This review may contain spoilers
É tudo isso?
Admito que cochilei no primeiro episódio algumas vezes por ter um ritmo diferente, mas depois assisti de forma contínua até o episódio 5 e novamente empaquei e só voltei e terminei de assistir depois de algumas semanas 😬 Então não dá pra dizer que foi uma série que eu não consegui parar de ver, pois senti sim que o ritmo é lento até demais em alguns episódios.
Pra começar, acho que esse bl fez um milagre em mim kk
Quem já leu outras resenhas minhas, sabe que eu costumo não me apegar tanto aos casais secundários. Em Khemjira foi a primeira vez que o casal secundário me interessou BEM mais que o casal protagonista. Achei a química do casal principal bem morna em comparação.
Não sei se foi a química entre os personagens Khem e Peem que achei morna ou se foi entre o Namping e o Keng, acho que preciso de outro bl deles para poder bater o martelo.
Já o Jet e o Chan me conquistaram demais, eles tem uma boa química e dinâmica, são fofos. E apesar de eu não curtir o clichê de "Quando tudo se resolver a gente namora", fiquei muito envolvida com eles!
Gostei muito da relação de cumplicidade do trio Khem, Jet e Chan. Achei interessante essa amizade deles que ultrapassou reencarnações.
Falando nisso, também achei interessante as partes das outras vidas dos personagens mas não exatamente essencial principalmente em relação ao irmão do Peem.
Acho que a série foi bem produzida
Trouxeram forte a questão cultural do país, principalmente ligada ao interior da Tailândia, às crenças locais e à espiritualidade da comunidade. Deu pra perceber o cuidado nos detalhes da ambientação, nos costumes e na atmosfera da vila, fazendo com que a cultura não pareça só um detalhe estético, mas uma parte importante da própria identidade da série.
Medo de me massacrarem, mas a verdade é que achei o Khem um protagonista um pouco chatinho, ok que ele obviamente não tem culpa do espírito obsessor estar atrás dele. Mas sinto que ele envolveu demais os outros nos problemas dele, só que ao invés de correr atrás de resolver o problema principal, ele ficava pra lá e para cá cozinhando e limpando como se fosse a própria cinderela. Além de perder muito tempo tentando entender pq o Peem não poderia gostar dele.
Outra coisa que achei meio?? Era quando eles bancavam a turma do Scooby-Doo resolvendo mistérios pra cima e pra baixo no vilarejo.
Algo que me incomodou e que eu sei que não foi só a minha pessoa, foi a questão em relação as mulheres e como elas e suas histórias foram tratadas.
Primeiro o caso do marido que batia na esposa que foi tratado de uma forma tão mas tão qualquer coisa. O marido batia na mulher por causa de espíritos malignos mas tá tudo certo porque ele não vai fazer mais??
Depois o caso moça com o bebê que o companheiro chifrou, ela foi traída mas ficou parendo que a culpa era dela sabe?
E o caso da antagonista Ramphueg.
Acho que a história foi um pouco injusta com a Ramphueg, parecia que a história dela meio que era irrelevante, não senti que os personagens sentiram simpatia pelo o que ela passou, não justifica o que ela tentou fazer obviamente, mas senti falta de um pouco de sentimento a respeito.
Derramei algumas lágrimas sim, admito. Na parte que o monge se revelou a reencarnação do filho da Ramphueng.
Os roteiristas foram bem espertinhos no final.
Achei inúmeras incoerências no decorrer da história e nas atitudes ou falta delas nos personagens. E o roteiro colocou o Chan pra questionar tudo que passou pela nossa cabeça assistindo. E depois o monge respondendo que as coisas aconteceram dessa forma pois deveriam ser assim, não sei se acho genial ou preguiçoso por parte o roteiro.
Mas enfim, foi uma história diferente e bem produzida. E relevando a questão das mulheres, o que não é bom mas também não acho que seja tão surpreendente assim mulheres serem irrelevantes ou injustiçadas em BLs...
Mas acho que pelo restante, acho que estourou outra bolha no meio BL e foi até merecido ter varrido parte das premiações.
Pra começar, acho que esse bl fez um milagre em mim kk
Quem já leu outras resenhas minhas, sabe que eu costumo não me apegar tanto aos casais secundários. Em Khemjira foi a primeira vez que o casal secundário me interessou BEM mais que o casal protagonista. Achei a química do casal principal bem morna em comparação.
Não sei se foi a química entre os personagens Khem e Peem que achei morna ou se foi entre o Namping e o Keng, acho que preciso de outro bl deles para poder bater o martelo.
Já o Jet e o Chan me conquistaram demais, eles tem uma boa química e dinâmica, são fofos. E apesar de eu não curtir o clichê de "Quando tudo se resolver a gente namora", fiquei muito envolvida com eles!
Gostei muito da relação de cumplicidade do trio Khem, Jet e Chan. Achei interessante essa amizade deles que ultrapassou reencarnações.
Falando nisso, também achei interessante as partes das outras vidas dos personagens mas não exatamente essencial principalmente em relação ao irmão do Peem.
Acho que a série foi bem produzida
Trouxeram forte a questão cultural do país, principalmente ligada ao interior da Tailândia, às crenças locais e à espiritualidade da comunidade. Deu pra perceber o cuidado nos detalhes da ambientação, nos costumes e na atmosfera da vila, fazendo com que a cultura não pareça só um detalhe estético, mas uma parte importante da própria identidade da série.
Medo de me massacrarem, mas a verdade é que achei o Khem um protagonista um pouco chatinho, ok que ele obviamente não tem culpa do espírito obsessor estar atrás dele. Mas sinto que ele envolveu demais os outros nos problemas dele, só que ao invés de correr atrás de resolver o problema principal, ele ficava pra lá e para cá cozinhando e limpando como se fosse a própria cinderela. Além de perder muito tempo tentando entender pq o Peem não poderia gostar dele.
Outra coisa que achei meio?? Era quando eles bancavam a turma do Scooby-Doo resolvendo mistérios pra cima e pra baixo no vilarejo.
Algo que me incomodou e que eu sei que não foi só a minha pessoa, foi a questão em relação as mulheres e como elas e suas histórias foram tratadas.
Primeiro o caso do marido que batia na esposa que foi tratado de uma forma tão mas tão qualquer coisa. O marido batia na mulher por causa de espíritos malignos mas tá tudo certo porque ele não vai fazer mais??
Depois o caso moça com o bebê que o companheiro chifrou, ela foi traída mas ficou parendo que a culpa era dela sabe?
E o caso da antagonista Ramphueg.
Acho que a história foi um pouco injusta com a Ramphueg, parecia que a história dela meio que era irrelevante, não senti que os personagens sentiram simpatia pelo o que ela passou, não justifica o que ela tentou fazer obviamente, mas senti falta de um pouco de sentimento a respeito.
Derramei algumas lágrimas sim, admito. Na parte que o monge se revelou a reencarnação do filho da Ramphueng.
Os roteiristas foram bem espertinhos no final.
Achei inúmeras incoerências no decorrer da história e nas atitudes ou falta delas nos personagens. E o roteiro colocou o Chan pra questionar tudo que passou pela nossa cabeça assistindo. E depois o monge respondendo que as coisas aconteceram dessa forma pois deveriam ser assim, não sei se acho genial ou preguiçoso por parte o roteiro.
Mas enfim, foi uma história diferente e bem produzida. E relevando a questão das mulheres, o que não é bom mas também não acho que seja tão surpreendente assim mulheres serem irrelevantes ou injustiçadas em BLs...
Mas acho que pelo restante, acho que estourou outra bolha no meio BL e foi até merecido ter varrido parte das premiações.
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