era’s typically somber portrayals. It foregrounds women’s solidarity while exposing the hidden suffering forced under patriarchal norms. Yet its message is paradoxically conservative: sexual desire is largely vilified, and only one character’s transactional sex is punished. The show favors energetic vignettes over historical accuracy, leading to caricatured characters and uneven tones, but it remains stylish and entertaining.
In essence, Aema is visually dazzling, thematically bold, and enjoyable, though its message and narrative clarity are somewhat muddled.
Esta resenha foi útil para você?













1
1







