This review may contain spoilers
Perda de tempo
Infelizmente, tive que dropar Majo no Jouken (1999).
A protagonista me pareceu extremamente imatura, sem qualquer noção da realidade, o que tornou difícil levar a história a sério. Em tramas de forbidden love entre professor e aluno, geralmente o professor carrega o peso do dilema moral, enquanto o aluno, por ser jovem e inexperiente, tende a agir de forma impulsiva e inconsequente. No entanto, esse drama inverte os papéis: a professora é quem age como uma adolescente sem discernimento, enquanto o aluno, apesar de sua vulnerabilidade, acaba apenas reagindo ao que acontece ao seu redor.
Ela nunca se impôs na vida, não para o pai, o noivo ou até mesmo para seus próprios alunos, que não a respeitam. E então, no momento em que um menino perdido e solitário passa a enxergá-la de forma diferente, ela imediatamente se agarra a isso, como se finalmente tivesse algum tipo de controle sobre alguém.
O que poderia ser um dilema psicológico interessante se torna apenas uma relação mal construída, onde a professora se aproveita de um estudante que sofre bullying, tem problemas familiares e claramente está fragilizado.
Apesar do primeiro episódio promissor, a trama rapidamente se perde. Os diálogos são tediosos, os personagens não cativam, e não há desenvolvimento suficiente para justificar os episódios restantes. O protagonista masculino, embora fofo, é excessivamente passivo, servindo apenas como peça para a professora exercer sua recém-descoberta sensação de poder.
Não sei se a intenção do drama era romantizar essa relação ou apenas explorá-la de forma crítica, mas, de qualquer forma, não funcionou para mim. Não há como torcer pelo casal, pois a conexão entre eles é rasa e forçada. Na metade do drama, já não vi motivos para continuar, pois a história não parecia oferecer nada além de enrolação. No fim, Majo no Jouken falha em construir um romance convincente e acaba sendo apenas frustrante.
Não recomendo.
A protagonista me pareceu extremamente imatura, sem qualquer noção da realidade, o que tornou difícil levar a história a sério. Em tramas de forbidden love entre professor e aluno, geralmente o professor carrega o peso do dilema moral, enquanto o aluno, por ser jovem e inexperiente, tende a agir de forma impulsiva e inconsequente. No entanto, esse drama inverte os papéis: a professora é quem age como uma adolescente sem discernimento, enquanto o aluno, apesar de sua vulnerabilidade, acaba apenas reagindo ao que acontece ao seu redor.
Ela nunca se impôs na vida, não para o pai, o noivo ou até mesmo para seus próprios alunos, que não a respeitam. E então, no momento em que um menino perdido e solitário passa a enxergá-la de forma diferente, ela imediatamente se agarra a isso, como se finalmente tivesse algum tipo de controle sobre alguém.
O que poderia ser um dilema psicológico interessante se torna apenas uma relação mal construída, onde a professora se aproveita de um estudante que sofre bullying, tem problemas familiares e claramente está fragilizado.
Apesar do primeiro episódio promissor, a trama rapidamente se perde. Os diálogos são tediosos, os personagens não cativam, e não há desenvolvimento suficiente para justificar os episódios restantes. O protagonista masculino, embora fofo, é excessivamente passivo, servindo apenas como peça para a professora exercer sua recém-descoberta sensação de poder.
Não sei se a intenção do drama era romantizar essa relação ou apenas explorá-la de forma crítica, mas, de qualquer forma, não funcionou para mim. Não há como torcer pelo casal, pois a conexão entre eles é rasa e forçada. Na metade do drama, já não vi motivos para continuar, pois a história não parecia oferecer nada além de enrolação. No fim, Majo no Jouken falha em construir um romance convincente e acaba sendo apenas frustrante.
Não recomendo.
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