Melhor do que eu esperava
Contrariando a maioria das avaliações, eu achei esse drama maravilhoso.
É o tipo de história que, se fosse contada de forma linear, provavelmente não teria nem metade do impacto, mas a forma como ela é construída transforma tudo num thriller extremamente empolgante, com um ritmo viciante, que te pega de jeito e simplesmente não deixa você parar de assistir. É um thriller feito pra maratonar.
É mais um daqueles dramas que começam interessantes, e ficam cada vez melhores a cada episódio. Você sente a narrativa ganhar velocidade conforme se aproxima do clímax e conforme você vai entendendo o que realmente está acontecendo.
No início, temos apenas uma mulher casada com um homem estranho e uma jornalista assassinada, e só isso. Mas aos poucos você passa a entender quem é essa mulher, quem foi essa jornalista e, principalmente, quem é esse marido. Quanto mais o passado dele se revela, como eles se conheceram, como se casaram, o que estava acontecendo na época da morte da jornalista, mais o drama cresce e mais fascinante ele se torna.
Todos os episódios são recheados de pistas muito sutis e, ainda assim, os acontecimentos passam longe de serem óbvios. Eu fiquei genuinamente surpresa e empolgada assistindo, e quanto mais eu conhecia o protagonista, mais eu gostava dele e mais empatia eu sentia, por mais “vilão” que ele seja.
Também gostei muito do papel de cada personagem. Mesmo sendo um drama curto, o tempo de tela é muito bem distribuído, nada sobra e nada falta. Os personagens secundários têm função, personalidade e peso na trama, não estão ali só pra preencher espaço, eles realmente importam. Isso foi uma das coisas que mais me agradou.
Eu amei, amei mesmo. Diálogos críveis e naturais, personagens instigantes e um “vilão” que está longe de ser genérico. Ele não mata simplesmente por matar, há uma motivação forte por trás, e eu acabei sentindo empatia por isso. Foi difícil não acabar torcendo por ele no final (o que é curioso, porque no começo ele nem parecia alguém interessante, mas rapidamente roubou a cena).
Gosto da montagem, da maquiagem, da ambientação, da trilha sonora, gosto de tudo. Só não dei nota máxima por um ou outro exagero que aparece no caminho, mas nada que realmente tire o brilho da história.
É o tipo de história que, se fosse contada de forma linear, provavelmente não teria nem metade do impacto, mas a forma como ela é construída transforma tudo num thriller extremamente empolgante, com um ritmo viciante, que te pega de jeito e simplesmente não deixa você parar de assistir. É um thriller feito pra maratonar.
É mais um daqueles dramas que começam interessantes, e ficam cada vez melhores a cada episódio. Você sente a narrativa ganhar velocidade conforme se aproxima do clímax e conforme você vai entendendo o que realmente está acontecendo.
No início, temos apenas uma mulher casada com um homem estranho e uma jornalista assassinada, e só isso. Mas aos poucos você passa a entender quem é essa mulher, quem foi essa jornalista e, principalmente, quem é esse marido. Quanto mais o passado dele se revela, como eles se conheceram, como se casaram, o que estava acontecendo na época da morte da jornalista, mais o drama cresce e mais fascinante ele se torna.
Todos os episódios são recheados de pistas muito sutis e, ainda assim, os acontecimentos passam longe de serem óbvios. Eu fiquei genuinamente surpresa e empolgada assistindo, e quanto mais eu conhecia o protagonista, mais eu gostava dele e mais empatia eu sentia, por mais “vilão” que ele seja.
Também gostei muito do papel de cada personagem. Mesmo sendo um drama curto, o tempo de tela é muito bem distribuído, nada sobra e nada falta. Os personagens secundários têm função, personalidade e peso na trama, não estão ali só pra preencher espaço, eles realmente importam. Isso foi uma das coisas que mais me agradou.
Eu amei, amei mesmo. Diálogos críveis e naturais, personagens instigantes e um “vilão” que está longe de ser genérico. Ele não mata simplesmente por matar, há uma motivação forte por trás, e eu acabei sentindo empatia por isso. Foi difícil não acabar torcendo por ele no final (o que é curioso, porque no começo ele nem parecia alguém interessante, mas rapidamente roubou a cena).
Gosto da montagem, da maquiagem, da ambientação, da trilha sonora, gosto de tudo. Só não dei nota máxima por um ou outro exagero que aparece no caminho, mas nada que realmente tire o brilho da história.
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