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18th Rose

18th Rose ‧ Movie ‧ 2026
Completed
drucross_
4 people found this review helpful
26 days ago
Completed 0
Overall 9.5
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10

A Simple Story That Gently Breaks Your Heart

I started 18th Rose on Netflix out of boredom, honestly expecting a light and forgettable teen romance. But this film surprised me in the best way—it has more depth and emotional weight than it initially lets on.

Set around a Filipino debut, the story follows Rose, played by Xyriel Manabat, a bright and determined teenager preparing for her 18th birthday. She meets Jordan, portrayed by Kyle Echarri, an American-Filipino struggling to adjust to life in the province. Their journey starts off light and playful, but as their bond deepens, the story reveals more emotional layers.

Xyriel delivers a graceful and heartfelt performance, portraying Rose with strength, warmth, and quiet resilience. Kyle Echarri, however, is the standout here. His portrayal of Jordan shows growth, depth, and emotional intensity—it’s easily his most impressive role to date.

The film starts with a soft, giddy vibe, but gradually becomes heavier, tackling themes of identity, self-worth, and the bittersweet transition into adulthood. It also touches on how young people navigate expectations versus reality, especially in a simpler, early-2000s setting.

What makes this film special is its sincerity. There’s no forced drama between the leads, and their relationship feels natural and supportive, which makes the emotional moments even more impactful.

While the story itself isn’t entirely new, the execution is polished and heartfelt. It’s the kind of film that quietly grows on you—and stays with you.

Definitely worth watching, especially if you enjoy emotional coming-of-age stories.

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Life Sucks
0 people found this review helpful
21 days ago
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Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers
18th Rose is an amazing movie that mixes romance, comedy, and emotional moments perfectly. It made me laugh and cry, and I would definitely watch it again.

One of my favorite parts was when Rose finds out she has brain cancer and tells Jordan right away. I liked that she didn’t hide it or wait, which made their relationship feel real and strong.

The storyline felt original, and I haven’t seen anything quite like it before. Overall, it’s a beautiful and emotional movie that really stays with you!!
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Completed
Alice Rodrigues
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9 days ago
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Overall 9.5
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.0

18th Rose: o florescer agridoce do primeiro amor

18th Rose: o florescer agridoce do primeiro amor

O que é um primeiro amor bem sucedido? É quando ele dura para toda a vida ou quando, pelo tempo que dura, é regado a amor e apoio que te ajudam a amadurecer, dando valor ao tempo e às pessoas? É complexo pensar que a vida muda tão rápido e que o trajeto às vezes vira de curso mesmo quando temos o trajeto todo programado, como o Titanic, que tinha um grande sonho antes de bater com aquele iceberg, mas que deixa não só memórias feridas, mas um grande legado para todos. O filme filipino 18th Rose, me fez refletir bastante quanto o amor na adolescência é importante, e o quanto as amizades precisam acontecer, tal qual o apoio nos momentos mais lindos e nos mais difíceis.

Pensando bem, quando me pedem para definir o que é 18th Rose, inicialmente poderia pensar em descrevê-lo como um “romance adolescente entre dois opostos que não se suportam e acabam se aproximando”, ademais, ele não é sobre isso, este é um filme de amadurecimento, de pessoas que ainda estão aprendendo a lidar com suas próprias emoções enquanto enfrentam a transição entre a juventude e a vida adulta, jovens que precisam compreender o valor das relações antes que seja tarde demais, e que, no meio desse processo, descobrem que amar alguém não é sobre troca, mas sobre presença. É uma história que explora de forma sensível e, por vezes, melancólica, que por meio de temas como pertencimento, ausência, expectativas e realidade, constrói uma narrativa leve sobre um primeiro amor que, independentemente de durar ou não, sempre deixa marcas profundas.

A produção conta sobre dois jovens que ainda estão tentando entender seu lugar no mundo, seja através de sonhos idealizados, como no caso da Rose com sua festa de debut, ou através de buscas mais dolorosas, como a do Jordan ao tentar se reconectar com um pai que nunca esteve presente. A história se passa na cênica Romblon, onde acompanhamos o encontro desses dois opostos que, inicialmente, não se suportam, mas acabam se envolvendo em um acordo que pode beneficiar ambos: enquanto Rose enxerga em Jordan uma forma de tornar sua tão sonhada estreia inesquecível, ele vê nela uma oportunidade de encontrar um caminho para sair daquele lugar onde nunca sentiu que pertencia. A partir disso, a convivência entre os dois passa a se intensificar, transformando pequenos conflitos em aproximações e criando, entre implicâncias, descobertas e momentos compartilhados, uma conexão que cresce de forma gradual enquanto eles atravessam juntos essa fase de transição entre a juventude e a vida adulta.

Rose (Xyriel Manabat) é uma jovem sonhadora, intensa e de coração grande, que carrega em si uma necessidade quase urgente de ser vista, reconhecida e celebrada, e é justamente por isso que sua festa de debut possui um significado tão profundo em sua vida. Para além de uma simples comemoração, aquele momento representa tudo aquilo que ela acredita ser, ou pelo menos, tudo aquilo que deseja afirmar para si mesma e para os outros. A Rose vive com essa energia vibrante, sempre cercada de pessoas, sempre oferecendo amor em excesso, mas, ao mesmo tempo, existe nela uma certa ingenuidade ao acreditar que pode organizar seus sentimentos e relações como se fossem trocas, como se tudo pudesse ser construído a partir de acordos bem definidos. E é nesse ponto que sua trajetória começa a se desenvolver, pois, ao longo da narrativa, ela passa a entender que amar não é sobre negociar presença, mas sim sobre permanecer mesmo quando não há garantias.

Vejo a Rose como uma rosa vermelha em seu estado mais simbólico, aquela que carrega beleza, intensidade e paixão, mas também espinhos que podem ferir, não por maldade, mas como uma forma de proteção. Assim como ela cuida de suas próprias rosas, tentando fazê-las florescer da melhor forma possível, também tenta cuidar das pessoas ao seu redor, mesmo sem perceber que nem tudo depende apenas dela. E, ao mesmo tempo, é impossível não traçar um paralelo com a Rose de Titanic, seu filme favorito, pois ambas compartilham esse espírito livre, esse desejo de viver intensamente e de romper com aquilo que esperam delas, ainda que estejam inseridas em realidades completamente diferentes. No entanto, enquanto a Rose de Titanic encontra sua libertação ao se desprender de tudo, a Rose de 18th Rose encontra seu crescimento ao compreender que não pode controlar tudo, e que, às vezes, florescer também significa aceitar aquilo que não pode ser mudado.

Enquanto isso, Jordan (Kyle Echarri) surge na narrativa como esse elemento de ruptura, alguém que chega deslocado, fechado e, à primeira vista, até mesmo arrogante, mas que, na realidade, carrega uma batalha interna muito mais silenciosa do que aparenta. Sua função dentro da história vai muito além de ser apenas o interesse romântico de Rose, ele é o contraponto emocional dela, alguém que não acredita em pertencimento porque nunca verdadeiramente o sentiu. Sua trajetória é marcada por essa busca constante por validação de um pai ausente que ele não vê desde a infância, mas que ainda assim dita, mesmo à distância, a forma como ele vive, se comporta e até se enxerga. Jordan vive tentando se encaixar em uma memória, em uma expectativa que nunca foi confirmada, e isso faz com que ele se isole, evitando criar laços por medo de rejeição e, principalmente, por não se sentir digno de permanecer.

Se Rose é a rosa em sua forma mais vibrante, Jordan também pode ser visto como uma rosa, mas em um estágio diferente, uma que cresceu cercada por espinhos mais rígidos, mais visíveis, que afastam qualquer tentativa de aproximação. Seus espinhos não são agressivos por natureza, mas são uma defesa construída ao longo dos anos, uma forma de evitar se machucar novamente. Ele rejeita antes de ser rejeitado, se distancia antes de criar vínculos, e transforma sua solidão em uma zona de conforto, mesmo que isso o impeça de florescer. Ao mesmo tempo, é inevitável não traçar um paralelo entre Jordan e o Jack de Titanic, não apenas pela referência direta no nome, mas pela essência que ambos carregam. Assim como Jack, Jordan é alguém que vive à margem, que não se encaixa completamente em lugar nenhum e que carrega uma liberdade que, na verdade, esconde uma falta de raízes. No entanto, enquanto Jack representa alguém que ensina a viver sem amarras, Jordan está no caminho inverso, ele precisa aprender a criar laços, a se permitir ficar, a entender que pertencimento não é algo que se encontra pronto, mas algo que se constrói.

E é justamente nesse ponto que a relação entre ele e Rose começa, de fato, a ganhar forma. O encontro dos dois, marcado por aquele momento inicial com o adubo, não funciona apenas como uma situação cômica ou um primeiro contato desajeitado, mas sim como um símbolo do que viria a ser a base da relação deles. Assim como o adubo, que à primeira vista parece algo incômodo, sujo e até indesejado, mas que é essencial para o crescimento de uma planta, a presença de um na vida do outro surge de forma caótica, inesperada, mas profundamente transformadora. A partir dali, o que começa como implicância e resistência vai, pouco a pouco, se tornando aproximação, e essa convivência constante passa a nutrir ambos de maneiras que eles mesmos não compreendem de imediato. Com isso, Rose, com sua intensidade e insistência, se torna esse “adubo” na vida de Jordan, empurrando-o para fora do seu isolamento, fazendo com que ele, mesmo relutante, comece a se abrir para o mundo ao seu redor, criando laços, formando amizades e, aos poucos, encontrando um lugar onde ele pode, finalmente, permanecer. Ao mesmo tempo, Jordan também exerce esse papel na vida de Rose, pois é através dele que ela começa a enxergar que nem tudo pode ser planejado ou negociado, que as relações não funcionam como acordos e que amar alguém envolve aceitar suas dores, seus limites e, principalmente, suas escolhas.

E é nesse equilíbrio que a relação deles se fortalece, pois, mesmo em meio às diferenças, eles se tornam apoio um para o outro, compartilhando momentos leves, mas também estando presentes nos momentos mais difíceis, sem abandonar, sem recuar. E o que há de mais bonito nessa relação é justamente essa construção gradual, onde o sentimento não surge de forma abrupta, mas cresce a partir da convivência, do cuidado e da presença constante. Eles se provocam, se desafiam, mas também se acolhem, criando um vínculo que vai além do romance, se tornando um espaço seguro onde ambos podem ser vulneráveis sem medo. E, assim como o adubo que, silenciosamente, permite que a rosa floresça, eles vão, aos poucos, ajudando um ao outro a crescer, transformando aquele encontro inicial caótico no início de algo que, mesmo sendo simples, carrega uma profundidade emocional enorme.

A partir dessa relação que se constrói de forma tão orgânica, também conseguimos enxergar como a presença de um transforma não apenas o outro, mas tudo ao redor deles. Jordan, que antes chegava à cidade carregando esse sentimento de não pertencimento, criando barreiras e até mesmo afastando as pessoas antes que elas pudessem se aproximar, começa, pouco a pouco, a se integrar, e isso não acontece por grandes gestos, mas sim através dessas pequenas interações cotidianas que vão se acumulando. Com a ajuda de Rose, ele passa a criar conexões reais, conquistando não apenas colegas, mas pessoas que genuinamente torcem por ele, e isso muda completamente a forma como ele enxerga aquele lugar que, no início, parecia apenas um ponto de passagem. Essa transformação traz uma reflexão muito sensível sobre como, muitas vezes, o pertencimento não está no lugar em si, mas nas relações que construímos dentro dele.

Ao mesmo tempo, a trajetória de Rose também ganha novas camadas, pois, ao acompanhar de perto a dor de Jordan e sua busca por algo que nunca se concretiza, ela começa a compreender que nem tudo pode ser resolvido com esforço ou insistência. Para alguém que sempre acreditou que poderia “organizar” suas relações e fazer com que tudo acontecesse conforme o planejado, esse choque, aliado com uma notícia inesperada, fazem com a realidade se torne um ponto crucial de crescimento. Rose passa a entender que amar alguém não significa mantê-lo ao seu lado a qualquer custo, mas sim apoiá-lo em seu caminho, mesmo quando esse caminho a distância dele. E é nesse momento que sua visão sobre sua própria vida também começa a mudar, pois aquilo que antes parecia ser o centro de tudo, sua festa, seus planos, suas expectativas, dá espaço para algo muito mais profundo: o reconhecimento das pessoas que sempre estiveram ao seu lado e o valor dos momentos compartilhados com elas.

Por mais que eu tenha me conectado profundamente com 18th Rose, não estou dizendo que ele seja um filme isento de falhas, pois, me senti perdida em algumas questões relacionadas aos personagens, principalmente no que envolve o Jordan e o seu pai, no entanto, não é um ponto negativo que tira muitos pontos da produção, além disso, senti falta de personagens secundários mais presentes, melhores desenvolvidos ou, ao menos, com mais falas.

Não tem como falar de 18th Rose sem mencionar o quanto a fotografia e os elementos simbólicos caminham juntos na construção dessa narrativa. O filme utiliza uma paleta que remete diretamente aos anos 2000, com tons levemente saturados, luz natural e cenários simples que transformam o cotidiano em algo quase nostálgico, como se cada cena carregasse uma memória. As ruas de Romblon, os trajes escolares, as lan houses e até os pequenos encontros entre os personagens são registrados de forma a valorizar o ordinário, reforçando a ideia de que são nesses momentos aparentemente simples que a vida realmente acontece. Contudo, para além dessa estética, o filme constrói suas analogias de forma muito clara através das rosas, que não representam apenas a tradição do debut, mas funcionam como uma extensão direta da protagonista e da própria narrativa.

As rosas, assim como a própria Rose, carregam beleza e delicadeza, mas também espinhos, e isso se reflete nas relações construídas ao longo da história, que, por mais que sejam doces e acolhedoras, também possuem suas dores e dificuldades. Além disso, a presença do adubo, que aparece logo no início do filme, não é apenas um elemento pontual, mas um símbolo que se estende por toda a narrativa, representando esse crescimento que nasce do desconforto, do inesperado e, muitas vezes, do caos. É interessante perceber como o filme utiliza esses elementos de forma sutil, sem precisar explicá-los diretamente, permitindo que quem assiste construa suas próprias interpretações a partir das imagens e das situações apresentadas. Dessa forma, a fotografia não apenas complementa a história, mas se torna parte essencial dela, ajudando a transmitir emoções, reforçar simbolismos e dar ainda mais profundidade a uma narrativa que, mesmo simples em sua estrutura, se mostra extremamente rica em significado.

Além disso, é impossível não destacar o quanto o filme também se torna uma porta de entrada para o cinema filipino, que muitas vezes acaba sendo deixado de lado quando falamos sobre produções asiáticas. 18th Rose não apenas entrega uma história envolvente, mas também apresenta um recorte cultural muito rico, seja através de seus costumes, de sua ambientação ou da forma como retrata o cotidiano desses jovens. Existe uma autenticidade muito grande na forma como tudo é construído, desde os diálogos até os cenários, e isso faz com que o filme não pareça apenas uma história ficcional, mas sim um reflexo de uma realidade que, embora específica, consegue se conectar de forma universal com quem assiste.

Através de uma narrativa simples, mas carregada de sensibilidade, 18th Rose constrói uma história sobre dois jovens que se encontram em um momento de transição e, sem perceber, se tornam essenciais no processo de crescimento um do outro. Mais do que um romance adolescente, o filme se estabelece como uma jornada sobre amadurecer, sobre aprender a lidar com expectativas que nem sempre se concretizam e, principalmente, sobre reconhecer o valor das pessoas enquanto ainda é possível compartilhá-las. Cada personagem possui seu próprio tempo de florescer, suas próprias dores e suas próprias formas de amar, e o filme respeita isso, não apressando seus processos e permitindo que tudo aconteça de forma natural, mesmo quando isso significa aceitar finais que não são exatamente como gostaríamos.

No fim, 18th Rose é sobre isso, sobre florescer, mesmo em meio às incertezas, sobre entender que algumas pessoas entram em nossas vidas como aquele “adubo” inesperado que, apesar do desconforto inicial, nos ajuda a crescer, e sobre aceitar que nem todo amor foi feito para durar, mas isso não diminui sua importância. É uma história que encontra beleza na simplicidade, que emociona sem precisar exagerar e que permanece, de forma silenciosa, muito depois que termina, como toda memória boa costuma fazer.

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