Uma versão resumida e ainda mais charmosa de Love Sea
Comecei a assistir achando que seria só mais um remake morninho, daqueles que resumem tudo e ainda perdem o encanto no caminho. Mas o Japão me surpreendeu. Eles conseguiram pegar a essência da história tailandesa e transformar em algo bonito à sua maneira, mais contido, mais delicado. É basicamente um resumo da versão original, sim, e dá pra sentir que faltou tempo pra algumas coisas, mas o que coube ali dentro foi bem feito.
E olha… eu preciso falar disso logo: Love Sea tailandês ficou marcado por muitos motivos, mas nenhum tão icônico quanto a bundinha do Fort. Então, claro, eu fiquei curiosa pra saber o que fariam com isso na versão japonesa. E o melhor de tudo é que eles não fugiram da responsabilidade histórica. Teve coragem, teve beijo decente, e entregaram tudo nas cenas NC seguintes, e, vindo de onde veio, isso já é uma evolução.
Os atores foram um acerto enorme. A química do casal principal é natural, intensa e, acima de tudo, convincente. Não tem aquele toque robótico, nem beijo de lábio congelado. Aqui, eles se olham e a coisa acontece. O carinho é real, o desejo é palpável, e a emoção vem de um jeito que não parece forçado. Fiquei realmente surpresa com o quanto eles conseguiram equilibrar ternura e paixão sem cair no melodrama.
Mesmo com o foco claro no casal principal, o enredo não esquece das meninas, e eu realmente gostei disso. A relação entre elas é curta, e é um tipo de amor mais silencioso que contrasta bem com a intensidade dos protagonistas. Só que, diferente do casal principal, elas parecem um pouco mais engessadas, como se não tivessem se conectado totalmente aos próprios personagens. E com o tempo limitado da série, acabam ficando meio espremidas entre as cenas do casal principal, assim como aconteceu na versão original. Ainda assim, foi bonito ver o esforço do roteiro em manter essa parte da história viva, sem apagar o que as duas representam dentro do universo de Love Sea.
O único pecado da série é o tempo. Esses episódios curtinhos acabam antes que a gente consiga se apegar totalmente. Fica uma sensação agridoce (no bom sentido): você gosta do que viu, mas sente que poderia ter sido ainda mais. Mesmo assim, o roteiro foi cuidadoso o suficiente pra preservar o que realmente importa, o amor, o amadurecimento e aquele toque de melancolia que faz Love Sea ser o que é.
No fim, eu terminei com o coração quentinho. Foi leve, doce e, de certa forma, mais sensível do que eu esperava. Então sim, eu recomendo. Love Sea Japão pode ser curto, mas é gostoso de assistir. E se você já conhece o original, vale a pena ver como essa versão encontra sua própria forma de dizer a mesma coisa.
E olha… eu preciso falar disso logo: Love Sea tailandês ficou marcado por muitos motivos, mas nenhum tão icônico quanto a bundinha do Fort. Então, claro, eu fiquei curiosa pra saber o que fariam com isso na versão japonesa. E o melhor de tudo é que eles não fugiram da responsabilidade histórica. Teve coragem, teve beijo decente, e entregaram tudo nas cenas NC seguintes, e, vindo de onde veio, isso já é uma evolução.
Os atores foram um acerto enorme. A química do casal principal é natural, intensa e, acima de tudo, convincente. Não tem aquele toque robótico, nem beijo de lábio congelado. Aqui, eles se olham e a coisa acontece. O carinho é real, o desejo é palpável, e a emoção vem de um jeito que não parece forçado. Fiquei realmente surpresa com o quanto eles conseguiram equilibrar ternura e paixão sem cair no melodrama.
Mesmo com o foco claro no casal principal, o enredo não esquece das meninas, e eu realmente gostei disso. A relação entre elas é curta, e é um tipo de amor mais silencioso que contrasta bem com a intensidade dos protagonistas. Só que, diferente do casal principal, elas parecem um pouco mais engessadas, como se não tivessem se conectado totalmente aos próprios personagens. E com o tempo limitado da série, acabam ficando meio espremidas entre as cenas do casal principal, assim como aconteceu na versão original. Ainda assim, foi bonito ver o esforço do roteiro em manter essa parte da história viva, sem apagar o que as duas representam dentro do universo de Love Sea.
O único pecado da série é o tempo. Esses episódios curtinhos acabam antes que a gente consiga se apegar totalmente. Fica uma sensação agridoce (no bom sentido): você gosta do que viu, mas sente que poderia ter sido ainda mais. Mesmo assim, o roteiro foi cuidadoso o suficiente pra preservar o que realmente importa, o amor, o amadurecimento e aquele toque de melancolia que faz Love Sea ser o que é.
No fim, eu terminei com o coração quentinho. Foi leve, doce e, de certa forma, mais sensível do que eu esperava. Então sim, eu recomendo. Love Sea Japão pode ser curto, mas é gostoso de assistir. E se você já conhece o original, vale a pena ver como essa versão encontra sua própria forma de dizer a mesma coisa.
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