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Coisas Bobas Podem Fazer Diferença
Este é daqueles BL que é cheio de complicações.Eu sei que as cenas quentes, de beijos, pegação são muito boas. Mas de verdade, eu achei a cena da vó do Dr. Wandee muito mas muito fofa, isso me fez recordar a minha que sempre brincava com meu namorado, mas ela já partiu. Acho que por isso a cena me fez chorar.
É mais uma propaganda para vender enfeites de copos, calças estampadas, chaveiros de luvas de boxe e aquelas escovas de dente infantis horríveis do que uma série.
Adoro o casal secundário e é um par totalmente inesperado, mas funciona muito bem. Eles são sem dúvida a melhor parte desta série. A química e as cenas entre eles são excelentes e gostaria que tivessem mais tempo na tela.
Já Dr. Ter e Taem são dois personagens completamente desnecessários à trama. Além de Plakao, que poderia ter um arco interessante discutindo sua assexualidade, mas é completamente ignorado.
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Isto não é um BL, ou pelo menos espero que não
Isto não é um BL, ou pelo menos espero que não, ou é sobre um pedófil0 "zoofílico" e sua vítima.Eu sei que isso deveria ser doce e fofo, mas é enjoativo e chato, sem enredo, e mesmo sem enredo consegue ser cheio de buracos na trama. O primeiro episódio foi o pior. A partir daí foi piorando.
Esta é a série inteira: um homem encontra um gato que se transforma em uma coisa parecida com um humano. Eles vão morar juntos. O fim.
A atuação é universalmente fraca, exceto talvez Bright como Faiyen. Para ser justo, o trabalho de Bodo como Evan é não atuar, então sob esse prisma ele fez um excelente trabalho. Meow é tão infantil que não entende o que aconteceu quando Dermdem corta o cabelo (e tira a peruca mais ridícula desde Já em Until We Meet Again. Na verdade, penso que pode ser a mesma peruca.)
A trama entre Faiyen e Evan tinha potencial - Evan é incapaz de expressões faciais, o que foi bom por um ou dois momentos, mas nunca foi explorado ou usado para efeito dramático ou cômico, então foi apenas uma afetação superficial atribuída ao personagem - que em live action não funciona, é apenas distanciador e chato.
A música está tentando ser "bonitinha" e japonesa, mas eles de alguma forma a distorceram tanto que me fez sentir furioso e violento. Se precisar do Hulk, basta tocar a música tema na frente de Bruce Banner.
Reveja o valor - prefiro passar férias em Mariupol do que assistir novamente.
Esta é a resenha mais curta que já escrevi - não há quase nada a dizer. É tão insípido e chato. Se você gosta dessa categoria de coisa, assista o primeiro episódio – se não gosta, corra. Nunca melhora.
Enfim, fugir de uma realidade no roteiro já é uma tremenda dor de cabeça e deixar se perder em todo roteiro...
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Uma Obra de Arte
Vamos começar apenas pela abertura, só a música já deixa a gente preparados para um BL que tem misto de sentimentos.Essa é a terceira vez que eu assisto A Tale of Thousand Stars , gente, é impossível você não chorar. Principalmente quando chega neste capitulo 10 a partir dos 07 minutos, ver as crianças se despedindo do professor e ele também emocionado pois aprendeu com a simplicidade da aldeia...
Não sei aos demais, mas é como se você estivesse inserido no roteiro pois ele sempre tem algo algo que esta indireta ou diretamente ligado a realização.
Sem dúvidas, foi um BL que a GMM deixou na história e com atores, roteiro e direção impecável. 😢😢🥹🥹🥹
Confesso que fiquei sem palavras, melhor, sem expressão para descrever esta maravilha!
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A história perdida em meio a um roteiro
A primeira temporada, do meu ponto de vista, teve uma melhor narrativa que a 2.ª temporada.E constante agir como uma criança de 5 anos e não acreditar que James lhe diz que ele e Marco não fizeram nada. Então Marco (apaixonado por JAMES há 4 anos) vai fazer sexo0com Bas, que poucas horas antes tentou cometer suicídio, não parece muito realista para mim. Além disso, com o histórico de Bas com abuso sexual — ele não tinha dificuldade em ser íntimo, mas ter O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), por causa disso fazia tudo parecer tão irreal, com alguém tem um transtorno se cura assim, num passe de mágica e transa como se nada tivesse acontecido.
Tipo, "que merda!" Eles poderiam ter feito tanta coisa boa com essa série e a atuação de Michaels como Bas foi extremamente talentosa (eu nunca conseguiria chorar tanto em uma série, e com tanto sentimento compartilhando com o público através da tela).
Há tantos temas e tópicos nesta série sobre os quais é muito importante falar — suicídio, automutilação, família sem apoio, masculinidade tóxica, abuso e muito mais. Foi como se eles tentassem, mas falhassem no meio do caminho. Ainda assim, há algumas cenas boas, mas não consegui apreciar tudo isso e por todos os pequenos (e grandes) detalhes que me deixaram tão frustrado e quase com vontade de desistir da série. Se tivesse durado mais, tenho certeza que teria.
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Um BL ou Sacanagem?
Tudo errado desde o começo!Yong Jie embebedou Xing Si (seu meio-irmão), estuprou-o, filmou e mostrou o filme ao pai deles. A mãe deles admitiu saber o que Yong Jie iria fazer e não o impediu porque achava que eles formariam um bom casal. Isto é absolutamente ridículo. Xing Si está preocupado por ter forçado seu irmão mais novo, mas quando percebe que foi o contrário, dá dois tapas nele. Esse é o fim de tudo. Yong Jie então começa um romance e conquista Xing Si e faz com que ele concorde em sair com ele. NÃO, absolutamente NÃO. Tudo bem para os escritores e telespectadores porque Xing Si é um homem? Pense nesta história com Xing Si como uma mulher sendo drogada e estuprada por seu meio-irmão. Nunca é certo fazer sexo com uma pessoa e/ou filmar qualquer coisa sem consentimento 100% não coagido. Senti que Xing Si estava sendo pressionado a fazer o que fosse necessário para manter sua família unida, mesmo que isso significasse ser o brinquedo sexual de seu irmão mais novo. O enredo era perturbador, na melhor das hipóteses, e nojento, na pior.
Agora vamos falar sobre Li Cheng e Mu Ren. Fingindo namorar para conseguir uma garota? Que estúpido! Além disso, é 2021 que a discussão sobre o topo/base precisa ser colocada no passado. As relações sexuais raramente são tão diretas, com papéis atribuídos permanentemente. Às vezes, me pergunto se alguém que escreveu, atuou, dirigiu ou produziu um BL já fez sexo anal. Os equívocos são abundantes. Além disso, existem inúmeras atividades sexuais para dois homens além da penetração anal. Este preconceito precisa desaparecer!
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Faltou um roteirista na história
O que vou expressar aqui é a minha opinião.Foi muito bom ver o ator, Mew Suppasit, (Piuno) ou nosso eterno Tharn do BL TharnType. Meu o tempo todo trouxe consigo aquele “jeitão” dele carinhoso quando estava apaixonado por sua “esposa” o Type, o mesmo se repetiu ao longo desta história quando ele descobre seu amor por Chu Jim In (Dae Byeol).
O que faltou na série, acredito eu, foi a ênfase ao romance dos dois, acredito que o roteiro poderia ter sido muito melhor, atores bons tiveram.
Eu sei que muitas pessoas têm problemas com Mew, mas gostei da maneira como ele retratou seu personagem, ele era cauteloso e distante, mas tinha muito amor pelas pessoas próximas a ele. Eu também gostei muito do aspecto de dois idiomas. Houve momentos divertidos e momentos tristes e momentos em que tive vontade de gritar com o produtor, em parte, teve momentos que eu achei lento, gostei de conhecer os personagens, mas gostaria que houvesse mais dos dois protagonistas juntos. Sem falar que não teve um final bem definido.
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Confusão e Roteiro fraco
Enredo lento, atores sem química, mais parece num monologo que um diálogo. Chegado ao seu 6º EP e parece que o BL não sai, fica na mesmice. Um episódio de 24 minutos parece durar 1h... Enfim, algo que não consegui explorar no BL e por tal motivo prefiro assistir outros.Talvez parte se der por conta do BL ser adaptado da série de mangá de Natsuno Hiroko 25 Ji, Akasaka de, os limites entre arte e vida começam a se confundir para o inseguro, mas apaixonado Shirasaki Yuki (Niihara Taisuke), um ator de teatro em dificuldades que consegue um papel surpreendente em um drama gay ao lado de um ator famoso que ele conheceu em seus tempos de universidade, Hayama Asami (Komagine Kiita).
E o problema é que o ritmo flui muito melhor lá do que aqui. Os dois maiores problemas que eu tive aqui foram o Yuki, um personagem um tanto sem graça e entediante e a forma como o roteiro decidiu enrolar até o último episódio para que os personagens finalmente conversassem.
E quanto à química (que é inegavelmente importante em programas movidos por romance)? Depende de qual cena estamos falando. O primeiro beijo que a parte compartilhou foi atroz. Não foi nem um beijo de peixe morto. Não foi um beijinho fofo, eles literalmente apenas juntaram os lábios, mal se tocando, e ficaram ali. O contexto dessa cena tornou tudo ainda mais ridículo e quase desisti do show quando isso aconteceu. Felizmente a partir desse ponto só melhora, por isso não perca as esperanças (não que possa piorar).
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Por que parei em The Love Never Sets
Se o título diz que o amor nunca se põe, eu discordo: para mim, o sol não só se pôs, como já é madrugada e eu estou no escuro. Decidi abandonar o barco no episódio 12 e trago aqui os recibos do porquê esse roteiro parece ter sido escrito por um gerador automático de clichês com mau contato.1. O protagonista é um "ímã de problemas" (sem bateria)
O roteiro insiste em colocar o protagonista em situações de "perigo" que poderiam ser resolvidas com um simples uso de lógica básica ou um sinal de Wi-Fi. A passividade dele chegou a um nível que eu não sabia se estava assistindo a um drama romântico ou a um documentário sobre como ser uma porta decorativa.
2. O Vilão Caricato de Desenho Animado
Temos um vilão cujas motivações são tão profundas quanto um pires. Ele não tem um plano, ele tem um "surto agendado" por episódio. As vilanias são tão datadas que eu esperava que ele soltasse uma risada maléfica e acariciasse um gato branco a qualquer momento. Spoiler: não é intimidador, é só vergonha alheia.
3. Diálogos que Parecem Biscoitos da Sorte
As conversas entre o casal principal seguem um padrão exaustivo:
Protagonista A: "Eu te amo, mas não posso te contar o porquê de estar sofrendo."
Protagonista B: "Eu entendo, vou ficar parado aqui com cara de paisagem até o próximo mal-entendido evitável."
4. A Física do Roteiro: Onde o Tempo não Existe
No episódio 12, percebi que a trama anda em círculos tão perfeitos que o roteiro poderia ser usado para testar a estabilidade de um compasso. Nada avança. É o famoso "encher linguiça" gourmet. A cada 20 minutos de tela, temos 15 minutos de flashbacks de coisas que acabamos de ver há 5 minutos.
Veredito: "The Love Never Sets" tentou entregar um épico romântico, mas entregou uma aula de como testar a pressão arterial do telespectador. Minha saúde mental agradece a desistência.
Nota de Despedida: 1.5/5 estrelas (pela fotografia, porque o resto está nas mãos de Deus).
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Uma construção excepcional para aqueles que valorizam um ótimo enredo dramático.
Concluímos Top Form, a série teve 11 episódios que somam 8 horas e 25 minutos. E então, vocês curtiram? Ficou dentro do que esperavam? Agora, vou compartilhar meu humilde ponto de vista, mesmo que às vezes seja interpretado de maneira errada. 😅😅Sendo sincero, eu nunca li o mangá nem assisti ao anime, portanto não posso fazer uma comparação com essa adaptação. Vamos falar sobre a trama: posso afirmar que é muito promissora e começa de maneira excelente. Nunca imaginei que me surpreenderia tanto; a história é simples, mas bem desenvolvida ao longo da série. Não notei lacunas, como costumo ver em produções tailandesas.
Eu realmente gostei dos dois personagens principais:Akiné muito sério e sempre tenta se mostrar forte, quando na verdade é um grande coração, enquanto Jin é bastante compreensivo. O que eu mais apreciei nessa série foi a evolução do relacionamento deles, especialmente a maneira como Jin se esforça para resolver os desafios que enfrentam.
As cenas românticas foram maravilhosamente realizadas; não são como em outros BLs, que são muito explícitos; de fato, elas eram sensuais, mas não vulgares. Outro destaque vai para a direção e à fotografia dessa produção: todos os ângulos fazem sentido, e é claro que tudo foi cuidadosamente planejado nos mínimos detalhes.
Os dois intérpretes possuem uma conexão impressionante. Além disso, o Boom é um ator de alto nível! Na minha opinião, a qualidade do trabalho brilha principalmente por causa dele. É complicado explicar os sentimentos que senti sempre que ele se emocionava. Ele fez uma atuação incrível como Akin, conseguindo transmitir todos os sentimentos. Preciso reconhecer que Boom tem um enorme futuro na carreira de filmes boys love.
Quanto aos aspectos que poderiam ser aperfeiçoados, acho desnecessário citá-los.
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Um Boys Love Sem Muito a Oferecer
Emocionalmente distanteNão me entendam mal, eu amo programas alegres onde sabemos no que estamos nos metendo em termos de história e duração do episódio. No entanto, isso simplesmente não funcionou para mim com este “boys Love”
Normalmente entro em Bls como esses com facilidade e gosto deles pelo que existem, porém, nada me atraiu para a história ou para os casais. Se eu fosse descrever o que sinto sobre tudo, usaria a palavra “superficial”.
O segundo casal me deixou curioso e eu realmente esperava ver e entender mais sobre esses dois, mas a duração do episódio e a falta de tempo a eles atribuídos causaram muitos inconvenientes. O casal principal era bem fofo e teve algumas cenas bem feitas, porém, nada realmente atrai você para a história deles.
Gosto de definir sempre que, muitas vezes um Boy Love é aquele que consegue me atrair e me fazer sentir empatia pelos personagens, mas na maioria das vezes não senti nada em relação a esses. Resumindo, é lamentável dizer que essa apresentação foi, geralmente, bastante chato e distante, penso que, na verdade, tinha muito potencial. De qualquer forma, os atores se saíram bem com o que receberam, o que é sempre louvável e apreciado.
*Como um aviso, se você começar a assistir e simpatizar com segundo casal, sinto que você ficará muito desapontado com o tempo de apresentação em tela e a conexão emocional, se isso for algo que você prioriza e gosta.*
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Uma Boa Série Com Falhas de Roteiro
My Stand-In teve uma história bem legal. Atores consagrados na indústria Boys Love, com uma ressalva para dois atores coadjuvantes, Billy Possathorn (fez o papel do secretário Jim) e para o ator Tanathorn Charoenratanaporn (fez o papel de Sol), sem falar em tantos outros que foram igualmente bons.Qual a falha? Acredito que fazer um BL que vai passar por essa fase de encarnação não muito fácil, isso porque muitas vezes, como foi o caso aqui, o roteirista acaba por deixando as transições entre cenas confusas. Ao observarmos os momentos em que o Joe no corpo do novo personagem, interpretado por Winner Tanatat, ele só aparece quando o próprio Joe se olha no espelho, para os demais que ali estão, mesmo quando chamam o Joe para conversar o corpo que sempre aprece é do Joe que “morreu”. Tanto do ponto de vista religioso quanto para a produção isso gera uma certa confusão. Do ponto de vista religioso, o corpo não existe mais, na produção, é preciso inserir o público no conteúdo e estas transições de cenas servem justamente para isso.
O sofrimento do Joe também foi muito tenso durante o BL, pensei até que iria estender para uns 14 episódios. Contudo, gostei do BL, foi muito bom! Apenas a ressalva mesmo quanto as transições das cenas.
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Muita doçura e fofura, é o que promete!
Chegamos ao final de mais uma temporada de Boys Love, e que experiência maravilhosa foi esta série!DESTAQUE PARA OS PONTOS POSITIVOS: 🥰👏
1. A química entre os atores principais é simplesmente impressionante. A conexão que eles compartilham é tão intensa que é impossível não se apegar a eles.
2. A trama, doce e romântica, está repleta de momentos engraçados que me fizeram rir em diversas ocasiões. Os personagens são muito bem elaborados, e é fácil nos identificarmos com suas vivências e emoções.
3 . A atmosfera da série é extremamente agradável e relaxante, tornando-se perfeita para aqueles momentos em que buscamos algo leve e divertido para assistir.
4. As interações entre os protagonistas são sempre carregadas de emoção, e suas cenas juntos são verdadeiramente cativantes. Além disso, a série aborda temas importantes como aceitação e amor-próprio, enriquecendo ainda mais a sua narrativa.
5. A produção se destaca como uma belíssima representação do amor e da aceitação. Com personagens complexos, é impossível não se deixar envolver.
Essas críticas positivas ressaltam a notável química entre os atores, a história encantadora, a atmosfera convidativa e a profunda representação do amor e da aceitação.
O QUE DEIXOU A DESEJAR? 🤔
1. A série apresenta uma previsibilidade marcante, seguindo um padrão bastante comum nas produções de Boys Love, sem trazer surpresas ou reviravoltas significativas.
2. Os personagens secundários, por sua vez, são pouco explorados, parecendo existir apenas para preencher o enredo, sem apresentar profundidade ou características marcantes.
3. Ademais, a série não aborda temas complexos, como discriminação e aceitação, de maneira eficaz, tratando-os de forma superficial. Embora exista uma boa química entre os protagonistas, isso não é suficiente para compensar a falta de originalidade e a previsibilidade da narrativa.
Esses aspectos negativos ressaltam a falta de inovação da série, o desenvolvimento insatisfatório dos personagens secundários, a abordagem rasa de temas significativos.
Conclusão: é um BL encantador, perfeito para assistir sem preocupações! 😍🥰
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Mais um Boys Love que não entra no conceito
Lamentável, mas este é mais um BL que não entra no meu conceito, e aqui o motivo é mais simples, existe nitidamente uma falta de conexão entre os atores que fazem o papel principal. Outro ponto que percebi acompanhando a série até agora é a razão é que às vezes Natsukawa age um pouco demais como um gato assustado, como quando ele quase (não) entra no restaurante, quando ele derrama a bebida, etc. Tudo bem não ficar confortável, mas ser tão constrangido ao ir sair para comer algo me parece problemático, e não, isso não faz parte da cultura japonesa, o que poderia ser para muitos uma justificativa. Normalmente, isso é possível conferir nos sites e outras plataformas, os BL’s que mais chama atenção são os que, atores se comunicam muito bem na atuação, uma história bem objetiva (enredo e roteiro), e personagens que conseguem cativar de modo geral seus fãs.Was this review helpful to you?
Um BL Asiático Diferenciado!
Primeiramente, preciso reconhecer os méritos da produção. Este boys love apresentou uma estética visualmente interessante, algo que não é comum na indústria. Embora pessoalmente eu não tenha achado essa estética agradável, foi, sem dúvida, uma abordagem diferente. As muitas tomadas amplas, apesar de impressionantes em termos de composição, me deixaram com uma sensação de distância em relação aos personagens.A mudança de perspectiva entre os episódios foi um acerto, pois trouxe diferentes ângulos à narrativa; a execução técnica da produção estava em um nível elevado. No entanto, isso não foi suficiente para me conquistar completamente. As atuações foram bem executadas e críveis, transmitindo um sentimento bastante intenso e autêntico, com cenas de choro que realmente impressionam.
Outro ponto que me deixou reflexivo foi a representação estereotipada de personagens gays, frequentemente de forma exagerada. É importante lembrar que existem diversos tipos de pessoas dentro da comunidade, desde as mais extrovertidas até as mais reservadas, e todos têm seu espaço.
Em resumo, talvez a minha insatisfação seja algo pessoal, uma vez que este BL foge dos padrões aos quais estamos acostumados no universo asiático.
Recomendo? Sim! Vale a pena conferir, pois oferece uma visão da cultura tailandesa e do mundo boys love sob um ângulo diferente.
Voltaria a assistir? Não, apenas por uma questão de gosto pessoal.
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Faltou Ingredientes no bolo!
Gostei da narrativa e da profundidade dos problemas abordados, mas não me identifiquei com os personagens. Fiquei surpreso por sentir isso em relação a eles, já que, em geral, raramente me deparo com dramas que evitem provocar essa sensação – muitos tendem a ser bastante sombrios. Este, por outro lado, não tem essa carga, é. . . bem, diferente.Normalmente, não me importo com aspectos tóxicos e fundamentais em personagens, mas havia algo neles que eu não consegui deixar passar. Senti que algumas representações tentavam manter os personagens como "boas pessoas", sem revelar suas qualidades positivas, o que não me agradou. Isso se distingue de personagens com falhas humanas que buscam crescimento pessoal. Em alguns momentos, a situação parecia confusa, sem outras características com as quais eu pudesse me conectar.
A trama também não trouxe grandes novidades. Abordou temas cinzentos como traição e controle. Achei positivo que tentaram discutir a sexualidade nos relacionamentos de uma forma construtiva. Entretanto, a maneira como isso foi apresentado me deixou incomodado, pois passava a impressão de que uma pessoa deveria estabilizar ou atender as necessidades e desejos sexuais da outra, sem destacar o quão problemático isso pode ser. Essa abordagem fez com que eu sentisse que as pessoas simplesmente aceitavam essa situação negativa, o que é desanimador. Quem sabe se os episódios fossem mais longos, haveria mais espaço para explorar essa questão, em vez de deixá-la em aberto para interpretação?
A atuação, por sua vez, foi boa. Contudo, os elementos da história não se uniram de maneira a me conquistar totalmente. Não digo que outras pessoas não devam assistir ao BL– algumas realmente gostaram, e você pode se sentir da mesma forma ou não. Simplesmente não funcionou para mim, e isso é perfeitamente aceitável.
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