This review may contain spoilers
Quando a força tem preço de nota fiscal
Cashero traz uma lufada de ar fresco para o gênero de super-heróis ao misturar poderes extraordinários com a realidade nua e crua da classe trabalhadora. O protagonista Sang-ung não luta contra alienígenas, ele luta contra a inflação e o esvaziamento da própria carteira.
O que eu achei:
O ponto alto é, sem dúvida, o conceito. Ver um herói hesitar em usar seu poder porque isso significa perder o dinheiro do aluguel é algo muito "gente como a gente". A série brilha ao mostrar que, para o pobre, até fazer o bem é um custo que dói no bolso.
Embora o roteiro às vezes corra um pouco e alguns vilões fiquem pelo caminho, a atuação compensa. O visual é dinâmico e os heróis secundários (como a que usa telecinese com lanches!) trazem um humor muito bem-vindo.
Veredito:
Não chega a ser um Moving em termos de profundidade emocional, mas é um drama super divertido, visualmente bonito e com uma vilania bem executada pelo Lee Chae Min. É aquela maratona rápida (8 episódios) que te faz rir e pensar: "No fim das contas, quem é que paga a conta do heroísmo?".
O que eu achei:
O ponto alto é, sem dúvida, o conceito. Ver um herói hesitar em usar seu poder porque isso significa perder o dinheiro do aluguel é algo muito "gente como a gente". A série brilha ao mostrar que, para o pobre, até fazer o bem é um custo que dói no bolso.
Embora o roteiro às vezes corra um pouco e alguns vilões fiquem pelo caminho, a atuação compensa. O visual é dinâmico e os heróis secundários (como a que usa telecinese com lanches!) trazem um humor muito bem-vindo.
Veredito:
Não chega a ser um Moving em termos de profundidade emocional, mas é um drama super divertido, visualmente bonito e com uma vilania bem executada pelo Lee Chae Min. É aquela maratona rápida (8 episódios) que te faz rir e pensar: "No fim das contas, quem é que paga a conta do heroísmo?".
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