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Completed
Khemjira
1 people found this review helpful
by Heyou
Jan 12, 2026
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.0

Khemjira fez sucesso. Mas a verdade atende pelo nome de Jet.

Eu não queria começar o ano polemizando, maaaas... agora eu finalmente entendo por que Khemjira fez tanto sucesso, e olha que eu nem estou falando de como a vibe de ‘’homem misterioso’’ que o Xamã exala acaba conquistando boa parte do público...

A produção é realmente boa, mas depois de assistir, ficou claro para mim que o fenômeno em torno de Khemjira não nasce exatamente do enredo ou da complexidade dos personagens, e sim de algo muito mais específico: FirstOne, ou mais especificamente aqui, o Jet.

Agora tudo faz sentido para mim. Agora eu entendo por que, na época em que o BL estava no ar, só se falava dele. FirstOne é carismático num nível quase injusto. Ele domina a cena com naturalidade, dentro e fora das telas, e cria uma presença que sustenta a série inteira sem esforço aparente. Não é exagero dizer que boa parte do impacto emocional e do apego do público passa diretamente por ele, e reconhecer isso não diminui a obra, apenas esclarece o tipo de sucesso que ela construiu.

Dito isso, Khemjira também acerta em algo que vai além do romance. A série mergulha com cuidado na cultura e na religiosidade, não como pano de fundo exótico, mas como elementos vivos que moldam escolhas, culpas e caminhos. Existe um peso simbólico ali, de tradição, de crença, de moral, que atravessa os personagens e dá sentido às decisões que eles tomam.

Outro eixo importante da narrativa é o perdão. Não como algo fácil ou imediato, mas como um processo longo, imperfeito e, muitas vezes, doloroso. Um caminho necessário para seguir em frente, mesmo quando isso exige abrir feridas antigas.

E, por fim, a série também fala muito sobre amizade. Sobre laços que sustentam quando tudo vacila, que dão chão quando as certezas desmoronam e que lembram, o tempo todo, que ninguém atravessa seus dilemas completamente sozinho.

No fim, Khemjira não é memorável por misturar os gêneros, mas por saber exatamente onde está sua força. É uma história que encontra seu impacto no carisma, na cultura, na espiritualidade e nos vínculos humanos.

E, bom… no mais, essa é facilmente a série que mais me fez me apaixonar por personagens por metro quadrado.

Começando por Charn que virou meu novo grande amor por um motivo que eu nem sei explicar direito. Passando pela necessidade de ver mais do Yos com aquela cara de cachorro perdido. Pelos gêmeos Thong e Ake que por muito pouco não me fizeram querer ter filhos.
E por fim, e não menos importante, Ramphueng, RAINHA ABSOLUTA dessa trama toda, e para mim a melhor das melhores.

Assistam!

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Completed
Secrets Happened on the Litchi Island
1 people found this review helpful
by Heyou
Jan 5, 2026
7 of 7 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10

Uma arte em forma de BL.

Eu quase nunca começo uma resenha falando disso, porque estou longe de ser um especialista em cinema ou fotografia. Mas, dessa vez, é impossível não começar elogiando a fotografia absurda desse BL!

Cada cena de Secret Happened on the Litchi Island parece um quadro cuidadosamente pintado. É como se cada imagem fosse um poema visual que ganha ainda mais força quando encontra a trilha sonora certa, igualmente impecável. Tudo ali é pensado para provocar sensação, beleza e intenção, como se nada estivesse em cena por acaso.

Dito isso, não acho que seja uma obra para qualquer pessoa, e não falo isso de forma elitista. É que essa é uma história que exige sensibilidade. Uma narrativa que não quer se entregar fácil, que não faz questão de explicar tudo. Ela pede atenção aos detalhes, às pausas, às entrelinhas. E tudo bem se nem todo mundo conseguir se conectar com isso. Algumas obras não querem ser universais, querem ser sentidas por quem está disposto.

Sobre o romance central, eu nem sei se consigo explicar o quão bonito ele é e o quanto me fez sentir... É um amor contado de forma orgânica, sem grandes explosões ou reviravoltas dramáticas. Ele se constrói nos pequenos gestos, nos olhares e nas subjetividades. É uma história que fala das camadas humanas mais simples e, justamente por isso, mais complexas, como a descoberta, o desejo, o afeto, a confusão…

Secret Happened on the Litchi Island não é um BL para maratonar distraído. É um BL para assistir devagar, com atenção, deixando que ele encontre espaço dentro de você.

Talvez seja por isso que certas imagens tenham ficado comigo. Não sei se foram pensadas assim ou se são apenas acasos bonitos, e, no fundo, acho que essa é justamente a força da história.

É um BL em que os símblos parecem invisíveis à primeira vista, mas que, quando observados com cuidado, revelam formas conhecidas, delicadas, íntimas… quase universais. É nesse tipo de detalhe silencioso que a narrativa realmente ganha sentido.

E talvez seja por isso que ele permaneceu em mim. Porque me fez sentir que foi a escolha certa para encerrar meu ciclo de BLs de 2025, e reafirmar, mais uma vez, o carinho imenso que tenho por esse gênero.

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Completed
Jun & Jun
1 people found this review helpful
by Heyou
Dec 22, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 8.0
Acting/Cast 10
Music 6.5
Rewatch Value 8.5

Quando o simples funciona bem.

Me desculpem os críticos, mas nada melhor do que um BL feijão com arroz que funciona perfeitamente no comum. E é exatamente isso que Jun & Jun é pra mim, um BL conforto, leve, rápido e maratonável num piscar de olhos. Funciona demais pra quem só quer uma bobeirinha gostosa pra desligar o cérebro sem culpa.

E vamos ser sinceros, quem não gosta de ver um amor que vem desde a infância finalmente se tornar real? Ainda mais quando é fofo, previsível no melhor sentido e sem a menor pretensão de ser revolucionário.

No fim, Jun & Jun é isso, não promete nada grandioso, não tenta ser mais do que é, e justamente por isso entrega exatamente o que promete

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Completed
Head 2 Head
0 people found this review helpful
by Heyou
11 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 7.0
Acting/Cast 8.5
Music 7.0
Rewatch Value 7.0

O roteiro falha mas os JJs salvam!

Head 2 Head, pra mim, começou como um pequeno engano. Dei play achando que estava começando outro BL que eu queria assistir. Mesmo assim, algo me fez ficar. E esse algo tem nome e sobrenome: o carisma dos JJs. O casal principal é daqueles que te ganham fácil, no melhor enemies to lovers possível (risos). Eles praticamente sustentam a série no carisma, mesmo quando a história insiste em não acompanhar.
Porque, sendo bem sincero, o enredo não é nada incrível. Pelo contrário, é confuso, cheio de furos, com descontinuidades narrativas que quebram o ritmo e dão a sensação de um caos mal organizado. Em vários momentos, parece que a série não sabe exatamente para onde quer ir, e nem se esforça tanto pra amarrar isso.
Ainda assim, curiosamente, tudo isso acaba ficando em segundo plano. Simplesmente porque é… gostoso de assistir. Não pela história em si, mas pelo prazer de ver os JJs em cena, funcionando juntos apesar de tudo. Eles têm química, têm presença, e fazem a gente relevar muita coisa.
Os beijos, é verdade, são bem xoxos. Falta intensidade, falta um tempero. Mas, mesmo aí, dá pra enxergar potencial. Tanto no casal principal quanto nos casais secundários, existe algo que ainda não foi totalmente explorado, mas que claramente pode crescer. Fica aquela sensação de “ainda não é aqui”, mas talvez seja um começo.
No fim, Head 2 Head não é um BL memorável pelo roteiro, nem pela construção narrativa. Ele é esquecível nesse sentido. Mas também é aquele tipo de obra que a gente guarda com certo carinho, porque apresentou atores carismáticos, com química e uma margem real de evolução. Torço para que os JJs, e também os secundários, encontrem histórias melhores no futuro e tenham a chance de brilhar em produções que façam jus ao potencial que ficou só ensaiado aqui.

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Completed
Tokyo in April Is...
0 people found this review helpful
by Heyou
22 days ago
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 7.5

O amor também exige espera.

Tokyo in April Is… carrega exatamente aquilo que costuma marcar muitos BLs japoneses, uma narrativa lenta, silenciosa e profundamente melancólica. É o tipo de história que, em alguns momentos, chega a doer de assistir, não por excessos dramáticos, mas pela forma contida com que expõe emoções que foram engolidas por tempo demais.

A série fala sobre recomeço, mas não de maneira romantizada. Aqui, recomeçar é um processo difícil, por vezes doloroso, em que o medo paralisa, faz duvidar da própria capacidade de seguir em frente e de merecer algo diferente. O passado não aparece como algo distante, ele pesa, atravessa o presente e molda cada escolha.

O ponto mais forte, pra mim, está na forma como um dos personagens percebe a vulnerabilidade do outro, não como fraqueza, mas como algo que precisa ser acolhido. Existe um cuidado muito bonito ali, alguém que observa, respeita o silêncio, entende os limites, aceita os tempos e, pouco a pouco, ajuda o outro a encarar traumas que nunca foram realmente curados. Não há pressa, não há cobrança. Só presença.

Tokyo in April Is… não entrega grandes explosões emocionais nem reviravoltas marcantes. É um BL que exige paciência de quem assiste, e justamente por isso recompensa quem se permite entrar no ritmo da história.

Não é um BL para maratonar distraído.
É uma história para sentir devagar, aceitar o desconforto e entender que, às vezes, amar também é esperar… e aprender a ficar.

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Completed
Boys Be Brave!
0 people found this review helpful
by Heyou
28 days ago
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 7.0
Acting/Cast 8.0
Music 7.0
Rewatch Value 7.0

Ser bravo, às vezes, é só ser honesto consigo mesmo.

À primeira vista, Boys Be Brave! pode parecer só mais um BL simples, e, de certo modo, ele é mesmo. Mas existe uma camada nesse BL que fala, acima de tudo, sobre a coragem e o desafio de ser honesto consigo mesmo quando isso parece a coisa mais difícil do mundo. E é aí que mora a beleza desse BL ao meu ver, porque ele mostra que, muitas vezes, o maior ato de bravura não é se declarar para alguém, mas sim, se declarar para si mesmo. Reconhecendo nossos sentimentos e aceitando-os sem culpa.

PS: o casal principal é um amorzinho, mas sinceramente? Eu queria uma história inteirinha só do casal secundário 🥹❤️

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Completed
Destiny Seeker
0 people found this review helpful
by Heyou
Jan 6, 2026
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 6.0
Story 6.0
Acting/Cast 7.5
Music 5.0
Rewatch Value 5.0

Era ruim... mas quando percebi já tinha terminado.

Eu sinceramente não sei como fui parar aqui assistindo esse BL. Muito menos como consegui passar do primeiro episódio, já que nos primeiros segundos depois de dar play eu pensei seriamente em desistir. Era uma farofada tão grande que quase larguei tudo ali mesmo.

Mas aí aconteceu o clássico, caí num buraco de minhoca narrativo e, quando percebi, já estava curioso demais pra saber como diabos aqueles inimigos iam virar casal, tanto o principal quanto o secundário.

No fim, tudo nesse BL é… estranho. Meio bagunçado, cheio de coisas sem explicação, escolhas questionáveis e momentos que você só aceita e segue em frente. Se eu tivesse que resumir a experiência, diria que ele teria sido claramente muito melhor se só existissem os episódios 8, 9 e 10, que é quando a relação finalmente fica gostosinha de assistir e começa a fazer algum sentido (milagre!).

Então eu não julgo quem julga. Nem quem ama, nem quem odeia. Porque, de fato, ele não é exatamente atrativo, e às vezes exagera tanto que dá vergonha alheia. Aquela cena final, por exemplo, com todo mundo usando máscara como se fosse um projeto de robôs do futuro? Too much, gente. TOO MUCH.

Mas, curiosamente, eu cheguei até o final sem nem perceber. Então fica a recomendação sincera, se você não tiver absolutamente nada pra fazer, talvez valha tentar também. Vai que te prende do mesmo jeito… vai que, né? 😅

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Completed
Lover Merman
0 people found this review helpful
by Heyou
Dec 22, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 5.0
Acting/Cast 7.0
Music 5.0
Rewatch Value 5.0

Só vi pelos tritões!

A versão gay da Pequena Sereia, Lovely Merman, é aquela produção… ok. Nada demais, sem grandes mensagens, sem reviravoltas mirabolantes. Para alguns, talvez funcione bem como entretenimento despretensioso, o que, sinceramente, não foi muito o meu caso. Nos últimos episódios, confesso que comecei a passar cenas só pra ver se surgia algo que realmente me prendesse, já que eu já tinha chegado quase ao final mesmo.

Dito isso… vou ser honesto.
Eu me deixava enfeitiçar com muita facilidade por aquele bando de tritões gostosos. E aceitava, sem resistência alguma, ser levado pro fundo do mar pra ser completamente devorado, se possível, por todos eles juntos!

PS: e sobre o dono do bar… MEU DEUS. Que delícia de homem. Por muito pouco não roubou o pódio do meu coração.

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Completed
Love in the Moonlight
0 people found this review helpful
by Heyou
Dec 8, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 10
Acting/Cast 10
Music 9.0
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Um clichê que funcionou muito bem!

Terminei o BL Love The Moonlight e, antes de qualquer análise, eu só queria entender como algo com uma história tão clichê conseguiu funcionar tão bem ao ponto de me deixar completamente fascinado? Não é possível que esse sentimento seja só meu.

Dito isso, Love The Moonlight é, sem exagero, um dos BLs mais interessantes que assisti este ano. E não estou falando apenas da atuação impecável, da fotografia ou da trilha sonora. O que realmente me surpreendeu foi a forma como, dentro de uma narrativa tão conhecida por nós, o clássico amor proibido, a série conseguiu construir algo simbólico, profundo e cheio de significado.

Eles pegam o clichê e transformam em contexto, dentro de uma cultura e um peso histórico. Nos fazendo mergulhar em um tempo onde tudo era ainda mais difícil, onde amar alguém do mesmo gênero não era só um ato de coragem, mas quase um ato de sobrevivência. E nesse cenário, a liberdade de amar carrega o peso doloroso da família, da tradição e das expectativas sociais.

E aí entram meus amados Saenkram e Sarin, pois é impossível não falar deles, afinal, o peso emocional que os dois colocam em cada olhar, cada silêncio, cada tentativa de fugir e, ao mesmo tempo, de permanecer… é incrível. Eles nos fazem sentir a urgência de amar e o medo de perder, como se, em cada cena, eles carregassem o mundo nas costas apenas para existir um no outro.

E é isso que Love The Moonlight quer nos lembrar, que independente da época, a escolha de lutar pelos nossos desejos, pela nossa liberdade e pela nossa felicidade é sempre cotidiana, sempre difícil e sempre atemporal. E que amar exige coragem, ontem, hoje e sempre.

E talvez seja por isso que o BL, mesmo tão cheio de elementos já vistos, não soa repetitivo. Ele se repete porque a vida se repete. Porque, para muitos de nós, a batalha por amar continua sendo a mesma, apenas com novos cenários.

Love The Moonlight me pegou justamente por isso, por mostrar que o amor pode ser bonito, mas também pesado, desejado e arriscado. E que, quando duas pessoas finalmente entendem o que sentem e escolhem viver esse amor, o impacto emocional é tão grande que atravessa qualquer clichê.

Obs: E daqui pra frente, peço pra quem não assistiu, não seguir a leitura, pois o texto pode conter SPOILERS!!!

Mas enfim, quando eu achei que já tinha sentido tudo o que Love The Moonlight queria me entregar… veio o final. E que final, meus amores. QUE FINAL. Há algo profundamente bonito em ver que aqueles que mais julgavam, duvidavam ou tentavam impedir esse amor, justamente eles, foram capazes de mudar. E não por conveniência, mas por afeto, por crescimento, por finalmente enxergarem o que sempre esteve ali, dois jovens querendo amar sem ferir ninguém, apenas existindo com muita verdade.

Porque no fim das contas, permitir-se mudar é o maior de todos os avanços. É assim que vínculos se fortalecem, que relações se transformam e que histórias como essa encontram o espaço que merecem.

Enfim… chega de spoilers.
Só assistam ❤️✨ #LoveInTheMoonlightTH #BoysLoveSeries

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Completed
Reset
0 people found this review helpful
by Heyou
Oct 9, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 10
Acting/Cast 10
Music 9.0
Rewatch Value 9.0

Depois de Reset, meu coração recusou o modo reinício.

Terminei Reset e agora eu entendo perfeitamente toda a comoção em torno desse BL e por que tantos fãs do gênero não apenas insistem para que a gente assista, mas também o colocam, sem dúvidas, como o melhor de 2025.
Sim, a narrativa de voltar no tempo para buscar redenção é conhecida. Mas o que faz Reset ser diferente é a atuação visceral e a entrega emocional de Armin e Tada. É isso que nos arrasta, episódio após episódio, para dentro da história, e faz a gente sentir a necessidade de ver mais, independente de qualquer roteiro.
A forma como ambos expõem seus sentimentos, como transformam o amor em uma nova chance, atinge até os corações mais blindados. Cada cena é bem feita, bem atuada e, acima de tudo, bem sentida.
No final, é impossível não querer um Tada para chamar de seu. E encarar essa constatação, de que talvez seja difícil aceitar um amor menor do que o que Tada sente por Armin, é um martírio silencioso para quem termina a série e continua a vida…
Reset não só eleva a régua para os próximos BLs, como deixa um eco, de que depois dele, é difícil se contentar com menos.
Enfim, agora, daqui pra frente, acho que vou ficar igual ao Armin… repetindo “Tada” em looping eterno sempre que pensar no que é amor de verdade:
x.com/Heyoubls/status/1972618865352769738?t=7L3grj5R1Pyydi1vF2KF9w&s=19

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Completed
Ball Boy Tactics
0 people found this review helpful
by Heyou
Jul 10, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 8.5
Rewatch Value 8.5

Ball Boy Tactics

Eu até queria começar essa resenha fazendo uma análise do enredo, como sempre faço. Mas sejamos honestos, não tem como falar de Ball Boy Tactics sem, antes de tudo, falar da química absurda dos atores principais
A conexão entre eles quase atravessa a tela. É uma fofura quase criminosa, que derrete até os corações mais duros.
Eu, do lado de cá, entrei em surto de fofura agressiva. Queria apertar a cara deles até eles explodirem! Ou simplesmente guardar os dois num potinho, chacoalhar com força até virarem purpurina e espalhar tudo na parte branca da bandeira da Coreia do Sul. 🫠✨
Dito isso... vamos tentar ser racionais (ou fingir que conseguimos).
Apesar de Ball Boy Tactics ser um daqueles BLs curtinhos, ele joga na nossa cara um dilema bem real, o medo de escolher algo que não afeta só você, mas também quem você ama.
Como tomar decisões quando o amor esbarra no fim de uma carreira, na exposição pública, na pressão de manter uma reputação?
E o mais cruel, quando até a liberdade de amar precisa ser negociada, escondida, adiada por medo, por insegurança, por sobrevivência.
No fim, Ball Boy Tactics brinca com as nossas emoções, mas também nos faz sentir de forma profunda o peso de amar sob os holofotes.
Agora, antes de terminar, obrigado, Coreia do Sul, por nos dar esse beijo.
Mas olha... você TEM a obrigação de nos entregar a continuação com uma história focada nos coadjuvantes. A gente já está pronto. Só falta você querer também!

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