Uma joia subestimada
Muitas vezes, a primeira impressão é enganosa. Confesso que o início do filme não me fisgou de imediato, mas, conforme a trama avançava, fui sendo envolvida por uma história dolorosamente real, sincera e profunda.
O roteiro brilha ao desvendar a complexidade dos personagens. Não existem vilões ou heróis; há apenas seres humanos feridos. À medida que o tempo passa, compreendemos os motivos por trás de cada atitude, e aquele estranhamento inicial se transforma em uma empatia genuína. É um filme que trata de temas essenciais:
* A jornada do perdão: A dificuldade de perdoar o outro e, principalmente, a si mesmo.
* O peso da ausência: Como as redes sociais e a tecnologia muitas vezes tentam mascarar a nossa solidão.
* A arte de seguir em frente: O entendimento de que o passado deve ser um lugar de visitação para aprendizado, não de residência.
A atuação de Chris Wu é impecável e entrega a vulnerabilidade necessária para sustentar o peso emocional da obra. É surpreendente ver tantos comentários negativos no MDL. Talvez o ritmo mais lento do filme seja confundido com falta de conteúdo, quando, na verdade, é apenas o tempo necessário para a reflexão que a história exige.
Como bem resume a ideia de Dilthey: "A vida precede a interpretação. Assim como um livro complexo permanece mudo para quem não tem bagagem, só somos capazes de compreender as profundezas de uma história quando ela encontra eco em nossas próprias vivências."
O roteiro brilha ao desvendar a complexidade dos personagens. Não existem vilões ou heróis; há apenas seres humanos feridos. À medida que o tempo passa, compreendemos os motivos por trás de cada atitude, e aquele estranhamento inicial se transforma em uma empatia genuína. É um filme que trata de temas essenciais:
* A jornada do perdão: A dificuldade de perdoar o outro e, principalmente, a si mesmo.
* O peso da ausência: Como as redes sociais e a tecnologia muitas vezes tentam mascarar a nossa solidão.
* A arte de seguir em frente: O entendimento de que o passado deve ser um lugar de visitação para aprendizado, não de residência.
A atuação de Chris Wu é impecável e entrega a vulnerabilidade necessária para sustentar o peso emocional da obra. É surpreendente ver tantos comentários negativos no MDL. Talvez o ritmo mais lento do filme seja confundido com falta de conteúdo, quando, na verdade, é apenas o tempo necessário para a reflexão que a história exige.
Como bem resume a ideia de Dilthey: "A vida precede a interpretação. Assim como um livro complexo permanece mudo para quem não tem bagagem, só somos capazes de compreender as profundezas de uma história quando ela encontra eco em nossas próprias vivências."
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