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- Título original: Love Sea ~愛の居場所~
- Também conhecido como: Love Sea: Ai no Ibasho , Love Sea ~The Home for Lovers~
- Roteirista e Diretor: Tomori Atsuki
- Diretor: Ayabe Shinya
- Gêneros: Romance
Elenco e Créditos
- Ueda MasatoMuto KaishinPapel Principal
- Nishime ShunRakumoto AiPapel Principal
- Habu MizuhoUi HimekaPapel Secundário
- Kawazu AsukaOgura FumiPapel Secundário
- Ota YunoRakumoto MinaPapel Secundário
- Yanagi YurinaRakumoto RenPapel Secundário
Resenhas
Uma versão resumida e ainda mais charmosa de Love Sea
Comecei a assistir achando que seria só mais um remake morninho, daqueles que resumem tudo e ainda perdem o encanto no caminho. Mas o Japão me surpreendeu. Eles conseguiram pegar a essência da história tailandesa e transformar em algo bonito à sua maneira, mais contido, mais delicado. É basicamente um resumo da versão original, sim, e dá pra sentir que faltou tempo pra algumas coisas, mas o que coube ali dentro foi bem feito.E olha… eu preciso falar disso logo: Love Sea tailandês ficou marcado por muitos motivos, mas nenhum tão icônico quanto a bundinha do Fort. Então, claro, eu fiquei curiosa pra saber o que fariam com isso na versão japonesa. E o melhor de tudo é que eles não fugiram da responsabilidade histórica. Teve coragem, teve beijo decente, e entregaram tudo nas cenas NC seguintes, e, vindo de onde veio, isso já é uma evolução.
Os atores foram um acerto enorme. A química do casal principal é natural, intensa e, acima de tudo, convincente. Não tem aquele toque robótico, nem beijo de lábio congelado. Aqui, eles se olham e a coisa acontece. O carinho é real, o desejo é palpável, e a emoção vem de um jeito que não parece forçado. Fiquei realmente surpresa com o quanto eles conseguiram equilibrar ternura e paixão sem cair no melodrama.
Mesmo com o foco claro no casal principal, o enredo não esquece das meninas, e eu realmente gostei disso. A relação entre elas é curta, e é um tipo de amor mais silencioso que contrasta bem com a intensidade dos protagonistas. Só que, diferente do casal principal, elas parecem um pouco mais engessadas, como se não tivessem se conectado totalmente aos próprios personagens. E com o tempo limitado da série, acabam ficando meio espremidas entre as cenas do casal principal, assim como aconteceu na versão original. Ainda assim, foi bonito ver o esforço do roteiro em manter essa parte da história viva, sem apagar o que as duas representam dentro do universo de Love Sea.
O único pecado da série é o tempo. Esses episódios curtinhos acabam antes que a gente consiga se apegar totalmente. Fica uma sensação agridoce (no bom sentido): você gosta do que viu, mas sente que poderia ter sido ainda mais. Mesmo assim, o roteiro foi cuidadoso o suficiente pra preservar o que realmente importa, o amor, o amadurecimento e aquele toque de melancolia que faz Love Sea ser o que é.
No fim, eu terminei com o coração quentinho. Foi leve, doce e, de certa forma, mais sensível do que eu esperava. Então sim, eu recomendo. Love Sea Japão pode ser curto, mas é gostoso de assistir. E se você já conhece o original, vale a pena ver como essa versão encontra sua própria forma de dizer a mesma coisa.
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Love Sea Japan
Eu acredito que quando avaliei Love Sea original eu estava muito de bom humor (porque pensando hoje eu daria um 7 e este um 7,5/8), porque sim, me lembro que a atuação da atriz mirim foi ótima, cenários maravilhosos, mas me incomodou muito a atuação do Peat, já aqui, nesta adaptação japonesa, eu realmente gostei mais da atuação do Nishime Shun para este personagem, não me pareceu falso ou forçado em momento algum.Eu gosto muito de quando as produções japonesas adaptam os dramas tailandeses, eu acho que eles conseguem pegar o que há de melhor na história e dar o seu toque único e deixar superior a obra original, mas não desmereço nenhuma das versões.
Eu gostei que nesta versão as locações eram mais reais, apesar de saber o status do personagem Ai, nem toda atuação me convenceu nos pontos cruciais, mas a escolha dos dois atores foi muito certeira. Entregaram beijos ótimos, química maravilhosa e uma atuação mais em sintonia, ainda mais por ser a primeira atuação do Kunigami Masato, acho que foi ótimo.
Sobre o casal GL, a personagem da atriz Aya lá na outra versão me conectou bem mais, acho que a cena do carro e o choro silencioso e extremamente doloroso mexeu muito comigo, então não me conectei com elas aqui. Não gostei do beijo, do toque da Ui Himeka, parecia tudo tão travado, independente de querer passar o oposto do relacionamento do Ai e Kaishin, que era muito intenso e sexual.
Gostei muito dos cenários e adorei como todo final de episódio o encerramento ia mudando as cenas e mostrando também belas paisagens.
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