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Amor que enfrenta barreiras
Resenha sincerona da Lari: Nossa GeraçãoPrepare-se pra embarcar numa história que cresce junto com você.
A trama acompanha a infância, adolescência e vida adulta de dois personagens que se amam com o tipo de amor que o tempo não apaga — só separa, machuca e depois reencontra.
👧🏻A protagonista é uma menina cheia de luz, criada no interior da China, cercada por amigos.
Eis que aparece o novo aluno da escola: Jiang Qiao Xi: Todo de preto, calado, gênio da matemática e com uma aura de dor que nem Freud explica.
Eles se apaixonam ainda crianças, mas a felicidade dura pouco porque… adivinhem: a mãe dele é uma vilã de novela das oito. Fria, controladora e profissional em destruir afetos, ela faz de tudo pra afastar os dois. E consegue. Ele vai embora. A gente chora.
⏳ Anos depois, reencontro.
Sim, o amor ainda está lá — meio envergonhado, meio calejado, mas vivo. Só que como todo bom dorama, nada é fácil. Eles vivem uma eterna dança entre “eu te amo, não me esquece, vem, volta e vai embora novamente”, se amam, se perdem, se procuram… e a gente torcendo e pensamento: uma boa conversa resolveria tudo… (será?!?)
⚠️ A leveza da protagonista é o que dá respiro nessa montanha-russa. Mesmo com tanta dor, ela segue como uma brisa de primavera — e transforma cada cena em algo bonito, mesmo quando o coração tá doendo. É impossível não se apegar.
📌 O roteiro tem um quê de Amor Oculto, mas só lembra, viu? A profundidade emocional é outra. Aqui o foco é o crescimento, o tempo, as perdas e os reencontros. É doce e melancólico ao mesmo tempo — aquele tipo de história que aperta o peito e acaricia depois.
Sim, dá uma raivinha do prota às vezes (eu faria tudo diferente!), mas se a gente vê tudo pelo ponto de vista dele, até entende. Trauma, senso de responsabilidade, pressão dos pais, síndrome de salvador… é complicado. Mas nada que o amor não supere ❤️
📊 Nota da Lari: 9,0 – porque o roteiro é lindo, mas faltou mais beijo, mas cenas de o porquê que esse amor vale tanto a pena!
🔁 Veria de novo? Sim!
📣 Indicaria? Com certeza! Especialmente pra quem ama romances.
🧮 Se fosse uma equação:
Dor + infância + reencontros + mãe controladora – beijo = aquele dorama que gruda no coração e fica morando de favor.
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Sobre o início o fim e o "recomeço"
✨ Resenha sincerona & dramática da Lari: Our Movie — Nosso Filme 🎬❤️🩹Com uma premissa bem “ó o lenço aí!”, seguimos um diretor frustrado que resolve regravar o clássico do seu falecido pai que foi um talentoso diretor— um filme sobre uma paciente em estágio terminal. E é aí que entra nossa protagonista: uma atriz desconhecida… mas com uma doença terminal de verdade. 💔 O destino, sempre com seu humor agridoce, coloca os dois juntos no set e na vida. Eles correm contra o tempo pra terminar o filme, e correm contra o tempo pra viver essa história de amor antes que seja tarde demais. ⏳🎥
O dorama é lindo e profundo: fala de sonhos, de viver apesar da dor, da coragem de enfrentar a própria finitude. 🥲 Poético. Só que… faltou um pouco de calor, né? Eu esperei mais cenas do casal, mais beijo, mais carinho… alguma faísca além dos olhares sofridos. E ele? Lindo, mas sempre com aquela cara cizuda e as mãos enfiadas no bolso (sério, alguém arranca as mãos dele de lá por favor? 🫠). O elenco coadjuvante também é digno de aplausos. 👏
O final? Já esperado, mas eu queria que me fizesse chorar — não escorreu sequer uma lágrima comportada. 🫠
⭐️ Nota: 8/10.
🔁 Veria de novo? Não, obrigada, vou colocar no “bolso”.
📣 Indicaria? Talvez, mas já aviso: não espere fogos de artifício, é um melodrama com um coração bonito…mas pra mim, infelizmente, esquecível.
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S-line S de SOCORRO
Resenha sincerona da Lari: S Line 🔴Imagina descobrir que teu marido tava pegando a vizinha… porque tua filha desenhou um fio vermelho ligando os dois num rabisco de escola? Pois é, foi assim que começou o caos. 😳✏️
Nossa protagonista é uma adolescente de cabelo desgrenhado que vê linhas vermelhas flutuando na cabeça de quem já fez rala e rola… tchaca tchaca na butchaca…vuco vuco… vocês entenderam!!!
Um dom, uma maldição, e uma tragédia familiar mais dramática que final de dorama com amnésia. 😮💨
Ela cresce reclusa, traumatizada (não penteia do cabelo) e anti-social até que… começam assassinatos misteriosos. E quem entra em cena? LEE SOO HYUK, o detetive com cara de vilão sexy, tiozão gostoso e “pai-solo” da sobrinha adolescente.🕵️♂️🔥
Ele encontra um óculos que também revela as tais linhas — e quase cai duro ao ver que tá mais conectado que Wi-Fi de shopping. Gente, é tanto fio vermelho que dava pra acender a cidade inteira. ⚡️⚡️⚡️
A premissa é tudo. Sexy sem ser vulgar. Um mistério meio sobrenatural, meio cômico, com altas possibilidades… pelo menos… na minha cabeça fértil 😈
MAS AÍ VEM O FINAL…
Sonho? Delírio coletivo? Multiverso da loucura? Ninguém entendeu. Nem os roteiristas, provavelmente. 😵💫
Ficou confuso, jogado, e com mais ponta solta que dorama que foi cortado no meio. E o pior: nenhuma cena do transante transando. Nem uma regatinha suada. Um desperdício de Lee Soo Hyuk. 🤡
📌 Nota: 7,0 – Só porque o conceito é criativo e o detetive é um colírio.
📌 Veria de novo? Só se uma linha vermelha me levasse direto pro raposão. 🦊
📌 Indicaria? Só pra quem me deve um favor ou que eu não goste da pessoa.
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Ele é prisioneiro da beleza, mas ele pode me prender!
🏹 *Resenha Sincerona da Lari Felsky* 🦊 – “O Prisioneiro da Beleza”✨Ahhh! Os doramas chineses…sempre surpreendendo com aquele toque de Romeu e Julieta do China in Box!!
_Imagine que sua família foi inteira assassinada. Avô? Morto. Pai? Morto. Irmão? Também. Tudo pelo clã rival._
_14 anos depois, como resolver esse trauma sangrento?_
💍 *Casando com a neta do assassino, é claro!*
Pois é amiga, esse dorama já começa no caos. E a gente ama um caos com roupa de época. 👘🩸
A paz entre os clãs vem com esse casamento estratégico entre dois completos inimigos. Só que, claro, logo no comecinho, o avô genocida dela morre e… TOMA LUTO! Um ano. UM ANO sem consumar o casamento. Uma verdadeira orgia de tensão reprimida, onde um olhar valia mais que mil toques. E eu ali, já teria pulado no colo dele no minuto 3. 🥵
Mas não, os dois seguram a tensão emocional com honra. E cada episódio é uma montanha-russa de joguinhos emocionais, ciúmes silenciosos, olhares que gritam, e tensão de derreter a muralha da China.
👑 Ele: um lorde atormentado é a personificação do perigo charmoso. Governa, luta, ama com o olhar… um poema de homem… digno de altar e cama.
🧠 Ela: uma estrategista afiadíssima, esperta, destemida. Conseguia o que queria com um sorriso leve no rosto. Um ícone feminista de época.
O elenco de apoio? MARAVILHOSO.
• Os generais dele? Os 4 Patetas versão dinastia.
• As damas dela? Brilhantes.
• A prima? Ranço profundo… fiquei com um ódio dela… mas depois ela pulou pra morte e levou o ranço junto e fiquei com remorço.
• O marido da prima? Ogro bonito, presença nula.
• O primo mulherengo? Desperdiçado, podia ter rendido treta boa de crises de ciúmes épicas.
E o beijo? O BEIJO! 💋
Veio no episódio 29. E não foi beijo, foi redenção histórica da abstinência acumulada. O roteirista segurou, mas entregou. E quando entregou… AAAAHHH! Me senti recompensada. A vida vale a pena… Já a China vale a galinha inteira.
Claro, teve umas falhas de roteiro, uns atalhos esquisitos… mas quem liga? Eu tava ocupada demais AMANDO. E surtando. E desejando esse casal como se fosse minha única chance de ver romance na vida.
🎭 Menção honrosa?
O ator. O homem. O colírio. O talento. Quero assistir tudo com ele. E se ele tossir num drama histórico, eu vou aplaudir. Me julguem.
🌶️ Nota da Lari: 10/10 com gosto de batalha vencida e beijo suado.
🔁 Veria de novo? Já tô reassistindo nas minhas alucinações.
📣 Indicaria? Com gritos, emojis e ameaça emocional.
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Gostinho amargo de decepção
🍽️ *Resenha Sincerona da Lari Felsky* 🦊 – “Gostinho de Amor” (ou seria Gostinho de Decepção?)_A receita parecia promissora: um herdeiro metido a espertinho, especialista em roubar receitas alheias, entra num restaurante pequeno mas de qualidade e dá de cara com uma chef durona, teimosa e talentosa. Ingredientes perfeitos pra uma comédia romântica de lamber os beiços, né?_🧂👨🍳✨
Mas não, Brasil. Foi só o cheirinho mesmo. O gosto? Bem… cadê?
🍵 O roteiro prometia fogo na frigideira, mas entregou água morna em chaleira elétrica desligada.
🥢 O romance? Era pra ser um ramyeon picante, mas serviram chá de boldo. O mocinho vira cadelinha em 2 episódios e depois… estagna. Nada esquenta. 🍲 Achei que veria química na cozinha, colheradas de tensão romântica, farinha voando, risadinhas ao cair do tomate… mas o máximo que teve foi a chef cortando legumes e o mocinho olhando. Nada ferve. Nem um empurrãozinho na cozinha, um “joga a farinha e pega no colo”. O máximo que rolou foi uns beijinhos mixurucas.😒
👩🍳 A chef, criada por monges (SIM, monges!), é teimosa, arrogante, estupida e grossa. Resiliência e humildade passaram longe daquele mosteiro. Era cada patada que até o Buda se ofenderia.
👬 O drama familiar entre irmãos? Apagado. O triângulo amoroso que brota do nada o nosso porta voz e leva pro Japão? Aleatório. O Japão em si? Subaproveitado. Esperava sushi, recebi biscoito de polvilho.
🏠 E olha que eles chegam a morar lado a lado numa pousada, pensei “AGORA VAI!”… e também teve aquela “famosa viagem de equipe…” que pensei “AGORA VAI 2” e foi: meu ódio crescendo em progressão geométrica. A convivência virou passeio turístico de velhinhos cansados, sem emoção, sem tensão, sem nada. 🛌💤
🎭 Mas Lari, nada Salvou? Salvou… Kang Ha Neul, sempre ele. Atuação de milhões com material de centavos. Até lendo bula de remédio emociona. E a dupla secundária que entregou química (shippei… me julguem!), carisma e tudo que o principal esqueceu no forno.
🎁 Menção “honrosa” pra participação do Park Ji Hoon: tão desconfortável no papel que parecia que entrou no set errado. A única coisa que ele temperou foi minha vontade de sair da sala.
📈 Nota da Lari: dou 8 porque sou cadelinha de ator bonito, e aqui pelo menos teve colírio pros olhos. Mas faltou o principal: o tempero. 🌶️
👀 Veria de novo? Nem se viesse com cupom do iFood.
📣 Indicaria? Talvez… pro roteirista. Pra ele ver a 💩 que ele fez.
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Good boy...
✨ Resenha sincerona da Lari: Good Boy ✨Começa com uma ideia tão absurda que a gente engole sem mastigar: uma equipe de policiais formada só por ex-medalhistas olímpicos. Pois é, minha gente. E, claro, cada um carregando um passado mais dolorido que derrota em final por um ponto.
Nosso protagonista Bogum, coitado, já nasceu em dorama: infância triste, cheio de dívidas, mas coração maior que a Olimpíada inteira. A mocinha, ex-atiradora olímpica, vive fugindo da mãe interesseira que queria só explorar a fama dela.
Agora… pausa dramática pro esgrimista chaebol interpretado pelo Lee Sang Yi. Ele tá em seu MELHOR SHAPE, meus amigos. Um verdadeiro esgrimista do meu coração — rico, gostoso e cheio de vontade de botar bandido atrás das grades.
Os outros dois esportistas da equipe são mais família que arroz e feijão juntos, e todos eles se unem pra peitar o crime organizado e correr atrás do vilão (um baita vilão, diga-se). O roteiro gira nesse vai e vem de porrada: tapa, soco, chute, facada, olho roxo… um verdadeiro tiro, porrada e bomba.
Teve mortes ousadas? Teve! Final previsível? Também. Mas eu? Gostei sim, obrigada. As atuações seguraram bem o espetáculo — Bogum foi impecável — embora o plot, depois de um tempo, rodasse num ciclo repetitivo de caçar vilão.
Sofri? Ô se sofri. Sorri? Muito! O policial veterano me fez rir alto várias vezes. Bogum sem camisa? Infelizmente, não. Mas tivemos ele e o Sang Yi de regata (amém 🙏) e, numa cena mostrando as pernas do Bogum, eu soltei um uau sem culpa nenhuma.
⭐ Nota: 9
👀 Veria de novo? Provavelmente não.
🤝 Indicaria? Mas é claro!
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Segunda chance no amor
Resenha sincerona da Lari 🦊 | Segunda Chance no Amor (Second Shot at Love)⭐ Nota: 9/10
Essa história gira em torno da Geum Ju, uma engenheira mecânica que, dias antes do casamento, termina tudo e afunda na bebida — literalmente. E não é exagero: o vício se torna parte do enredo. Já o nosso protagonista (e meu crush eterno), um médico sensível e de olhar triste, volta pra cidadezinha natal e reencontra seu antigo amor da juventude — sim, a própria Geum Ju. Eles têm aquele passado cheio de memórias entre doses e risadas, mas agora ele está mudado, mais frio, e virou até palestrante sobre os perigos do álcool.
O reencontro deles é aquele clichê delicioso com pitadas de dor real: porque quem já teve alguém com dependência na família sabe como é delicado tocar nesse assunto — e o dorama consegue fazer isso de forma respeitosa, sem pesar, mas também sem fingir que é simples.
💘 O casal principal é de derreter o coração — e eu sou totalmente puxa-saco dele, que já me conquistou em outro drama (não vou nem disfarçar). Quando ele sofre, eu sofro junto. Quando ele chora… amiga, já tô com lenço na mão!
💋 E a cena de amor deles? Sensível, linda, cheia de sutilezas… pena que a Coreia tem a mania de cortar quando começa a esquentar! 😤
✨ Menção honrosa pro casal secundário que entrega tudo! Mãe solo de gêmeos se apaixona pelo irmão mais novo da melhor amiga (que já era caidinho por ela há anos). É clichê? É. Mas é aquele clichê que dá vontade de morar dentro.
Os poucos beijos foram maravilhosos. Poderia ter mais? Poderia… pra mim beijos são sempre bem vindos 😅
👉 Indicaria? Sim, especialmente pra quem quer uma história leve, doce e com toques de realidade.
👉 Veria de novo? Com esse lindo no elenco, SEMPRE.
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Resenha sincerona e bem humorada com Spoilers!
✨ *Resenha SINCERONA da Lari* ✨*Dorama: Buried Hearts* ou _Corações enterrados_
🎭💔💸🧠
A premissa? INCRÍVEL! Nosso prota, gatíssimo, órfão, sofrido, injustiçado, venceu na vida, teve um grande amor… e levou uma rasteira daquelas.
Foi traído, perdeu a memória, tentaram matar ele, recuperou a memória e o que sobrou?
Caos e vingança. E das boas.
🕶🔥💼
Com a inteligência de um CEO de k-drama, ele rouba 2 bilhões de wons de um fundo político ilegal e acende um jogo de poder tão sujo que nem sabão em pó da OMO daria conta.
💣🧨💸
Minha opinião?
Obra-prima. Mesmo com final “polêmico”, a série entrega.
Park Hyung-sik brilhou. Saiu do time dos bonzinhos e mergulhou num papel frio, calculista e MARAVILHOSO.
🎭🏆 Consagrado. O OSCAR do lamen deveria ser dado a ele.
Agora… os personagens que me tiraram do sério:
*A noiva FALSIANE:*
Simplesmente a encarnação da cara de paisagem.
Era monga, fingida e ainda dizem que teve a capacidade de alavancar uma subsidiária da empresa com aquela cara de “não sei o que está acontecendo”…
COMO, BRASIL??? Que? Me poupe, se poupe, NOS POUPE!
E pra piorar, só sabia repetir o nome do prota em cada frase: “Dongjuiá (ela falava assim no meu ouvido). Um looping eterno de ranço.
🎨 No final ainda desenhou eles velejando juntos… EU, HEIN!
Se tiver segunda temporada, espero que o barco AFUNDE com ela)!!!
*O vilão:*
Um psicopata refinado, acostumado a vinhos caríssimos e pratos coreanos tradicionais…
Mas acabou comendo só sanduba do BOB’s por um ano, trancado.
🍔 E mais: fazia origami com nota de 100 dólares!
E quer saber? Sofreu foi pouco.
Devia era tomar banho de canequinha, igual a gente no perrengue quando falta água.
🚿💸✂️
*O vô (dono da Daesan):*
Gente… ele era um Oompa Loompa anaozinho daquele filme “A fábrica de chocolates do Johnny Depp.
Tampinha, cabeça de chefe, mas visão de toupeira.
Nada via, nem o que estava EM CIMA do nariz.
(Embaixo não dava, porque ele era muito baixinho mesmo.)
🧓🍬
No fim? Gagá, inútil e símbolo de tudo que deu errado.
*Filha mais velha* (a traidora do século):
Manda matar o marido, casa com o amigo dele, tem um filho (fofinho até demais) e decide que ele vai herdar a empresa.
Esqueceu de perguntar se o menino queria, né?
Resultado: perdeu tudo.
Marido, filho e sanidade.
MAS O CABELO DE ABAJUR?
Intacto.
👩🏻💡
*O neto:*
Um anjo. Um virgem. Um neném.
Um fofo de zero defeitos…
Tão anjo que voou no final.
(jogado da cobertura da mandão, no caso… mas voou, né?)
👼🪂
Plot perfeito pra uma segunda temporada para que o prota venha com sangue nos olhos vingar a morte do irmão.
*O filho bastardo do vô:*
(Logo vi… será a ninguém lembrou que ele era maldoso no dorama “Study group”?!?)
Tava indo bem… até virar um FALSIANE!
Era bonzinho… era um padeiro… mas… comeu do pão dele, comeu o pão que o diabo amassou.
👿🍞
Matou o sobrinho à toa. Frio, calculista e zero coração.
Tão bonito pra tanta maldade, viu… sem contar a mãe dele… aff
*O pai do prota:*
Um baita antagonista, mas um cachorrinho de coleira na mão do vilão.
Não teve a redenção que merecia, mas também… já era tarde demais, deve estar fazendo barra no INFERNO ou com o ACQUAMAN.
🌊⚖️
✨ *MENÇÕES HONROSAS* ✨
* A empregada fofoqueira: alívio cômico… adorei
* A esposa do vilão:
Com o marido sumido… torrou o dinheiro que tinha da forma que quis… (antes que o prota gastasse com o resto) e abriu uma creche de crianças.
🍼💸
(E vamos falar a real: ainda bem que não teve filhos com ele.
UM CRAMULHÃO DAQUELE NÃO PODE SE REPRODUZIR.
NÃO. PODE.)
* O empregado gato do vilão: Achava tão lindo… e ele se fazia de sério fazendo biquinho… que lindo! E tá rico! Ganhou a rescisão trabalhista sem pagar aviso prévio e nem vai precisar de INSS pq já ganhou um bom valor de aposentadoria (ganhou tb meu coração).
*Conclusão:*
Final foi na minha opinião SATISFATÓRIO — o prota não ficou com a lambisgóia, ficou RICO, e tem tudo pra voltar na segunda temporada com sede de vingança e muito o que se vingar ainda.
👔💵🩸
Nota: 9/10
Porque me fez rir, sofrer, xingar e torcer.
E isso, meus amigos, é dorama de respeito.
E vocês?
Vão enterrar o coração junto com o prota ou assistir tudo de novo mesmo sabendo que vai doer?
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Amor e batatas… resenha sincera!
*Dorama Finalizado — Resenha Sincerona da Larissa*Título: ❤️ *Amor e Batatas*🥔
Vamos lá…
Começa com a premissa promissora: a protagonista trabalha numa empresa de batatas em crise, que é incorporada por uma gigante da capital. E quem vem salvar a roça? O CEO da cidade grande, claro. Como o cenário é um interiorzão, adivinha onde ele vai morar? Na pousada vizinha à casa dela.
Ou seja: *comédia romântica de escritório + vizinhos de porta*= tudo que eu AMO MUITO!
Mas aí… o tombo.
Romance entre os protagonistas? *Mal e porcamente*.
Briguinhas no escritório? Ok.
Climão em casa? Tinha!
Mas na hora do pega, do clique, da entrega… o roteirista me foge!
Sério, não sei se o roteirista era virgem, mas toda santa cena com potencial de fogo… pah! desvia!
E olha que o roterista sempre deixava o plot na cara do gol: eram os dois sozinhos… era na chuva… bebados… era num hotel…uma cabana na beira do mar que enfiaram uma criança aleatoria… *Aish*
Teve prensada na parede nível fanfic, e eu aqui do outro lado da tela gritando *”É AGORAAAA”…* e o quê? Beijo na testa.
*TENHA SANTA PACIÊNCIA!*
*Sobre os outros personagens:*
• O plot do irmão dela com a melhor amiga? Amei! A atriz é super versátil, engraçada e deu um respiro bom na trama, sem contar o irmão apaixonado pela amiga desde a infância? Que delícia de casal! Fofura pura.
* Já a galera da empresa de batata…
Aleatórios.
Avulsos.
Zero carisma.
*Eu NÃO poderia me importar menos.*
As cenas pareciam enfiadas só pra preencher tempo.
* O ex-noivo com a esposa?
Tinha tudo pra render! Achei que teria um arco de reconciliação, de amor vencendo o tempo e as mágoas… mas ficou no “nada acontece, uma “batata sem sal”.
* E a vila da cidadezinha? Tanta gente com potencial pra atrapalhar o mocinho, fazer feira de cidade rural… criar conflito bom… ignorados!
E o final?
MiB total.
*CENA FINAL AO ESTILO HOMENS DE PRETO*, com direito a terninhos e cara de “missão secreta”?
E ele, todo certinho, CEO metódico, do nada vira o pai do Chris com TRÊS empregos?!
É pra rir ou pra chorar?
Mas calma…
Nem tudo foi desastre:
• Aprendi sobre o cultivo da batata.
• Descobri a batata Maroo (vou atrás no hortifruti).
• A protagonista é linda, carismática, vibrante!
• O ator do CEO tem sim uma veia cômica ótima — mesmo que eu tenha sentido vergonha alheia com a dancinha dele lavando o carro e, principalmente, com a cena esquisita junto do colega das forças especiais (química forçada nível água com gás).
*Nota final: 8/10*
*Não odiei…* mas não indico.
É um *”tá visto”,* daqueles que você termina mais pelo orgulho do que pelo enredo.
Um tiquinho melhor que “Pergunte às Estrelas” (e olha que o sarrafo tava baixo…).
*E vocês? Também ficaram esperando o beijo e ganharam um tapinha nas costas do roteiro?*
Me contem.
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A primeira noite com o duque. Por mim, seriam INÚMERAS.
✨ Resenha sincerona da Lari: A Primeira Noite com o Duque ✨Só pelo nome já fiquei com aquele sorrisinho maroto… 👀 Porque, convenhamos, Coreia, vocês entregaram TUDO no título. Aqui a gente acompanha a mocinha leitora assídua da novel do “duque tirano” e… puf! Ela acorda dentro da história. Só que o destino pregou uma peça: a personagem dela era só coadjuvante, mas o duque só teve olhos pra ela. E por quê? Porque depois de uns bons goles de “coquetel” 🍷 ela foi lá, ficou bebaça e… passou a noite com ele. E o moço, um virgem obcecado, caiu de amores no chá que ela serviu. ☕️😂
A trama é divertidíssima, com um toque triste quando a gente descobre o passado do duque (deu vontade de dar um abraço nele, confesso 🥹). Os vilões? Meh… apareceram só pra dizer que apareceram, nada memorável. Mas quer saber? Nem fez falta. Só o casal principal já segura o dorama todinho. Aliás… quem segura mesmo é o DUQUE. 💪🔥 Porque, olha, quando ele apareceu sem camisa eu levantei da cama e aplaudi. 👏👏 E que corpo, senhoras e senhores… de se ajoelhar e agradecer aos roteiristas por não economizarem nessa cena.
Ok Taecyeon entregou um protagonista obsessivo (no melhor sentido) e ao mesmo tempo um fofo apaixonado — e ainda por cima com um físico em dia. 🫠 E, ahhh… menção honrosa à cena dele trançando o cabelo das criancinhas… 🥰 derreti.
Nota: 9/10 ⭐️ Só não levo pro altar porque a criada dela ficou sozinha e eu jurava que ela ia terminar com o erudito.
Veria de novo? 🤔 Só pelas cenas do Taecyeon sem camisa, confesso.
Indicaria? Claro, pra desopilar, rir e suspirar um pouquinho. 💕
📖 Resumo: leve, engraçado, com um duque maravilhoso que faz valer cada minutinho. 🦊
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Sangue, suor e Wi Ha Joon (vestido, infelizmente)
🎭 Crítica da Lari – Round 6 (3ª temporada): Sangue, suor e Wi Ha Joon (vestido, infelizmente)A nova temporada já chega no caos, com o “levante” do 456 indo direto do “vamos fazer história e desmantelar essa máfia” pro “voltamos com o rabo entre as pernas, o cu na mão, e a raivinha pelo coitado do 388”. O prota simplesmente esqueceu que a culpa de tudo não era do 388, mas sim da organização por trás do jogo. Só que o 456 entra numa espiral de culpa, um looping existencial, que só consegue olhar pro próprio umbigo… e senão tá perseguindo o 388, tá algemado na fossa.
Achei de péssimo gosto a cena da velhinha implorando pro povo desistir do jogo e ele, ali, inerte, porque “a culpa foi minha”. Ah vá… ouvir Ana Carolina no repeat.
O 1º jogo é um labirinto de chaves, tensão e gente pamonha. Sério, como é que tem tanta gente burra junta? A essa altura do campeonato, eu já estaria vestindo o colete vermelho, toda ensanguentada, fingindo que iria matar alguém. Aliás, esse jogo do “um lado tem que matar o outro” me pareceu… preguiçoso. Estratégia? Já o corda até teve seu valor… mas aquele final de um empurrar o outro? Nada mais criativo?
E o nascimento do bebê? Muito tocante… mas tinham mesmo que matar a personagem trans? Que desperdício de narrativa igual da velhinha e do filho.
Sobre o 333, ele não me surpreendeu em nada. O caráter dele já tinha sido mostrado na temporada anterior — quis que a menina abortasse e sumiu. Não duvido que ele jogasse a criança no precipício.
E aquele jantar? Achei podre. Botaram todo mundo de smoking, sujo, suado, ensanguentado, mas cadê a emoção? Cadê o prato envenenado, a morte chocante, o caos visual?
Ah, o Wi Ha Joon… olha. Um hino de homem. Mas completamente mal aproveitado.Nem confrontou o irmão, nem salvou ninguém, nem apareceu sem camisa. Um desserviço à humanidade. Se era pra usar ele só como decoração de cena, que fosse com abdômen à mostra. A Coreia nos deve. 3 temporadas e ele à deriva.
O plot da desertora com o jogador fugitivo? Começou cheio de mistério, depois os dois apareceram num parque de diversões… e de repente ela já tava indo pra China. Se é pra esperar isso da 4ª temporada, tá fraco. Aquela atriz não ajuda. Não abre a boca (piada interna).
A criança? Vai ter traumas até 2090. Vai gastar o prêmio todo em psicólogo, floral de Bach, reiki e constelação familiar.
E o final? Cate Blanchett (com rosto de cinema, mas pescoço implorando por skin care coreano) aparece num crossover confuso. Tudo indica que a próxima temporada vai pros EUA. Agora é que vira a Disneylândia do massacre. E o Wi Ha Joon tentando achar uma base secreta no meio da fila do brinquedo da Frozen. Boa sorte, Wi. Vai com Deus e com o GPS.
📉 Nota da Lari: 7,5 (Wi Ha Joon ficou vestidíssimo fez a série perder mtos pontos).
📺 Veria de novo? Anión!
📢 Indicaria? Só pra quem precisa de contexto
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Renascer da juventude
Resenha sincerona da Lari: Renascer da Juventude 🌸Mais uma daquelas histórias que a Coreia ama empacotar: uma órfã fofa e sofrida (porque se não for órfã, nem é protagonista, né?) que vende suas composições por trocados. Do outro lado, temos um idol milionário que vê a vida ruir depois de um escândalo alcoólico — perde tudo: grana, fama, dignidade e o gel no cabelo. E pra completar o trio de protagonistas o oppa apaixonado pela prota desde a infância (só q ela não percebe) que é obrigado a cursar medicina pra fazer a vontade do pai, mas que na verdade queria ser músico.
Os 3 estão na mesma faculdade e decidem montar uma bandinha indie de garagem com mais duas figuras: a prima da órfã que não sabe tocar nada, mas serve pro alívio cômico, um chaebol disfarçado (que eu juro que parece o Rowoon depois da gripe, é sério), estes dois… subaproveitados na trama pois renderiam um BAITA de um casal secundário.
No meio das músicas,solos de guitarra dramáticos e muita confusão, o dorama dá aquela cutucada básica nos bastidores nada glamorosos da indústria do entretenimento — mostrando como a ascensão de um idol pode ser meteórica e a queda, ainda mais rápida. Ah, e claro, ainda tem um mistério sobre a morte da mãe da órfã pra dar aquele temperinho.
É um roteiro bobinho? Sim. Fofo? Demais. No estilo “crushology” que poderia ter rendido cenas bem melhores, mas ficou morninho.
🌟 Destaques:
• Os vilões, impecáveis, dois atores de peso, com aquele ranço que a gente ama odiar.
• O segundo protagonista: lindo, perfeito, injustiçado e, como sempre, chupando dedo e no fim ainda teve que ficar de vela, com cara de gol contra.
📊 Nota: 7,5/10 — morno, mas agradável como chá de camomila.
🎬 Veria de novo? Não.
💌 Indicaria? Sim, pra quem quer um dorama levinho, conforto, sem sustos.
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Minhas percepções
⸻Resenha sincerona da Lari 🦊
🎬 Dorama: Perfume de uma Mulher | Scent of a Woman (2011)
Sabe aquele dorama que tenta ser profundo, mas escorrega no melodrama? Então. A história gira em torno da nossa protagonista, uma funcionária apagada de uma agência de viagens, que vive no piloto automático: economizando centavinhos, aguentando chefe tóxico e levando uma vida sem brilho. Até que… plot twist dramático: ela descobre que tem um câncer terminal – o mesmo que matou seu pai – e recebe o fatídico diagnóstico de que tem apenas alguns meses de vida.
Cansada de só sobreviver, ela decide viver: pede demissão, dá um chega pra lá no patrão abusivo e parte para realizar uma lista de desejos que inclui viagens, aventuras e, claro, romance. É em uma dessas viagens que ela conhece o nosso galã – o filho do dono da empresa onde ela trabalhava. Obviamente, a química acontece. O problema? Ele já está prometido pra uma ricaça filha de chaebol (claro né, 2011, o pacote básico do roteiro).
Desde o início, a gente já sabe quem vai ganhar o coração dele, então nem se cria expectativa com a noiva decorativa. A atuação do Lee Dong Wook aqui… é bem robótica, vou ser sincera. Ele tá lindo, novinho, sem camisa em várias cenas (obrigada, produção 💦), mas falta calor humano no olhar. E a protagonista, apesar da premissa trágica, muitas vezes soa mais como mártir do que inspiradora. A voz mansa dela me deu sono em várias cenas.
Ponto alto? As cenas de tango. Sexy, elegantes, com tensão no olhar e um toque de erotismo contido que dava pra ter rendido muito mais. A subtrama da amiga dela com câncer e o médico tinha potencial, mas o roteiro deu pouco tempo de tela pra eles e ficou tudo meio largado.
O dorama fecha sem furos graves, mas também sem brilho. É o tipo de história que você assiste, entende a proposta, mas não sente vontade de rever. Não me emocionou como poderia. Diria que é “bom”, mas não indicaria espontaneamente – só se a pessoa já vier comentando sobre.
Nota: 8,0 — única e exclusivamente pelos cenas de banho do Raposão… aliás por ele estar presente no dorama.🛁🐺
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Um sonho dentro de um sonho… ou um pesadelo bem vestido
Depois de me deliciar com Prisioneiros da Beleza, entrei cheia de expectativas nesse dorama que prometia a mesma dose de intriga, romance e um vilão de respeito. A premissa é maravilhosa: uma atriz fica presa no roteiro que deveria interpretar. Como ela já sabe de cor os eventos e os personagens, tenta burlar a história e escapar do destino de heroína sofredora. Brilhante, né? Pois é… só que ela esqueceu que num roteiro vivo, os personagens também têm livre arbítrio. E eles usam.Agora, pausa dramática pra exaltar o protagonista masculino: MARAVILHOSO. ZERO defeitos. 100% digno do amor dela… e do meu também, obrigada. De máscara ou sem máscara, esse homem é um poema bordado à mão. Já o vilão… misericórdia. Um mingau frio, só servia pra ser substituído mesmo.
Mas aí começa o nosso sofrimento: a protagonista demora tanto pra notar que o prota é “bom” e apaixonado por ela, que eu quase atravessei a tela com um processo por negligência emocional. O prota leva surra, apanha com chibatada em nome do pai dela (20, pra ser exata), leva mais 60 por conta dos amigos e… nada de ela ajudar a cuidar dele... passar uma pomada naquelas costas nua... nada de um peitoral à mostra... nada de um banho pra limpar o sangue. NADA. ZERO. NIENTE. Um desserviço à sociedade dorameira.
O roteiro traz muitas contradições, pontas soltas e pra piorar, a própria mocinha chamava o prota de vilão, sendo que quem realmente tramava um assassinato era ela — e justamente o dele!
O casal secundário foi fofo, mas nada marcante.
Menção honrosa ao figurinista. O protagonista estava maravilhoso, com aqueles panos bordados, a escolha das cores contrastando a pele pálida dele, mas...dava pra economizar um pouco no pano e nos dar uma cena dele descamisado? Por essa falha, roteirista, você já perdeu um ponto comigo.
Resumindo: a história tinha potencial, sim. Mas deixou pontas soltas, perdeu chances incríveis e enrolou demais na evolução dos personagens. Nota final: 8. Veria de novo? Não. Indicaria? Também não.
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