From Zero to Hero: A Retrospective Guide to Yaguchi Shinobu Kaneko Teppei es un joven japonés normal y corriente. Trabaja a tiempo parcial, hace vida en Tokyo e intenta descubrir qué le espera en la vida. Finalmente, tras armarse de valor para ir a su primera entrevista de trabajo, es acusado por una joven colegiala de haberla manoseado en el metro. Él proclama su inocencia desesperadamente, pero a la policía sólo le interesa forzarle a hacer una confesión falsa, pagar una multa y cerrar rápidamente el caso. Antes de que se dé cuenta de lo que está pasando, su persistencia en afirmar su inocencia le sumirá en una odisea kafkiana de burocracia judicial. Edit Translation
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- Título original: それでもボクはやってない
- También conocida como: Even So, I Didn't Do It , Soredemo boku wa yattenai
- Guionista y Director: Suo Masayuki
- Géneros: Drama
Reparto y créditos
- Kase Ryo Papel principal
- Yakusho KojiArakawa Masayoshi [Teppei's defense counsel]Papel secundario
- Seto AsakaSudo Riko [Teppei's defense counsel]Papel secundario
- Motai MasakoKaneko Toyoko [Teppei's mother]Papel secundario
- Yamamoto KojiSaito Tatsuo [Teppei's best friend]Papel secundario
- Takenaka NaotoTomio Aoki [Teppei's landlord]Papel secundario
Reseñas
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Bom
Esse filme foi realmente interessante de acompanhar, é bem feito e me entreteve.Ainda assim, achei desnecessariamente longo. Presumi que as mais de duas horas de duração seriam usadas para desenvolver melhor o personagem ou o drama dele, mas o que temos é basicamente um filme sobre o julgamento, quase todo passado dentro de um tribunal. Isso não é ruim em si, mas poderia ter sido melhor explorado.
Além disso, o filme carrega uma trama conceitualmente perigosa. Percebi pelas reviews e comentários que muitos homens deturparam completamente a mensagem do filme, interpretando-o como uma crítica às “acusações falsas” feitas por mulheres contra homens inocentes, quando na verdade o que o filme mostra de forma bastante clara é como o sistema judiciário japonês é falho, como juízes e promotores ficam limitados às provas disponíveis e como tribunais não existem para estabelecer a verdade absoluta, mas para julgar com base no que é apresentado processualmente. Isso pode resultar tanto na absolvição de um culpado quanto na condenação de um inocente.
O perigo dessa abordagem está justamente aí: ela abre margem para reforçar o discurso ultrapassado de que não se deve confiar na palavra da vítima. E sabemos que assédio é uma das coisas mais difíceis de se comprovar judicialmente, e que a palavra da vítima ainda hoje é constantemente invalidada, apesar de ser algo que nós, mulheres, temos conquistado aos poucos dentro do sistema jurídico.
No geral, achei um bom filme, mas senti falta de mostrar melhor o peso emocional e psicológico daquele processo sobre o protagonista. Faltou drama. A narrativa acabou ficando excessivamente jurídica, quase como assistir a um julgamento de fora, de alguém que eu não conheço e sobre quem não sei nada além do que a defesa e a acusação estão alegando.
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