This review may contain spoilers
Assisti Secret Ghost pra você não ter que assistir
Secret Ghost foi uma série que eu comecei a assistir já com as expectativas lá embaixo. Logo de cara deu pra perceber coisas que me incomodaram, e infelizmente essas sensações só foram se acumulando ao longo dos episódios. Visualmente, é claramente uma produção de baixo orçamento, mas isso por si só não seria um problema. Tem muita série barata que funciona muito bem. O problema é que Secret Ghost não entra nesse grupo.
As atuações me incomodaram bastante. Faltava emoção. Mesmo nas cenas que claramente pediam tensão ou entrega emocional, choro, dor, conflito, nada chegava de verdade. Pelo menos em mim, não funcionou. Eu sentia que os atores estavam… atuando. Que tinham acabado de decorar o texto e estavam apenas recitando as falas. Os diálogos eram extremamente expositivos, explicativos demais, pouco naturais. Em vários momentos parecia uma leitura de roteiro em voz alta, não uma conversa real entre personagens.
Tecnicamente, a série também deixa muito a desejar. A captação de áudio é estranha. Em algumas cenas o som chiava, em outras o volume dos atores variava demais: um falava baixinho, o outro entrava alto demais, quase atropelando a cena. Isso acontecia com frequência. A música, muitas vezes, estava alta demais, enquanto as falas ficavam baixas, o que só piorava a experiência.
E isso piora ainda mais porque a série fala muito sobre música, clube musical, sonhos, ser artista, ser cantor. Tudo isso deveria causar impacto sonoro, deveria envolver quem está assistindo. Eu não gosto de julgar quem canta bem ou mal, e sinceramente, eles não cantam tão mal. Dá pra ouvir, é ok. O problema maior é a banda. Quando eles estão tocando, basicamente só existe bateria. A bateria estoura, domina tudo. Violão, guitarra, baixo… você quase não ouve nada. Os meninos estão ali tocando, mas o som simplesmente não aparece. Para uma série que se propõe a ser musical, isso é um erro enorme. Bastava um pouco mais de cuidado na mixagem, um mínimo de polimento nos instrumentos. Não aconteceu, e me incomodou bastante.
Sobre a história em si, o ritmo é muito mal distribuído. Os primeiros episódios são arrastados, enrolados, demorados demais. Eu mesma demorei a continuar assistindo porque parecia que nada realmente avançava. É aquela sensação de encheção de linguiça. Já nos últimos episódios acontece o oposto. Tudo vem de uma vez. Acontecimentos importantes são jogados em sequência, sem pausa. O episódio 10, que é o último, parece um despejo de informação. Dá a impressão clara de que perceberam que o tempo estava acabando e decidiram correr com tudo no final. O resultado é uma história mal contada, com tempo de tela mal aproveitado.
Teve cenas que eu simplesmente pulei. As cenas musicais, por causa do som dos instrumentos, e principalmente as cenas de publicidade. Era algo tão escancarado, tão forçado, que me tirava completamente da narrativa. Não era aquela propaganda discreta. Eram cenas criadas só para vender produto. Quando eu percebia que virou comercial, eu pulava, porque me irritava. Enquanto deveriam estar se preocupando em contar melhor a história, estavam ocupando tempo precioso com propaganda.
Chega no final e a história não se resolve direito. É uma decepção. Eu infelizmente não indico essa série. Os meninos são fofíssimos, carismáticos, mas a história foi tão mal conduzida que não dá. Se você quiser assistir, boa sorte, mas não é uma recomendação.
Não teve beijo em nenhum momento, e isso, sinceramente, não me incomodou. Se a história for boa, a ausência de beijo não faz falta. Já vi muitos BLs ótimos sem beijo algum. O problema aqui é que não tem beijo, não tem química e não tem uma história envolvente pra sustentar isso. Fica naquele vai e não vai que nunca vai.
Curiosamente, eu me apaixonei pelo suposto casal secundário: C e o Jod, amigo do Sia, que é o protagonista. Eles são fofos demais. O C tem aquela vibe de cara alto, valentão, do grupo dos bullies, mas é claramente sensível. E quando ele está perto do crush, fica todo bobinho, todo desarmado. Se alguém cita o nome do Jod perto dele, ele já muda completamente, fica todo nenenzinho, numa fofura absurda, se derretendo todo. Eu queria muito ter visto mais deles, mas nem o casal principal teve espaço direito, imagina o secundário.
O Blue e o Sia até são fofos juntos, mas o romance não convence. Dá pra sentir que a série queria focar nisso, mas não conseguiu construir. Teve uma cena em que o Blue, por ser um fantasma, consegue ter corpo, matéria fisica, e eles se deitam juntos na cama, abraçados. A cena corta para preto e, quando volta, eles aparecem sem roupa, insinuando que aconteceu algo. Foi tão forçado, tão mal encaixado, que eu sinceramente preferia que essa cena nem existisse.
Os cortes são estranhos, as transições são estranhas, o áudio é estranho. É uma pena, porque a ideia tinha potencial. Poderia ter sido algo bom, mesmo com baixo orçamento. Porque baixo orçamento não é sinônimo de baixa qualidade, mas aqui, infelizmente, a qualidade é baixíssima.
Apesar de tudo isso, eu torço muito para que os atores tenham boas oportunidades no futuro. Eles são carismáticos, fofos, e conseguiram entregar presença mesmo quando o roteiro não ajudava. As falas… misericórdia, só por Deus. Mas ainda assim, eles conseguiram conquistar meu coração. A série não me conquistou, mas eles sim.
As atuações me incomodaram bastante. Faltava emoção. Mesmo nas cenas que claramente pediam tensão ou entrega emocional, choro, dor, conflito, nada chegava de verdade. Pelo menos em mim, não funcionou. Eu sentia que os atores estavam… atuando. Que tinham acabado de decorar o texto e estavam apenas recitando as falas. Os diálogos eram extremamente expositivos, explicativos demais, pouco naturais. Em vários momentos parecia uma leitura de roteiro em voz alta, não uma conversa real entre personagens.
Tecnicamente, a série também deixa muito a desejar. A captação de áudio é estranha. Em algumas cenas o som chiava, em outras o volume dos atores variava demais: um falava baixinho, o outro entrava alto demais, quase atropelando a cena. Isso acontecia com frequência. A música, muitas vezes, estava alta demais, enquanto as falas ficavam baixas, o que só piorava a experiência.
E isso piora ainda mais porque a série fala muito sobre música, clube musical, sonhos, ser artista, ser cantor. Tudo isso deveria causar impacto sonoro, deveria envolver quem está assistindo. Eu não gosto de julgar quem canta bem ou mal, e sinceramente, eles não cantam tão mal. Dá pra ouvir, é ok. O problema maior é a banda. Quando eles estão tocando, basicamente só existe bateria. A bateria estoura, domina tudo. Violão, guitarra, baixo… você quase não ouve nada. Os meninos estão ali tocando, mas o som simplesmente não aparece. Para uma série que se propõe a ser musical, isso é um erro enorme. Bastava um pouco mais de cuidado na mixagem, um mínimo de polimento nos instrumentos. Não aconteceu, e me incomodou bastante.
Sobre a história em si, o ritmo é muito mal distribuído. Os primeiros episódios são arrastados, enrolados, demorados demais. Eu mesma demorei a continuar assistindo porque parecia que nada realmente avançava. É aquela sensação de encheção de linguiça. Já nos últimos episódios acontece o oposto. Tudo vem de uma vez. Acontecimentos importantes são jogados em sequência, sem pausa. O episódio 10, que é o último, parece um despejo de informação. Dá a impressão clara de que perceberam que o tempo estava acabando e decidiram correr com tudo no final. O resultado é uma história mal contada, com tempo de tela mal aproveitado.
Teve cenas que eu simplesmente pulei. As cenas musicais, por causa do som dos instrumentos, e principalmente as cenas de publicidade. Era algo tão escancarado, tão forçado, que me tirava completamente da narrativa. Não era aquela propaganda discreta. Eram cenas criadas só para vender produto. Quando eu percebia que virou comercial, eu pulava, porque me irritava. Enquanto deveriam estar se preocupando em contar melhor a história, estavam ocupando tempo precioso com propaganda.
Chega no final e a história não se resolve direito. É uma decepção. Eu infelizmente não indico essa série. Os meninos são fofíssimos, carismáticos, mas a história foi tão mal conduzida que não dá. Se você quiser assistir, boa sorte, mas não é uma recomendação.
Não teve beijo em nenhum momento, e isso, sinceramente, não me incomodou. Se a história for boa, a ausência de beijo não faz falta. Já vi muitos BLs ótimos sem beijo algum. O problema aqui é que não tem beijo, não tem química e não tem uma história envolvente pra sustentar isso. Fica naquele vai e não vai que nunca vai.
Curiosamente, eu me apaixonei pelo suposto casal secundário: C e o Jod, amigo do Sia, que é o protagonista. Eles são fofos demais. O C tem aquela vibe de cara alto, valentão, do grupo dos bullies, mas é claramente sensível. E quando ele está perto do crush, fica todo bobinho, todo desarmado. Se alguém cita o nome do Jod perto dele, ele já muda completamente, fica todo nenenzinho, numa fofura absurda, se derretendo todo. Eu queria muito ter visto mais deles, mas nem o casal principal teve espaço direito, imagina o secundário.
O Blue e o Sia até são fofos juntos, mas o romance não convence. Dá pra sentir que a série queria focar nisso, mas não conseguiu construir. Teve uma cena em que o Blue, por ser um fantasma, consegue ter corpo, matéria fisica, e eles se deitam juntos na cama, abraçados. A cena corta para preto e, quando volta, eles aparecem sem roupa, insinuando que aconteceu algo. Foi tão forçado, tão mal encaixado, que eu sinceramente preferia que essa cena nem existisse.
Os cortes são estranhos, as transições são estranhas, o áudio é estranho. É uma pena, porque a ideia tinha potencial. Poderia ter sido algo bom, mesmo com baixo orçamento. Porque baixo orçamento não é sinônimo de baixa qualidade, mas aqui, infelizmente, a qualidade é baixíssima.
Apesar de tudo isso, eu torço muito para que os atores tenham boas oportunidades no futuro. Eles são carismáticos, fofos, e conseguiram entregar presença mesmo quando o roteiro não ajudava. As falas… misericórdia, só por Deus. Mas ainda assim, eles conseguiram conquistar meu coração. A série não me conquistou, mas eles sim.
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