Uma arte em forma de BL.
Eu quase nunca começo uma resenha falando disso, porque estou longe de ser um especialista em cinema ou fotografia. Mas, dessa vez, é impossível não começar elogiando a fotografia absurda desse BL!
Cada cena de Secret Happened on the Litchi Island parece um quadro cuidadosamente pintado. É como se cada imagem fosse um poema visual que ganha ainda mais força quando encontra a trilha sonora certa, igualmente impecável. Tudo ali é pensado para provocar sensação, beleza e intenção, como se nada estivesse em cena por acaso.
Dito isso, não acho que seja uma obra para qualquer pessoa, e não falo isso de forma elitista. É que essa é uma história que exige sensibilidade. Uma narrativa que não quer se entregar fácil, que não faz questão de explicar tudo. Ela pede atenção aos detalhes, às pausas, às entrelinhas. E tudo bem se nem todo mundo conseguir se conectar com isso. Algumas obras não querem ser universais, querem ser sentidas por quem está disposto.
Sobre o romance central, eu nem sei se consigo explicar o quão bonito ele é e o quanto me fez sentir... É um amor contado de forma orgânica, sem grandes explosões ou reviravoltas dramáticas. Ele se constrói nos pequenos gestos, nos olhares e nas subjetividades. É uma história que fala das camadas humanas mais simples e, justamente por isso, mais complexas, como a descoberta, o desejo, o afeto, a confusão…
Secret Happened on the Litchi Island não é um BL para maratonar distraído. É um BL para assistir devagar, com atenção, deixando que ele encontre espaço dentro de você.
Talvez seja por isso que certas imagens tenham ficado comigo. Não sei se foram pensadas assim ou se são apenas acasos bonitos, e, no fundo, acho que essa é justamente a força da história.
É um BL em que os símblos parecem invisíveis à primeira vista, mas que, quando observados com cuidado, revelam formas conhecidas, delicadas, íntimas… quase universais. É nesse tipo de detalhe silencioso que a narrativa realmente ganha sentido.
E talvez seja por isso que ele permaneceu em mim. Porque me fez sentir que foi a escolha certa para encerrar meu ciclo de BLs de 2025, e reafirmar, mais uma vez, o carinho imenso que tenho por esse gênero.
Cada cena de Secret Happened on the Litchi Island parece um quadro cuidadosamente pintado. É como se cada imagem fosse um poema visual que ganha ainda mais força quando encontra a trilha sonora certa, igualmente impecável. Tudo ali é pensado para provocar sensação, beleza e intenção, como se nada estivesse em cena por acaso.
Dito isso, não acho que seja uma obra para qualquer pessoa, e não falo isso de forma elitista. É que essa é uma história que exige sensibilidade. Uma narrativa que não quer se entregar fácil, que não faz questão de explicar tudo. Ela pede atenção aos detalhes, às pausas, às entrelinhas. E tudo bem se nem todo mundo conseguir se conectar com isso. Algumas obras não querem ser universais, querem ser sentidas por quem está disposto.
Sobre o romance central, eu nem sei se consigo explicar o quão bonito ele é e o quanto me fez sentir... É um amor contado de forma orgânica, sem grandes explosões ou reviravoltas dramáticas. Ele se constrói nos pequenos gestos, nos olhares e nas subjetividades. É uma história que fala das camadas humanas mais simples e, justamente por isso, mais complexas, como a descoberta, o desejo, o afeto, a confusão…
Secret Happened on the Litchi Island não é um BL para maratonar distraído. É um BL para assistir devagar, com atenção, deixando que ele encontre espaço dentro de você.
Talvez seja por isso que certas imagens tenham ficado comigo. Não sei se foram pensadas assim ou se são apenas acasos bonitos, e, no fundo, acho que essa é justamente a força da história.
É um BL em que os símblos parecem invisíveis à primeira vista, mas que, quando observados com cuidado, revelam formas conhecidas, delicadas, íntimas… quase universais. É nesse tipo de detalhe silencioso que a narrativa realmente ganha sentido.
E talvez seja por isso que ele permaneceu em mim. Porque me fez sentir que foi a escolha certa para encerrar meu ciclo de BLs de 2025, e reafirmar, mais uma vez, o carinho imenso que tenho por esse gênero.
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