This review may contain spoilers
Definitivamente uma das melhores do ano
Tá, vamos conversar sobre Khemjira, porque eu ainda tô digerindo o quanto essa série me deixou encantada e, ao mesmo tempo, revoltada com certas coisas. Antes de qualquer coisa: que produção linda. A fotografia é de cair o queixo, cada cena parece uma pintura. As locações são um absurdo de bonitas, e a trilha sonora… meu Deus, a trilha sonora. Ela entra no momento certo, envolve, arrepia, faz tudo parecer mais intenso do que já é. Khemjira é aquele tipo de série que te conquista primeiro pelos olhos e depois te prende com uma história bem contada.
Os atores, aliás, merecem todos os aplausos possíveis. Cada um deles conseguiu dar vida a personagens que, facilmente, podiam ter sido rasos e superficiais, mas não foram. O Khem, por exemplo. Na novel, ele é aquele tipo de protagonista que me irrita profundamente: passivo, dependente, cheio de “aiiin, como sou baixinhaaam”. Eu tenho alergia a isso. Mas o Namping fez mágica. Ele conseguiu dar um novo tom pro Khem, mantendo o “bom moço”, mas sem deixá-lo tão insuportável. Ficou cativante, humano, leve. É raro eu mudar de opinião sobre um personagem assim, e olha… Namping me ganhou.
Agora, o Pharan. Ai, o Pharan. Um homem delicioso, mas que também me tirou do sério. Eu sei, ele é um gostoso, tem aquele charme impossível de ignorar, mas vamos combinar que ele foi bem ridículo com o Khem em vários momentos. Tadinho do menino, eu só queria abraçar e colocar num potinho. Mesmo assim, não consigo julgar tanto quando ele se recusa a ajudar com a maldição, porque, sendo sincera, qualquer pessoa normal teria feito o mesmo. Ninguém em sã consciência se mete com uma maldição por alguém que acabou de conhecer. Mas poxa, não custava ser gentil um pouquinho, né?
E aí vem o Jet, meu amorzinho, meu tesouro, o verdadeiro raio de sol dessa história. Ele ganhou cada pedacinho do meu coração. Que personagem precioso, divertido, amoroso, aquele amigo que você agradece por existir. O Khem já teria ido de vala a muito tempo sem ele, disso eu tenho certeza. O Jet é o alívio cômico, mas também o alicerce emocional da série, e o First encaixou como uma luva nesse papel. Eu tô genuinamente encantada.
E falando em encanto: o Chan. Um neném que só quer ser notado pelo crush. As cenas dele com o Jet são uma fofura que me derrete inteira. Eles têm essa vibe de primeiro amor, de nervosismo bonitinho e olhares tímidos. É aquele tipo de casal que te faz sorrir sem perceber.
Agora, preciso falar de algo que me deixou bem irritada: os pais do Khem. Sério, que desastre de responsabilidade. O menino vive cercado por espíritos e maldições e ninguém achou uma boa ideia ensinar o garoto a se proteger? Nenhuma aula de defesa espiritual, nada de templo, nada de magia de proteção, nada! E ainda o pai some pra se ordenar monge depois da morte da mãe, deixando o filho completamente sozinho e desprotegido. Como é que isso faz sentido? Isso é negligência parental com todas as letras. Eu passei boa parte da série pensando: “como esse menino ainda tá vivo?”.
E por último, mas definitivamente não menos importante: Ramphueng. Que personagem fascinante. Ela começa como uma figura quase etérea e vai se tornando cada vez mais sombria, mais poderosa, mais intensa. A transformação dela é uma das coisas mais bem feitas da série. E a atriz… perfeita. Eu chorei com ela, senti raiva dela, e mesmo odiando, não consegui deixar de entender. Ramphueng é complexa, trágica e linda em sua própria destruição. Ela teve um final digno, porque apesar de todos os males que ela causou, ela ainda era só uma mãe destruída pela perda do filho. Depois do Jet, ela é facilmente meu personagem favorito.
No fim, Khemjira pode ser considerado uma das melhores do ano. É uma obra-prima, bonita, história redondinha e bem contada, emocionante e cheia de nuances. E se você ainda não viu… bom, prepare-se pra sofrer, rir, e se apaixonar um pouquinho por cada um deles. Eu já tô aqui, querendo rever só pra sentir tudo de novo.
Os atores, aliás, merecem todos os aplausos possíveis. Cada um deles conseguiu dar vida a personagens que, facilmente, podiam ter sido rasos e superficiais, mas não foram. O Khem, por exemplo. Na novel, ele é aquele tipo de protagonista que me irrita profundamente: passivo, dependente, cheio de “aiiin, como sou baixinhaaam”. Eu tenho alergia a isso. Mas o Namping fez mágica. Ele conseguiu dar um novo tom pro Khem, mantendo o “bom moço”, mas sem deixá-lo tão insuportável. Ficou cativante, humano, leve. É raro eu mudar de opinião sobre um personagem assim, e olha… Namping me ganhou.
Agora, o Pharan. Ai, o Pharan. Um homem delicioso, mas que também me tirou do sério. Eu sei, ele é um gostoso, tem aquele charme impossível de ignorar, mas vamos combinar que ele foi bem ridículo com o Khem em vários momentos. Tadinho do menino, eu só queria abraçar e colocar num potinho. Mesmo assim, não consigo julgar tanto quando ele se recusa a ajudar com a maldição, porque, sendo sincera, qualquer pessoa normal teria feito o mesmo. Ninguém em sã consciência se mete com uma maldição por alguém que acabou de conhecer. Mas poxa, não custava ser gentil um pouquinho, né?
E aí vem o Jet, meu amorzinho, meu tesouro, o verdadeiro raio de sol dessa história. Ele ganhou cada pedacinho do meu coração. Que personagem precioso, divertido, amoroso, aquele amigo que você agradece por existir. O Khem já teria ido de vala a muito tempo sem ele, disso eu tenho certeza. O Jet é o alívio cômico, mas também o alicerce emocional da série, e o First encaixou como uma luva nesse papel. Eu tô genuinamente encantada.
E falando em encanto: o Chan. Um neném que só quer ser notado pelo crush. As cenas dele com o Jet são uma fofura que me derrete inteira. Eles têm essa vibe de primeiro amor, de nervosismo bonitinho e olhares tímidos. É aquele tipo de casal que te faz sorrir sem perceber.
Agora, preciso falar de algo que me deixou bem irritada: os pais do Khem. Sério, que desastre de responsabilidade. O menino vive cercado por espíritos e maldições e ninguém achou uma boa ideia ensinar o garoto a se proteger? Nenhuma aula de defesa espiritual, nada de templo, nada de magia de proteção, nada! E ainda o pai some pra se ordenar monge depois da morte da mãe, deixando o filho completamente sozinho e desprotegido. Como é que isso faz sentido? Isso é negligência parental com todas as letras. Eu passei boa parte da série pensando: “como esse menino ainda tá vivo?”.
E por último, mas definitivamente não menos importante: Ramphueng. Que personagem fascinante. Ela começa como uma figura quase etérea e vai se tornando cada vez mais sombria, mais poderosa, mais intensa. A transformação dela é uma das coisas mais bem feitas da série. E a atriz… perfeita. Eu chorei com ela, senti raiva dela, e mesmo odiando, não consegui deixar de entender. Ramphueng é complexa, trágica e linda em sua própria destruição. Ela teve um final digno, porque apesar de todos os males que ela causou, ela ainda era só uma mãe destruída pela perda do filho. Depois do Jet, ela é facilmente meu personagem favorito.
No fim, Khemjira pode ser considerado uma das melhores do ano. É uma obra-prima, bonita, história redondinha e bem contada, emocionante e cheia de nuances. E se você ainda não viu… bom, prepare-se pra sofrer, rir, e se apaixonar um pouquinho por cada um deles. Eu já tô aqui, querendo rever só pra sentir tudo de novo.
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