O roteiro falha mas os JJs salvam!
Head 2 Head, pra mim, começou como um pequeno engano. Dei play achando que estava começando outro BL que eu queria assistir. Mesmo assim, algo me fez ficar. E esse algo tem nome e sobrenome: o carisma dos JJs. O casal principal é daqueles que te ganham fácil, no melhor enemies to lovers possível (risos). Eles praticamente sustentam a série no carisma, mesmo quando a história insiste em não acompanhar.
Porque, sendo bem sincero, o enredo não é nada incrível. Pelo contrário, é confuso, cheio de furos, com descontinuidades narrativas que quebram o ritmo e dão a sensação de um caos mal organizado. Em vários momentos, parece que a série não sabe exatamente para onde quer ir, e nem se esforça tanto pra amarrar isso.
Ainda assim, curiosamente, tudo isso acaba ficando em segundo plano. Simplesmente porque é… gostoso de assistir. Não pela história em si, mas pelo prazer de ver os JJs em cena, funcionando juntos apesar de tudo. Eles têm química, têm presença, e fazem a gente relevar muita coisa.
Os beijos, é verdade, são bem xoxos. Falta intensidade, falta um tempero. Mas, mesmo aí, dá pra enxergar potencial. Tanto no casal principal quanto nos casais secundários, existe algo que ainda não foi totalmente explorado, mas que claramente pode crescer. Fica aquela sensação de “ainda não é aqui”, mas talvez seja um começo.
No fim, Head 2 Head não é um BL memorável pelo roteiro, nem pela construção narrativa. Ele é esquecível nesse sentido. Mas também é aquele tipo de obra que a gente guarda com certo carinho, porque apresentou atores carismáticos, com química e uma margem real de evolução. Torço para que os JJs, e também os secundários, encontrem histórias melhores no futuro e tenham a chance de brilhar em produções que façam jus ao potencial que ficou só ensaiado aqui.
Porque, sendo bem sincero, o enredo não é nada incrível. Pelo contrário, é confuso, cheio de furos, com descontinuidades narrativas que quebram o ritmo e dão a sensação de um caos mal organizado. Em vários momentos, parece que a série não sabe exatamente para onde quer ir, e nem se esforça tanto pra amarrar isso.
Ainda assim, curiosamente, tudo isso acaba ficando em segundo plano. Simplesmente porque é… gostoso de assistir. Não pela história em si, mas pelo prazer de ver os JJs em cena, funcionando juntos apesar de tudo. Eles têm química, têm presença, e fazem a gente relevar muita coisa.
Os beijos, é verdade, são bem xoxos. Falta intensidade, falta um tempero. Mas, mesmo aí, dá pra enxergar potencial. Tanto no casal principal quanto nos casais secundários, existe algo que ainda não foi totalmente explorado, mas que claramente pode crescer. Fica aquela sensação de “ainda não é aqui”, mas talvez seja um começo.
No fim, Head 2 Head não é um BL memorável pelo roteiro, nem pela construção narrativa. Ele é esquecível nesse sentido. Mas também é aquele tipo de obra que a gente guarda com certo carinho, porque apresentou atores carismáticos, com química e uma margem real de evolução. Torço para que os JJs, e também os secundários, encontrem histórias melhores no futuro e tenham a chance de brilhar em produções que façam jus ao potencial que ficou só ensaiado aqui.
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