What the Duck: Final Call (Season 2)
Se a primeira temporada foi um caos controlado, a segunda é o caos que largou o volante e acelerou rumo ao penhasco. What the Duck: Final Call tenta se levar mais a sério, mas o resultado é um drama arrastado, mal resolvido e emocionalmente exaustivo, e não no bom sentido.
A trama se propõe a continuar os conflitos anteriores, mas parece mais interessada em esticar situações desconfortáveis do que em realmente resolver algo. O desenvolvimento dos personagens é mínimo ou inexistente. Alguns até regridem, como se tudo que aconteceu na temporada anterior não tivesse servido pra nada. E se na primeira temporada havia pelo menos algum charme no absurdo, aqui sobra só o cansaço.
Os diálogos, em muitos momentos, parecem rascunhos não revisados. As discussões são repetitivas, circulares e pouco naturais. O roteiro insiste em conflitos que já deviam estar superados, forçando drama em cima de relações que já não têm mais para onde ir. O resultado é uma narrativa que se arrasta, tentando parecer profunda enquanto só entrega mais do mesmo, ou pior.
A atuação segue o mesmo padrão da primeira: irregular. Só que aqui o peso dramático é maior, e o elenco claramente não dá conta de sustentar tantas cenas intensas com credibilidade. Fica forçado, cansativo e, em algumas partes, constrangedor. A química entre os casais principais, que já era instável, praticamente evapora.
A produção técnica é mediana, mas sem evolução. A trilha sonora continua sendo o único elemento que não irrita, e mesmo assim, começa a parecer repetitiva depois de tantas cenas emocionais mal conduzidas.
Se você assistiu a primeira temporada e ficou curioso pra saber como tudo termina... prepare-se para uma conclusão frustrante, que levanta perguntas demais e responde quase nada. Final Call não é um encerramento digno, é só uma extensão desnecessária de um drama que já tinha dado o que tinha que dar.
A trama se propõe a continuar os conflitos anteriores, mas parece mais interessada em esticar situações desconfortáveis do que em realmente resolver algo. O desenvolvimento dos personagens é mínimo ou inexistente. Alguns até regridem, como se tudo que aconteceu na temporada anterior não tivesse servido pra nada. E se na primeira temporada havia pelo menos algum charme no absurdo, aqui sobra só o cansaço.
Os diálogos, em muitos momentos, parecem rascunhos não revisados. As discussões são repetitivas, circulares e pouco naturais. O roteiro insiste em conflitos que já deviam estar superados, forçando drama em cima de relações que já não têm mais para onde ir. O resultado é uma narrativa que se arrasta, tentando parecer profunda enquanto só entrega mais do mesmo, ou pior.
A atuação segue o mesmo padrão da primeira: irregular. Só que aqui o peso dramático é maior, e o elenco claramente não dá conta de sustentar tantas cenas intensas com credibilidade. Fica forçado, cansativo e, em algumas partes, constrangedor. A química entre os casais principais, que já era instável, praticamente evapora.
A produção técnica é mediana, mas sem evolução. A trilha sonora continua sendo o único elemento que não irrita, e mesmo assim, começa a parecer repetitiva depois de tantas cenas emocionais mal conduzidas.
Se você assistiu a primeira temporada e ficou curioso pra saber como tudo termina... prepare-se para uma conclusão frustrante, que levanta perguntas demais e responde quase nada. Final Call não é um encerramento digno, é só uma extensão desnecessária de um drama que já tinha dado o que tinha que dar.
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