K-Drama This review may contain spoilers
Azar é ter "amigos" como o Krit e o Mochi
Acho que esse BL é bem básico do básico. Não tem nenhum conflito muito interessante. O começo foi até ok, com o Rin tentando se aproximar do Khobfa por causa do azar, mas a história em si é bem chatinha, eu achei.
Mas acho que o que todo mundo tem em comum, ou seja, o que geral odiou, foi a trama do Mochi e do Krit. Primeiro que não faz nem sentido o Krit fingir um relacionamento com o Mochi, independentemente do que estivesse sentindo pelo Rin. Era tão mais fácil colocar a verdade na mesa do que inventar esse circo todo que eles fizeram. Os dois são tão irracionais e insuportáveis que acompanhar esses personagens foi uma tortura, e o roteiro querendo que a gente goste deles foi de dar risada. Esses dois poderiam se explodir que ninguém iria ligar.
O Rin e o Khobfa são até fofinhos. Aquele beijinho deles foi meio caído? Foi sim. Dá pra passar um pano, porque nem só de beijos se faz uma história e, considerando também que é o primeiro trabalho deles juntos, dá? Dá sim. Mas isso não evita a comparação que faço com outros pares que entregaram bem mais em um primeiro trabalho juntos. Às vezes, o roteiro não ajudou, mas não vou me estender nisso.
A trama da banda é bem batida. Se eu tivesse mais carinho pelos personagens, talvez tivesse gostado mais, mas achei uma chatice e não me cativou muito.
O Mochi foi o pior ao expor o Rin daquele jeito. A pior coisa é descobrir por outras pessoas, né? A redenção dele não foi muito melhor, porque não fez o mínimo. Certos estavam os amigos do Rin em não perdoar os dois. Porque, né, o Rin, o Krit e o Mochi supostamente eram um trio de amigos antes, apesar de não parecer.
Descobrir que aquela história do feitiço do azar era tudo mentira foi bem frustrante e, ao mesmo tempo, quase irrelevante. E o Khobfa fingir que perdeu a memória foi tão??? KKKKKKKK.
Enfim, é uma história que pode agradar a alguns, mas, sinceramente, há romances universitários melhores.
Mas acho que o que todo mundo tem em comum, ou seja, o que geral odiou, foi a trama do Mochi e do Krit. Primeiro que não faz nem sentido o Krit fingir um relacionamento com o Mochi, independentemente do que estivesse sentindo pelo Rin. Era tão mais fácil colocar a verdade na mesa do que inventar esse circo todo que eles fizeram. Os dois são tão irracionais e insuportáveis que acompanhar esses personagens foi uma tortura, e o roteiro querendo que a gente goste deles foi de dar risada. Esses dois poderiam se explodir que ninguém iria ligar.
O Rin e o Khobfa são até fofinhos. Aquele beijinho deles foi meio caído? Foi sim. Dá pra passar um pano, porque nem só de beijos se faz uma história e, considerando também que é o primeiro trabalho deles juntos, dá? Dá sim. Mas isso não evita a comparação que faço com outros pares que entregaram bem mais em um primeiro trabalho juntos. Às vezes, o roteiro não ajudou, mas não vou me estender nisso.
A trama da banda é bem batida. Se eu tivesse mais carinho pelos personagens, talvez tivesse gostado mais, mas achei uma chatice e não me cativou muito.
O Mochi foi o pior ao expor o Rin daquele jeito. A pior coisa é descobrir por outras pessoas, né? A redenção dele não foi muito melhor, porque não fez o mínimo. Certos estavam os amigos do Rin em não perdoar os dois. Porque, né, o Rin, o Krit e o Mochi supostamente eram um trio de amigos antes, apesar de não parecer.
Descobrir que aquela história do feitiço do azar era tudo mentira foi bem frustrante e, ao mesmo tempo, quase irrelevante. E o Khobfa fingir que perdeu a memória foi tão??? KKKKKKKK.
Enfim, é uma história que pode agradar a alguns, mas, sinceramente, há romances universitários melhores.
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