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Essa não é exatamente uma review, é mais um desabafo sobre a minha experiência assistindo…
Comecei a assistir Veil of Shadows só para ver se era realmente o drama que eu estava procurando, e infelizmente não era. Mas, estranhamente, acabei gostando bastante.A química entre os protagonistas me fazia querer cada vez mais, principalmente entre Wu Shi Guang e Wu Wang Yan (meu casal favorito). Teve até um momento em que brinquei que, enquanto ela tentava seduzir ele, quem acabou seduzido fui eu.
O drama tem vários momentos que pegam de surpresa. Posso dizer com certeza que é uma história com plot atrás de plot, o que, para algumas pessoas, pode acabar deixando tudo meio confuso. No meu caso, as partes que me confundiram foram rapidamente explicadas, então não chegou a atrapalhar tanto.
Antes de finalizar, preciso comentar sobre a luta do Bai Ze contra Yuan Wu Huo… o que foi aquilo??? Não digo que foi ruim, mas era realmente necessário tanto efeito? Tanta gente querendo esponja de aço para comer e eles gastando tudo na luta kkk. Brincadeira à parte, achei bem exagerado, mas nada que prejudique a experiência.
E, por fim, os dois últimos episódios foram simplesmente cinema. A história começou com vários personagens e terminou com apenas três, e isso ficou ainda mais impactante com a sequência de confrontos e sacrifícios que foram acontecendo um atrás do outro. Cada decisão parecia ter peso real, e dava aquela sensação de que ninguém estava realmente seguro.
Sobre o final, confesso que me desagradou um pouco. Particularmente, eu teria preferido que todos morressem e não tivesse aquele “reset”. Se tem um tipo de final que eu não gosto, é aquele em que os personagens não se lembram do que viveram. Mas, ao mesmo tempo… eu amei.
“No matter how the universe, I will always be by your side.”
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Uma história pintada de ilusões em que cada personagem tem sua própria aquarela
Um c-drama que me chamou atenção pelo visual: as cores, os efeitos, o alto-contraste.
Transmite uma imagem de magia e misticismo que nos transporta para dentro da história.
É uma história também com muitos personagens, tantos que custei a entender que não são apenas um casal de protagonistas, mas sim dois – e talvez até um quinto protagonista, dependendo de como você ver isso.
Até entender isso eu achava que esses eram os protagonistas mais secundários de todos os dramas. Afinal, Ji Ling rouba a cena bem rápido. Ele realmente é um enigma como personagem, com seus momentos de alegria e inocência, ao mesmo tempo que momentos escuros e pesados. Seus pontos cinzas pintam o quadro sombrio perfeito com seu par romântico – uma raposa em espécie, sedução e, até mesmo, traição.
Roubaram a química, o enredo e os personagens.
Os personagens de Joseph Zeng e Chen Du Ling também tem seus encantos, gostei principalmente do momento em que viveram dentro do sonho, a forma como se envolveram, construindo uma cumplicidade, amizade e até família sobrepondo a atração física, deu um novo tom ao romance. Tudo isso sendo construído, é claro, com a sombra dos pesadelos da protagonista, que dão um sentimento de angustia e apreensão ao vê-los se envolver enquanto teorizamos o segredo pesado que ela esconde – uma fase bem agridoce, mas que aproveitei bastante.
A história se destaca principalmente pelos plot twists, pelo o que parece ser – mas não é, pelas histórias mal contadas e sonhos angustiantes. Assim como os personagens, quem assiste também não sabe em quem confiar, no que acreditar. Isso a série executa muito bem.
Por outro lado, a diferença entre o veneno e o remédio é a dosagem. E, em determinado momento, o amargor das reviravoltas deixou de ser benéfica e se tornou agressiva. Me perdi em alguns pontos, deixei se sofrer quando os personagens sofriam, deixei de acreditar em consequências para os personagens.
O sentimento era: ok, na próxima cena isso se revela como um sonho, ou uma ilusão ou de alguma forma será desfeito. E nisso, os roteiristas perderam a credibilidade do enredo. A dor dos personagens se torna falsa e pouco empática. E a série, perde um pouco de cor.
Contudo, ainda assim, VoS brilha. Todos os seus personagens – e são muitos – são complexos, ardilosos, possuem os próprios interesses, qualidades e defeitos. Cada um brilha a sua maneira. E, embora a primeira vez o personagem de Joseph possa parecer mais bruto e menos brilhante, parafraseando Shreya, é ele quem ancora todos os outros.
Para finalizar, em outro ponto concordo com Shreya. A história desde o principio sabe seu destino, sabe o propósito de cada personagem e sabe quem tem um longo caminho a percorrer. E é aqui que inúmeras histórias caem, se perdem, se tornam pálidas e rígidas. Mas VoS consegue nos levar por essa estrada muito bem.
Com calma, sutileza e precisão, somos levados pela história e, quando percebemos, fomos nós que mudamos o nosso jeito de ver e sentir a história.
Esse é um efeito raro e precioso, que VoS executa muito bem.
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Pensé que iba llorar, pero de hecho me divertí
Tenía el prejuicio con el director de que hace buenas obras, sí, pero tristes y dramáticas, así que creí que estaría llorando medio drama. No pasó eso.La historia es interesante, no se salva de todos los clichés porque ya me veía venir varias cosas, pero el desarrollo fué satisfactorio.
Entiendo perfectamente porque los protagonistas eran Wu Shiguang y Lu Wuyi, no solo por ser cuñados, sino porque fueron por caminos opuestos: Shiguang pensaba en la venganza, quería acabar con quienes creía que le quitaron a su familia, el Dios Dragón, y probablemente no tenía ningún otro objetivo posterior a ello; terminó ayudando a Ji Ling, siendo de los que más confiaban en él, apreciando sus sacrificios y tomando su lugar como defensor de mundo con un propósito para el resto de su existencia, y bueno, siendo él Dios Dragón. Lu Wuyi pensaba que tenía a sus hermanas, quería estar siempre con Wangyan y disfrutar los momentos simples; pero se terminó convirtiendo en el villano final, aunque contra su voluntad, haciendo que sus hermanas se tuvieran que sacrificar, incluso que Ji Ling también tuviera que sacrificarse para devolver el órden al mundo.
Al final no entendí si terminaron siendo humanos, tal vez gastaron toda su magia en abrir de nuevo el portal de la piedra, pero no es algo específico. Y Wangyan no recuerda nada de lo que pasó (entiendo que todas las misiones eran por Jiuying y en realidad no se conocerían sí no fuera por ello), incluso parece que Li Jie tampoco recuerda su descubrimiento de quién era él, quién es Ji Ling, Xizai y todo eso, tampoco se explica como Shiguang llega a ser el dragón sin esas complicaciones, aunque también supongo que sin la influencia de Jiuying puedo pasar antes de forma natural, pero entonces cómo conoció a Youchi...
Tal vez en la segunda temporada expliquen cómo se acomodaron las cosas de esa manera, aunque ya aprecio que haya un final feliz, y por lo menos Shiguang lo recuerda y Wangyan parecía dispuesta a recordar.
Y ya, la neta cada que decían zorra me reía, el coqueteó de la primera mitad igual me divirtió bastante, al final me entristeci por las muertes pero no alcance a llorar porque tenía la certeza de que eso se resolvería.
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O tipo de produção que eleva a régua
Veil of Shadows faz algo que produções estreladas raramente conseguem sem tropeçar feio: reunir um elenco numeroso e repleto de nomes de peso sem transformar metade dos personagens em decoração cara. Há aqui um trabalho admirável de distribuição dramática, dando tempo, função e dignidade narrativa a praticamente todos, o que por si só já seria digno de aplauso. Some-se a isso um espetáculo técnico de fazer certos dramas modestos parecerem ensaio escolar. Figurino exuberante, CGI robusto, cenografia ambiciosa, maquiagem cuidadosa e um enredo que sabe sustentar a grandiosidade visual sem virar vitrine vazia. É o tipo de produção que estraga o espectador, porque depois dela voltar para dramas de orçamento apertado exige boa vontade quase espiritual.Nem tudo, porém, escapa do excesso. O drama se entrega, com entusiasmo tipicamente chinês, a diálogos longos demais e a melodramas que, em certos momentos, mais testam a atenção do que aprofundam emoção, especialmente nas cenas românticas, onde a tentação de se distrair aparece sem cerimônia. Também chama atenção a atuação de Yan An, curiosamente aquém do restante do elenco, com expressões por vezes artificiais demais para um conjunto que opera em nível mais seguro, o que decepciona ainda mais considerando seu bom trabalho em Fangs of Fortune. Ainda assim, são ruídos pontuais em uma experiência amplamente vitoriosa. O final fecha com elegância e sem gancho barato para continuação, preferindo uma leitura quase fatalista de que o destino sempre encontra meios de cumprir aquilo que foi traçado, para o bem ou para o desastre, dependendo apenas do ângulo de quem observa.
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Un méli-mélo fantastique
Cette série est très surprenante par rapport au fait ou dès le départ on est perdu, c'est compliqué, faut suivre, les personnage sont très différents et en même temps se ressemblent beaucoup. tout au long de l'histoire on se perd plusieurs fois. par contre les effets les décors sont magnifiques les acteurs jouent très bien leur rôle leurs costumes et leur maquillage sont magnifiques. plusieurs moments j'ai fait une pause parce que j'étais essoufflé de l'histoire qui entre amour trahison mensonge et passion ne me donnez pas envie de voir la suite de suite. arrivé à la fin vous aurez tout comprisWas this review helpful to you?
Veil of Shadows: la excepción que confirma que a veces el coro sí puede cantar afinado
Hay dramas corales que son, en el fondo, una excusa para no comprometerse con nadie: se reparte el metraje como quien reparte limosna y al final no queda ni un personaje al que uno pueda seguir con devoción. Veil of Shadows debería haber caído en esa trampa. No lo hace, y ahí radica buena parte de su mérito.Empecemos por lo poco que chirría, que es agradecer el trabajo bien hecho sin regatearlo antes de repartir elogios. Joseph Zeng sigue interpretando con la flexibilidad expresiva de un gato de escayola de jardín: ya lo demostró en Feud y aquí repite ejercicio de rigidez, con la salvedad de que, en sus escenas junto a Wu Han, algo se le escapa —un parpadeo de más, una grieta— que casi podríamos confundir con emoción genuina. Casi. El hombre tiene, para su desgracia, un talento notable para parecer que está a punto de sentir algo.
Los escenarios, para qué engañarnos, cumplen sin deslumbrar: correctos, funcionales, sin la ambición artística de otras producciones del género. Donde la serie sí se juega el prestigio —y lo gana— es en la caracterización de sus personajes. El vestuario roza lo sublime, con una vaporosidad medida al milímetro, y el maquillaje y la peluquería exhiben un gusto impecable en cada aparición. Las jiǔwěihú —zorras de nueve colas— que pueblan la serie son, probablemente, las mejores que se hayan llevado jamás a la pantalla: hipnóticas de principio a fin. Y a esto hay que sumarle, para quien guste reconocerlo, un despliegue de rostros masculinos cuasi perfectos que parecen cincelados en mármol: no aporta nada al argumento, pero sostiene con dignidad los tramos en que los subtítulos —más o menos sangrantes según la plataforma en que se visione— traicionan la mitad de los diálogos a lo largo de veintinueve capítulos.
Los efectos especiales rozan esa misma elegancia sin caer en la ostentación gratuita que suele lastrar este tipo de producciones, salvo en contados momentos donde el movimiento pierde la naturalidad que el resto del nivel visual hace esperar. Las coreografías de lucha son trepidantes sin ser atropelladas: exigen rebobinar, no porque uno se haya perdido, sino porque hay demasiado detalle bien pensado como para captarlo todo a la primera. La banda sonora acompaña con la misma contundencia: los temas tipo mantra que puntúan los momentos épicos rivalizan con una partitura general que, aun ininteligible para quien no domina el mandarín, transmite con precisión quirúrgica la emoción de cada escena que ilustra.
El verdadero triunfo de la serie está en sus secundarios, esa tropa que en la mayoría de dramas corales sirve de relleno decorativo y aquí funciona como columna vertebral. No hay villanos propiamente dichos, salvo el antagonista cuyo único fin es el mal por el mal: el resto se resuelve en una elegante gama de grises que añade densidad a la trama. Ninguno es, en el fondo, un villano, sino un ser roto e incomprendido, y esa premisa sostiene emocionalmente a cada secundario, con arcos de redención que llegan justo donde eran necesarios.
Y luego está Tian Jiarui, cargando sobre unos hombros que oscilan entre lo tierno y lo imponente con el noventa por ciento del peso emocional de la serie. Su Ji Ling es, sin exagerar, de lo más dulce que ha dado la pantalla en mucho tiempo, y su gran momento de gloria —cuando la trama lo carga de un poder que no vamos a desvelar aquí— merecería sonar acompañado del "O Fortuna" de Carmina Burana. Quien reniega, como quien esto firma, de las producciones corales por su tendencia a diluir el foco narrativo, encuentra aquí una rareza: un reparto amplio que no roba protagonismo sino que lo multiplica.
El responsable de que todas estas piezas encajen es Guo Jingming, a quien se acusa —y no sin razón— de anteponer la estética a la trama, de reciclar sus tics: la lágrima que se demora antes de caer, el golpe que se ralentiza hasta el fotograma perfecto, el vestuario que se despliega por encima de lo necesario. Pecados de manual. Pero exigirle a esta serie el rigor de un ejercicio de cine de autor sería tan absurdo como pedirle disciplina académica a un fuego artificial: no pretende ser estudiada en una escuela de arte y ensayo, pretende ser disfrutada, y en eso triunfa sin matices. El placer culpable de dejarse arrastrar por sus excesos no le resta mérito; se lo suma. Quien esto firma lleva veintinueve capítulos conteniéndose las ganas de secarle las lágrimas a Ji Ling con la manga, y no le pesa reconocerlo. Solo cabe un reproche final: la piedra estelar reaparece en su segunda encarnación en el tramo final, y una no puede evitar pensar que habría sido un regalo mayor verla en su primera forma, la que porta la elegancia felina de Liu Yu.
En definitiva: una serie que triunfa precisamente donde más dramas fracasan, con un único lastre interpretativo que, por suerte, no logra hundir el conjunto.
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amei mas..
eh um drama lindo, nao so esteticamente, tem grandes personagens com historias magnificas e emocionantes POREM pra uma serie de so 29 episodios acontece MUITA coisa em pouco tempo logo nos primeiros eps e assim vai indo ate uma certa parte ate metade pro final e acontece q por mais bom que seja foi ficando cansativo de se acompanhar tanto que levei 1 fucking mes pra terminarE OUTRA pra que tanta morte?? e do mesmo personagem ainda?? parwce que o diretor ficou sem ideia do que fazer pra da aquela agitada no enredo depois de enfiar plot twist atras de plot twist no inicio e resolveu apelar pra isso, pra mim tirou todo o significado e emoção das perdas
e o final? eu me recurso a chamar isso de final feliz, isso sim foi devastador pra mim nao vou superar isso nao
resumindo, amei com altas criticas pq foi erro total do diretor, os personagens mereciam mais e acho que se fosse um drama mais longo com uns 40 eps talves teria tido im aproveitamento melhor do enredo
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Um cdrama Premium Viciante!
Valeu a pena a espera, um c-drama lindo, misterioso que te deixa na expectativa do próximo episódio. Com atuações belíssimas e cinematografia excelentes. Química entre os possíveis casais 10/10. Pra quem assistiu a Fangs of Fortune é na mesma vibe. Mais percebo que terei de preparar uns lencinhos, quer dizer já comecei a precisar deles. Assistam, e vejam que maravilha de c-drama executado!Was this review helpful to you?
Assista com calma
Depois de passar do quinto episódio, ainda não conseguia definir se o drama era realmente bom ou ruim. No começo, a história me deixou meio perdido, mas, curiosamente, isso não me afastou, pelo contrário, sempre surgia aquela vontade de assistir. Quando percebi, já estava vendo até no caminho para o trabalho.Os efeitos visuais são um grande destaque, especialmente a cena da transformação das irmãs, que ficou muito marcante. Outro ponto forte foi o casal do dragão, rapaz acompanhar os dois vivendo anos naquela ilusão, como se fossem um casal de verdade, foi muito bem construído.
O que mais chama atenção, porém, é a irmã mais velha. A atriz transmite uma sensualidade marcante mesmo sem recorrer a cenas mais explícitas. Ainda que a personagem seja escrita de forma quase mecânica, sem demonstrar muitos sentimentos, ela consegue criar uma química envolvente com o parceiro.
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Haksız kazanç
İnanamıyorum okadar sinir oldum ki . lunwuyi ve ji ling bütün acıları çektiler en ağır bedelleri ödediler ama kısacık bir kaç saniye gosterildiler finalde. Wu shigunagn hiçbir bedel ödemedi hiç bir şey yapmadı ama herşeyin tek sahibi oldu iyiler ödüllendirilmedi hırslılar ödüllendirildi gerçekten çok ama çok sinirliyim Joseph çok torpilli oyunculuguda çok donuk. Wangyan ve ikisi okadar ruhsuz ki sadece ji ling ve lunwuyi için izledimWas this review helpful to you?
Дорама про лис так я поняла
Слабый сценарий и диалоги: Сюжет называют вторичным, а реплики персонажей — излишне вычурными и пафосными.Актерская игра: Зрители отмечают, что проект порой «не тянет» эмоционально. Даже при сильном касте (Цзюй Цзинь И, Чэнь Ду Лин) их игра вызывает споры: некоторые считают её раздражающей или недостаточно глубокой для такого масштаба.
Перегруженность: В сериале происходит «слишком много всего» одновременно, из-за чего в сюжете легко запутаться, особенно в первых сериях.
Акцент на внешности в ущерб смыслу: Есть мнение, что шоу держится исключительно на эстетике и красоте главных героев, при этом проигрывая в логике повествования.
Специфическая операторская работа: Обилие крупных планов лиц персонажей кажется некоторым зрителям странным и отвлекающим приемом. Думаю оценка завышена максимум 4/10
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