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  • Last Online: Nov 22, 2025
  • Gender: Female
  • Location: Brasil
  • Contribution Points: 0 LV0
  • Roles:
  • Join Date: August 29, 2020
Completed
That Summer
6 people found this review helpful
by eyla
Nov 21, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 8.5
Music 6.5
Rewatch Value 8.0
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Sob Céus Cor de Mel, O Amor Desenhou Seu Próprio Lar

“That Summer” é aquele tipo de BL que chega devagar… e de repente te abraça por completo. Desde a primeira cena, eu fiquei simplesmente apaixonada pela cinematografia cada enquadramento parece uma pintura, cada cor conversa com a emoção dos personagens, e o verão vira quase um personagem próprio, quente, suave e cheio de memórias.

Os atores entregam tudo: química natural, olhares que dizem mais que diálogos e uma sensibilidade que deixa cada momento carregado de significado. É impossível não se envolver com a jornada deles um romance que nasce aos poucos, cresce com cuidado e se transforma em algo maior do que eles imaginavam.

Mas o que torna “That Summer” realmente especial é algo histórico dentro dos BLs: foi a primeira vez que vi um casal protagonista vivendo uma história de amor e… criando uma filha juntos. Esse detalhe não só emociona, como amplia toda a narrativa, trazendo um toque de realidade, responsabilidade e ternura raríssimos no gênero. A dinâmica dos três é de derreter o coração afeto, descoberta e aquele sentimento doce de “família encontrada”.

No fim, “That Summer” não é só um BL; é uma experiência sensível, visualmente impecável e profundamente apaixonante. Um amor de verão que fica para sempre e que mostra, sem pressa, que o amor gay também pode ser sobre lar, futuro e escolhas que florescem além do romance.

Se você busca um BL bonito, envolvente e marcante… esse aqui é para guardar no peito.

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Completed
Every You, Every me (Director's Cut.)
0 people found this review helpful
by eyla
Nov 20, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 5.5
Rewatch Value 10
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Entre o que fomos e o que podemos ser


“Every You Every Me” não é apenas um BL sobre dois garotos se apaixonando; é sobre dois universos inteiros tentando se encaixar, mesmo quando tudo parece conspirar contra. E olha… eu chorei. Chorei porque a série entrega aquele tipo de verdade emocional que a gente tenta fingir que não sente, mas ela chega, derruba as defesas e abraça a gente bem forte.

A história acompanha Pond e Prim, dois jovens que carregam o tipo de dor que não grita, mas pesa. Eles se encontram justamente quando a vida parece um pouco demais e é isso que torna tudo tão bonito. Não existe pressa na construção do sentimento deles; ao contrário, cada olhar, cada silêncio e cada gesto tímido mostra como o amor também pode nascer devagar, como um cuidado que vai crescendo sem que ninguém perceba.

O mais forte da série é como ela retrata saudade, culpa e recomeço. Os personagens parecem reais, com falhas, medos, traumas e aquela necessidade desesperada de serem vistos por alguém. Quando um finalmente enxerga o outro, a série vira uma ferida aberta mas uma daquelas que a gente quer tocar porque entende o quanto ela moldou quem eles são.

O clima é sensível, poético, cheio de pequenas cenas que esmagam o peito:
— o jeito como um deles tenta seguir em frente, mas ainda desmorona por dentro;
— o outro segurando todas as emoções do mundo só para não atrapalhar;
— e os encontros que parecem destinados, mesmo quando machucam.

É lindo. É triste. É doce.
E é impossível terminar sem lágrimas escorrendo.

“Every You Every Me” fala sobre amar alguém que foi embora, sobre amar alguém que chegou tarde, e sobre amar alguém que, mesmo assim, te salva. É um BL que toca, aperta e cura tudo ao mesmo tempo.

Se você assistir, prepare o coração. Porque o meu… eu deixei lá dentro da história.

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Completed
Fish upon the Sky
0 people found this review helpful
by eyla
Nov 20, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 10
Acting/Cast 8.5
Music 5.5
Rewatch Value 9.5
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FUTS: quando k amor chaga nadando na direção errada e acerta em cheio o coração certo

Fish Upon the Sky é o tipo de BL que abraça a comédia, os exageros, a fofura e aquele caos maravilhoso que só estudante universitário consegue entregar.
Se você gosta de romance com trope de inimigos que viram apaixonados, esse é O BL perfeito.

A história gira em torno de Pi, um estudante de odontologia tímido, nerd, desajeitado e apaixonado por um colega da faculdade, o famoso Mork… digo, não o Mork que ele deveria gostar, mas o “crush impossível”: o Dun.

Pra tentar conquistar sua paixão, Pi decide fazer o famoso combo:
glow up, mudança de estilo e um pouco de coragem fabricada.
O que ele não esperava era que justamente Mork, o rival, o cara que vive implicando com ele, seria o único a enxergar quem Pi realmente é antes, durante e depois da transformação.

A graça da série está nesse “jogo de gato e rato”:
Mork vive perseguindo Pi, mas não para atrapalhar é porque ele já está gostando dele muito antes do Pi perceber qualquer coisa.
Enquanto isso, Pi acha que Mork odeia ele, quando na verdade… Mork só está completamente arrasado de amor.

As interações são cheias de energia:
– Pi fugindo de Mork nos corredores
– Mork aparecendo do nada para ajudar (ou irritar)
– os ciúmes mal-disfarçados
– as discussões que terminam com um dos dois vermelhinho de vergonha

E claro, tem o momento clássico: Pi finalmente nota que o coração dele bate diferente quando Mork fica perto demais.
O “mar da história” muda quando Pi percebe:
Não é Dun que faz ele sorrir de verdade
É Mork.

Um dos pontos mais fofos é quando Pi entende que ele não precisa mudar sua essência pra ser amado. Mork sempre gostou da versão original desajeitada, doce e um pouco caótica.

O final é leve, romântico e cheio daquela vibe “água com açúcar deliciosa”:
Um casal que se provoca, se apoia, erra, acerta e cresce junto.
Fish Upon the Sky entrega risadas, borboletas no estômago e uma das dinâmicas mais gostosas da GMMTV.

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Completed
A Tale of Thousand Stars
0 people found this review helpful
by eyla
Nov 20, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 5.0
Rewatch Value 8.0
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Entre montanhas e promessas, um amor que nasce em silêncio

A Tale of Thousand Stars é daqueles BLs que não precisam de cenas grandiosas para serem inesquecíveis. A série conquista pela delicadeza, pela natureza humana dos personagens e por um amor que nasce devagar tão devagar que quando percebemos, ele já tomou tudo.

A história começa com Tian, um jovem rico, impulsivo, criado no luxo e que nunca realmente olhou para a dor dos outros. Depois de sofrer um acidente e receber um transplante de coração, Tian descobre que a doadora era Torfun, uma professora voluntária de uma vila remota.
Curioso e incomodado, ele lê o diário dela e encontra o desejo mais íntimo: “quero ver mil estrelas ao lado dele.”

A partir disso, Tian decide fazer algo raro na ficção: mudar de vida de verdade. Ele vai para a vila ensinar, tentar continuar o legado de Torfun e, claro, entender quem é “ele” o homem por quem ela sentia algo.

Esse homem é o chefe da patrulha florestal, Phupha.

Phupha é reservado, rígido, desconfiado e totalmente diferente do que Tian está acostumado. Ele não sorri fácil, não amacia palavras e, mesmo quando está preocupado, tenta esconder. E talvez seja por isso que Tian se aproxima: ele finalmente encontra alguém que não trata sua vida como um brinquedo.

O romance entre eles é lento, mas não por falta de química é lento porque precisa ser.
Tian está descobrindo quem é.
Phupha está lidando com a culpa pela morte de Torfun.
E os dois carregam um sentimento que começa como estranhamento e cresce, silencioso, como uma fogueira acesa na madrugada.

A série brilha nos detalhes:
– Tian se esforçando para entender os moradores e seus costumes
– Phupha protegendo Tian mesmo quando finge não se importar
– os olhares longos, as conversas curtas e sinceras
– e o clima suave, com montanhas, trilhas e o céu estrelado que quase vira um personagem

Um dos pontos de virada mais fortes é quando Phupha descobre que Tian tem o coração de Torfun.
Ele se sente traído, confuso, com medo de estar substituindo a mulher que admirava.
Já Tian teme que Phupha só esteja preso ao passado não a ele.

Essa tensão culmina na cena das mil estrelas: Tian leva Phupha até o topo da montanha, onde o céu parece cair sobre eles.
É ali que o romance se confirma: não é Torfun, não é dívida, não é culpa.
É eles dois, no presente, construindo algo novo.

O final é simples, mas forte. Tian se afasta por um tempo, precisa encontrar equilíbrio, precisa se tornar alguém por conta própria e Phupha espera.
Quando Tian volta, mais maduro e mais seguro, fica claro que o amor deles não depende de promessas dramáticas. Ele existe porque cresceu com gentileza.

Em resumo, é um BL que não grita; ele sussurra.
É sobre segundas chances, sobre honrar a vida, sobre aprender a enxergar o mundo — e, principalmente, sobre um amor que nasce da calma, da confiança e da cura.

É um dos romances mais poéticos da GMMTV, daqueles que ficam no peito depois do último episódio.

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Completed
Love Mechanics
0 people found this review helpful
by eyla
Nov 20, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 7.0
Rewatch Value 8.0
This review may contain spoilers

Entre tropeços e desculpas: a intensidade imperfeita de Love Mechanics

Love Mechanics entrega exatamente o que promete: um romance caótico, intenso e cheio de erros que fazem sentido justamente porque os personagens são tão humanos quanto dolorosamente confusos.

A série acompanha Vee e Mark, dois estudantes que nunca deveriam ter se aproximado daquele jeito… mas que acabam presos um ao outro por uma química inevitável e por um momento que muda tudo: o encontro na festa, onde Vee, bêbado e machucado emocionalmente, acaba se envolvendo com Mark — que já era apaixonado por ele em segredo. Esse início turbulento define todo o tom da história.

Vee está preso numa relação complicada com Ploy, uma pessoa que ele nunca teve coragem de deixar ir. Ele é emocionalmente bagunçado, impulsivo e sempre tentando consertar um buraco com outro. Mark é o oposto: sentimental, transparente, mas extremamente vulnerável. É por isso que, quando Vee se aproxima, Mark tenta fugir… e falha miseravelmente.

A grande força do BL é justamente essa contradição: Vee machuca Mark constantemente, às vezes sem intenção, às vezes por pura covardia. E Mark, mesmo magoado, continua voltando, porque o sentimento dele é maior que o medo.
É uma relação que não é “bonitinha” ela é real, cheia de conversas interrompidas, ciúmes, arrependimentos e aproximações silenciosas que dizem mais do que qualquer discurso.

Um dos momentos mais marcantes é quando Mark finalmente explode, dizendo tudo o que carrega há meses:
que ele está cansado de ser a segunda opção, cansado de Vee aparecer e desaparecer como se os sentimentos dele fossem descartáveis.
É a primeira vez que Vee precisa realmente encarar a dor que causa.

E, aos poucos, ele muda. Não de forma perfeita, não de forma rápida, mas de um jeito que parece verdadeiro.
Ele termina com Ploy, assume seus sentimentos e decide lutar por Mark mesmo carregando culpa e medo.

A série tem cenas muito bonitas:
– o ciúme mal-disfarçado do Vee,
– o Mark tentando seguir em frente,
– os momentos silenciosos onde eles só… ficam juntos,
– e o final onde, finalmente, Vee escolhe Mark com clareza.

O desfecho é feliz, mas não “perfeito”. Eles seguem juntos, mas sabendo que precisam de esforço, conversa e crescimento. É um final que respeita quem eles são.

Em resumo

Love Mechanics é sobre dois garotos que se amam, mas não sabem amar direito e que aprendem a amar um ao outro no meio do caos.
É um BL cheio de erros, tropeços e reconciliações de arrancar o ar, com uma química absurda entre os protagonistas e um desenvolvimento emocional que vale cada minuto.

Se você gosta de romances mais “crus”, imperfeitos e muito intensos, esse BL é praticamente obrigatório.

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Completed
Until We Meet Again
0 people found this review helpful
by eyla
Nov 19, 2025
17 of 17 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 7.0
Rewatch Value 10

CONTÉM SPOILER

Until We Meet Again é uma daquelas histórias que te abraçam e te destroem ao mesmo tempo. A série começa com a tragédia de Korn e Intouch, dois jovens que viveram nos anos 80 e se apaixonaram apesar de toda a violência e rejeição ao redor. Korn, preso à família envolvida com a máfia, e Intouch, sempre cheio de luz, tentam lutar pelo amor deles mas a pressão se torna insuportável. A cena em que Intouch morre na frente de Korn, e ele tira a própria vida logo depois, é uma das mais dolorosas de todo o BL. E é justamente essa dor que marca toda a narrativa.

Décadas depois, eles retornam como Pharm e Dean, duas almas novas carregando medos antigos. Pharm é tão doce que parece feito de luz, mas dentro dele existe um pânico que ele mesmo não entende: sangue, fogos, barulhos fortes… tudo desencadeia crises que ele não consegue explicar. Dean, por outro lado, é sério, intenso, sempre tentando controlar tudo como se estivesse tentando preencher um vazio que o acompanha desde sempre.

O encontro deles é imediato, quase instintivo. Dean olha pra Pharm como se tivesse encontrado algo que perdeu há muito tempo. Pharm, sem entender, sente paz. A série trata essa conexão com muita delicadeza, sem forçar nada. Não é só química: é história, é memória, é destino.

A cada episódio, pequenos flashes aparecem. Lembranças do passado. Sensações. Medos. A história se costura de um jeito que faz tudo ganhar sentido devagar. Pharm se apavora quando vê sangue porque Intouch morreu ensanguentado nos braços do seu amor. Dean tem sonhos recorrentes de alguém chorando porque, no fundo, ele ainda guarda o desespero de Korn.

O desenvolvimento deles é lindo. Dean, tão fechado, vai se tornando mais humano e sensível ao lado de Pharm. Ele percebe que não pode deixar que o passado se repita, e entende que não precisa carregar sozinho o peso da vida anterior. Pharm, por sua vez, aprende a aceitar que os sentimentos que surgem tão rápido têm uma explicação maior e que ele merece viver, não apenas herdar cicatrizes.

Os casais secundários também brilham. Win e Team trazem leveza e humor sem perder profundidade. A relação deles é construída com calma, de um jeito muito real. Team, inseguro e cheio de camadas, encontra em Win alguém que vê além do que ele tenta esconder. E juntos, eles equilibram toda a intensidade da história principal.

A cena em que Dean e Pharm visitam o lugar onde Korn e Intouch morreram é um dos pontos altos. É ali que tudo se resolve: eles choram, pedem perdão, deixam flores e libertam as versões anteriores deles. É como se duas histórias se encontrassem por fim uma que terminou em dor, e outra que finalmente pode começar com paz.

Depois disso, o amor deles fica mais leve. Eles não são mais prisioneiros do que foi. Korn e Intouch são honrados, mas Pharm e Dean ganham espaço para serem… eles mesmos. Livres. Felizes. Presentes.

UWMA funciona tão bem porque não é só romance, nem só tragédia. É sobre destino, cura, traumas herdados, família, e principalmente sobre uma segunda chance uma chance que vem carregada de dor, mas também de redenção. A série toca porque não romantiza o sofrimento, mas também não tem medo de mostrar o peso que ele deixa.

No fim, fica essa sensação de que o amor deles não apenas atravessou vidas ele finalmente encontrou um lugar para descansar.

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