This review may contain spoilers
The boring man.
✨ Resenha sincerona da Lari 🦊: The Nice Guy – The Good Man
Gente… pensa num enredo de respeito: terceira geração de gângster, herança mafiosa correndo no sangue, reencontro com o primeiro amor… parecia a receita perfeita pro doramão da vida. E ainda mais quando anunciaram que o papel do gângster seria do meu raposão Lee Dong Wook. A gente já imagina: charuto, terno alinhado, olhar de predador e aquele charme criminoso. Só que… não foi bem isso.
O que entregaram? Um gângster que tinha mais cara de professor aposentado de literatura do que de mafioso. 😂 O homem parecia com preguiça vitalícia, franzindo os olhos como se estivesse brigando com a claridade o tempo todo. Toda cena ele tava com cara de quem esqueceu o óculos escuro no carro e ficou brigando com a claridade. Em vez de “chefão do crime”, parecia mais “vizinho ranzinza que reclama do barulho do cachorro”.
E a mocinha? Ai, que SONSA. Uma personagem que conseguiu conquistar dois gângsteres rivais usando o poder… da cafonice. Roupas de jeca, diálogos sem sal e aquele carisma de pão dormido. Não tinha sal, açúcar, café ou nem mesmo adoçante. Sério, até os personagens secundários tinham plots mais interessantes do que esse triângulo central.
Resumo da ópera: só valeu pela oportunidade de ver o raposão em HD, porque de resto… foi sofrível. O final ainda conseguiu ser pior: totalmente anticlimático.
📌 Nota final da Lari: 8,0 (porque não vou deixar o raposão rodar no boletim, né?).
👀 Veria de novo? Só pra reclamar em detalhes.
📢 Indicaria? Nem pro meu pior inimigo.
👉 Conclusão: o dorama foi “The Good Man”, mas poderia se chamar “The Boring Man”.
Gente… pensa num enredo de respeito: terceira geração de gângster, herança mafiosa correndo no sangue, reencontro com o primeiro amor… parecia a receita perfeita pro doramão da vida. E ainda mais quando anunciaram que o papel do gângster seria do meu raposão Lee Dong Wook. A gente já imagina: charuto, terno alinhado, olhar de predador e aquele charme criminoso. Só que… não foi bem isso.
O que entregaram? Um gângster que tinha mais cara de professor aposentado de literatura do que de mafioso. 😂 O homem parecia com preguiça vitalícia, franzindo os olhos como se estivesse brigando com a claridade o tempo todo. Toda cena ele tava com cara de quem esqueceu o óculos escuro no carro e ficou brigando com a claridade. Em vez de “chefão do crime”, parecia mais “vizinho ranzinza que reclama do barulho do cachorro”.
E a mocinha? Ai, que SONSA. Uma personagem que conseguiu conquistar dois gângsteres rivais usando o poder… da cafonice. Roupas de jeca, diálogos sem sal e aquele carisma de pão dormido. Não tinha sal, açúcar, café ou nem mesmo adoçante. Sério, até os personagens secundários tinham plots mais interessantes do que esse triângulo central.
Resumo da ópera: só valeu pela oportunidade de ver o raposão em HD, porque de resto… foi sofrível. O final ainda conseguiu ser pior: totalmente anticlimático.
📌 Nota final da Lari: 8,0 (porque não vou deixar o raposão rodar no boletim, né?).
👀 Veria de novo? Só pra reclamar em detalhes.
📢 Indicaria? Nem pro meu pior inimigo.
👉 Conclusão: o dorama foi “The Good Man”, mas poderia se chamar “The Boring Man”.
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