What the Duck (Season 1)
What the Duck não é exatamente uma boa série, mas é difícil descrever como algo esquecível. É o tipo de drama que você assiste com a sensação constante de que tudo está prestes a desandar, e desanda mesmo. A narrativa parece um experimento emocional conduzido sem roteiro claro, com personagens tomando decisões ruins em sequência, como se fosse um campeonato de quem erra mais.
A história tenta equilibrar comédia e drama, mas falha em fazer qualquer um dos dois com firmeza. O tom muda bruscamente, o desenvolvimento emocional é raso em alguns momentos e exagerado em outros, e há cenas que mais parecem sketches improvisados do que parte de uma trama coerente.
Os protagonistas são... intensos. E não de um jeito sexy. Suas atitudes muitas vezes beiram o tóxico, e o roteiro parece mais interessado em causar polêmica do que em desenvolver personagens de forma empática. Ainda assim, há algo fascinante no caos. É como ver um acidente em câmera lenta: você não consegue desviar o olhar, mesmo sabendo que não vai gostar do final.
A atuação oscila bastante. Há momentos genuínos, mas também muitos outros que parecem saídos de uma peça escolar. A produção é básica, com direção pouco inspirada e cortes secos que quebram o ritmo da narrativa. A trilha sonora, surpreendentemente, é o elemento mais consistente e bem usado.
Assista por curiosidade, se tiver estômago para personagens teimosos, relacionamentos mal resolvidos e uma trama que muitas vezes parece escrita no improviso. What the Duck não se salva, mas também não se apaga da memória tão fácil.
A história tenta equilibrar comédia e drama, mas falha em fazer qualquer um dos dois com firmeza. O tom muda bruscamente, o desenvolvimento emocional é raso em alguns momentos e exagerado em outros, e há cenas que mais parecem sketches improvisados do que parte de uma trama coerente.
Os protagonistas são... intensos. E não de um jeito sexy. Suas atitudes muitas vezes beiram o tóxico, e o roteiro parece mais interessado em causar polêmica do que em desenvolver personagens de forma empática. Ainda assim, há algo fascinante no caos. É como ver um acidente em câmera lenta: você não consegue desviar o olhar, mesmo sabendo que não vai gostar do final.
A atuação oscila bastante. Há momentos genuínos, mas também muitos outros que parecem saídos de uma peça escolar. A produção é básica, com direção pouco inspirada e cortes secos que quebram o ritmo da narrativa. A trilha sonora, surpreendentemente, é o elemento mais consistente e bem usado.
Assista por curiosidade, se tiver estômago para personagens teimosos, relacionamentos mal resolvidos e uma trama que muitas vezes parece escrita no improviso. What the Duck não se salva, mas também não se apaga da memória tão fácil.
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