Khemjira fez sucesso. Mas a verdade atende pelo nome de Jet.
Eu não queria começar o ano polemizando, maaaas... agora eu finalmente entendo por que Khemjira fez tanto sucesso, e olha que eu nem estou falando de como a vibe de ‘’homem misterioso’’ que o Xamã exala acaba conquistando boa parte do público...
A produção é realmente boa, mas depois de assistir, ficou claro para mim que o fenômeno em torno de Khemjira não nasce exatamente do enredo ou da complexidade dos personagens, e sim de algo muito mais específico: FirstOne, ou mais especificamente aqui, o Jet.
Agora tudo faz sentido para mim. Agora eu entendo por que, na época em que o BL estava no ar, só se falava dele. FirstOne é carismático num nível quase injusto. Ele domina a cena com naturalidade, dentro e fora das telas, e cria uma presença que sustenta a série inteira sem esforço aparente. Não é exagero dizer que boa parte do impacto emocional e do apego do público passa diretamente por ele, e reconhecer isso não diminui a obra, apenas esclarece o tipo de sucesso que ela construiu.
Dito isso, Khemjira também acerta em algo que vai além do romance. A série mergulha com cuidado na cultura e na religiosidade, não como pano de fundo exótico, mas como elementos vivos que moldam escolhas, culpas e caminhos. Existe um peso simbólico ali, de tradição, de crença, de moral, que atravessa os personagens e dá sentido às decisões que eles tomam.
Outro eixo importante da narrativa é o perdão. Não como algo fácil ou imediato, mas como um processo longo, imperfeito e, muitas vezes, doloroso. Um caminho necessário para seguir em frente, mesmo quando isso exige abrir feridas antigas.
E, por fim, a série também fala muito sobre amizade. Sobre laços que sustentam quando tudo vacila, que dão chão quando as certezas desmoronam e que lembram, o tempo todo, que ninguém atravessa seus dilemas completamente sozinho.
No fim, Khemjira não é memorável por misturar os gêneros, mas por saber exatamente onde está sua força. É uma história que encontra seu impacto no carisma, na cultura, na espiritualidade e nos vínculos humanos.
E, bom… no mais, essa é facilmente a série que mais me fez me apaixonar por personagens por metro quadrado.
Começando por Charn que virou meu novo grande amor por um motivo que eu nem sei explicar direito. Passando pela necessidade de ver mais do Yos com aquela cara de cachorro perdido. Pelos gêmeos Thong e Ake que por muito pouco não me fizeram querer ter filhos.
E por fim, e não menos importante, Ramphueng, RAINHA ABSOLUTA dessa trama toda, e para mim a melhor das melhores.
Assistam!
A produção é realmente boa, mas depois de assistir, ficou claro para mim que o fenômeno em torno de Khemjira não nasce exatamente do enredo ou da complexidade dos personagens, e sim de algo muito mais específico: FirstOne, ou mais especificamente aqui, o Jet.
Agora tudo faz sentido para mim. Agora eu entendo por que, na época em que o BL estava no ar, só se falava dele. FirstOne é carismático num nível quase injusto. Ele domina a cena com naturalidade, dentro e fora das telas, e cria uma presença que sustenta a série inteira sem esforço aparente. Não é exagero dizer que boa parte do impacto emocional e do apego do público passa diretamente por ele, e reconhecer isso não diminui a obra, apenas esclarece o tipo de sucesso que ela construiu.
Dito isso, Khemjira também acerta em algo que vai além do romance. A série mergulha com cuidado na cultura e na religiosidade, não como pano de fundo exótico, mas como elementos vivos que moldam escolhas, culpas e caminhos. Existe um peso simbólico ali, de tradição, de crença, de moral, que atravessa os personagens e dá sentido às decisões que eles tomam.
Outro eixo importante da narrativa é o perdão. Não como algo fácil ou imediato, mas como um processo longo, imperfeito e, muitas vezes, doloroso. Um caminho necessário para seguir em frente, mesmo quando isso exige abrir feridas antigas.
E, por fim, a série também fala muito sobre amizade. Sobre laços que sustentam quando tudo vacila, que dão chão quando as certezas desmoronam e que lembram, o tempo todo, que ninguém atravessa seus dilemas completamente sozinho.
No fim, Khemjira não é memorável por misturar os gêneros, mas por saber exatamente onde está sua força. É uma história que encontra seu impacto no carisma, na cultura, na espiritualidade e nos vínculos humanos.
E, bom… no mais, essa é facilmente a série que mais me fez me apaixonar por personagens por metro quadrado.
Começando por Charn que virou meu novo grande amor por um motivo que eu nem sei explicar direito. Passando pela necessidade de ver mais do Yos com aquela cara de cachorro perdido. Pelos gêmeos Thong e Ake que por muito pouco não me fizeram querer ter filhos.
E por fim, e não menos importante, Ramphueng, RAINHA ABSOLUTA dessa trama toda, e para mim a melhor das melhores.
Assistam!
Was this review helpful to you?


