This review may contain spoilers
Entre tropeços e desculpas: a intensidade imperfeita de Love Mechanics
Love Mechanics entrega exatamente o que promete: um romance caótico, intenso e cheio de erros que fazem sentido justamente porque os personagens são tão humanos quanto dolorosamente confusos.
A série acompanha Vee e Mark, dois estudantes que nunca deveriam ter se aproximado daquele jeito… mas que acabam presos um ao outro por uma química inevitável e por um momento que muda tudo: o encontro na festa, onde Vee, bêbado e machucado emocionalmente, acaba se envolvendo com Mark — que já era apaixonado por ele em segredo. Esse início turbulento define todo o tom da história.
Vee está preso numa relação complicada com Ploy, uma pessoa que ele nunca teve coragem de deixar ir. Ele é emocionalmente bagunçado, impulsivo e sempre tentando consertar um buraco com outro. Mark é o oposto: sentimental, transparente, mas extremamente vulnerável. É por isso que, quando Vee se aproxima, Mark tenta fugir… e falha miseravelmente.
A grande força do BL é justamente essa contradição: Vee machuca Mark constantemente, às vezes sem intenção, às vezes por pura covardia. E Mark, mesmo magoado, continua voltando, porque o sentimento dele é maior que o medo.
É uma relação que não é “bonitinha” ela é real, cheia de conversas interrompidas, ciúmes, arrependimentos e aproximações silenciosas que dizem mais do que qualquer discurso.
Um dos momentos mais marcantes é quando Mark finalmente explode, dizendo tudo o que carrega há meses:
que ele está cansado de ser a segunda opção, cansado de Vee aparecer e desaparecer como se os sentimentos dele fossem descartáveis.
É a primeira vez que Vee precisa realmente encarar a dor que causa.
E, aos poucos, ele muda. Não de forma perfeita, não de forma rápida, mas de um jeito que parece verdadeiro.
Ele termina com Ploy, assume seus sentimentos e decide lutar por Mark mesmo carregando culpa e medo.
A série tem cenas muito bonitas:
– o ciúme mal-disfarçado do Vee,
– o Mark tentando seguir em frente,
– os momentos silenciosos onde eles só… ficam juntos,
– e o final onde, finalmente, Vee escolhe Mark com clareza.
O desfecho é feliz, mas não “perfeito”. Eles seguem juntos, mas sabendo que precisam de esforço, conversa e crescimento. É um final que respeita quem eles são.
Em resumo
Love Mechanics é sobre dois garotos que se amam, mas não sabem amar direito e que aprendem a amar um ao outro no meio do caos.
É um BL cheio de erros, tropeços e reconciliações de arrancar o ar, com uma química absurda entre os protagonistas e um desenvolvimento emocional que vale cada minuto.
Se você gosta de romances mais “crus”, imperfeitos e muito intensos, esse BL é praticamente obrigatório.
A série acompanha Vee e Mark, dois estudantes que nunca deveriam ter se aproximado daquele jeito… mas que acabam presos um ao outro por uma química inevitável e por um momento que muda tudo: o encontro na festa, onde Vee, bêbado e machucado emocionalmente, acaba se envolvendo com Mark — que já era apaixonado por ele em segredo. Esse início turbulento define todo o tom da história.
Vee está preso numa relação complicada com Ploy, uma pessoa que ele nunca teve coragem de deixar ir. Ele é emocionalmente bagunçado, impulsivo e sempre tentando consertar um buraco com outro. Mark é o oposto: sentimental, transparente, mas extremamente vulnerável. É por isso que, quando Vee se aproxima, Mark tenta fugir… e falha miseravelmente.
A grande força do BL é justamente essa contradição: Vee machuca Mark constantemente, às vezes sem intenção, às vezes por pura covardia. E Mark, mesmo magoado, continua voltando, porque o sentimento dele é maior que o medo.
É uma relação que não é “bonitinha” ela é real, cheia de conversas interrompidas, ciúmes, arrependimentos e aproximações silenciosas que dizem mais do que qualquer discurso.
Um dos momentos mais marcantes é quando Mark finalmente explode, dizendo tudo o que carrega há meses:
que ele está cansado de ser a segunda opção, cansado de Vee aparecer e desaparecer como se os sentimentos dele fossem descartáveis.
É a primeira vez que Vee precisa realmente encarar a dor que causa.
E, aos poucos, ele muda. Não de forma perfeita, não de forma rápida, mas de um jeito que parece verdadeiro.
Ele termina com Ploy, assume seus sentimentos e decide lutar por Mark mesmo carregando culpa e medo.
A série tem cenas muito bonitas:
– o ciúme mal-disfarçado do Vee,
– o Mark tentando seguir em frente,
– os momentos silenciosos onde eles só… ficam juntos,
– e o final onde, finalmente, Vee escolhe Mark com clareza.
O desfecho é feliz, mas não “perfeito”. Eles seguem juntos, mas sabendo que precisam de esforço, conversa e crescimento. É um final que respeita quem eles são.
Em resumo
Love Mechanics é sobre dois garotos que se amam, mas não sabem amar direito e que aprendem a amar um ao outro no meio do caos.
É um BL cheio de erros, tropeços e reconciliações de arrancar o ar, com uma química absurda entre os protagonistas e um desenvolvimento emocional que vale cada minuto.
Se você gosta de romances mais “crus”, imperfeitos e muito intensos, esse BL é praticamente obrigatório.
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