This review may contain spoilers
Fofo, mas denso.
Resenha sincerona da Lari: Minha Juventude (My Youth)
Aqui a gente acompanha a vida de um ex-ator mirim que conheceu o auge cedo demais — e pagou um preço alto por isso. Quando criança, ele era uma estrela. Daquelas que brilham forte… até que os adultos ao redor apagam a luz. Um golpe na agência gera uma dívida monstruosa, a mãe, consumida pela culpa, tira a própria vida, e o pai simplesmente desaparece. Drama raiz, daqueles que já chegam com cicatriz.
Fiel ao próprio caráter, o protagonista abandona o estrelato e passa a trabalhar desde muito jovem para pagar uma dívida que nem era dele. Anos depois, o pai reaparece — não com pedidos de desculpa, claro — mas largando em seus braços a filha da nova esposa. E ele, como quem já perdeu demais, cria a menina como filha.
O tempo passa, e encontramos nosso ex-astro vivendo de forma simples, dono de uma floricultura (sim, flores 🌷), tentando manter a paz que conquistou a duras penas. Até que o passado bate à porta: querem fazer um documentário sobre seu antigo sucesso… e é aí que surge também um amor que ficou parado no tempo. Dez anos depois, sentimentos mal resolvidos, memórias sensíveis e feridas que ainda doem.
Tem doença terminal, conflitos familiares com pai e madrasta, silêncios pesados — mas também tem romance delicado, afeto contido e aquele tom agridoce que conforta enquanto aperta o coração. Soo Jong Gi está lindo e absurdamente fofo como florista, e o romance é daquele tipo cute cute, que não grita, mas toca.
A história central levanta uma pergunta incômoda e bonita ao mesmo tempo:
👉 se você ama alguém, aceitaria amar sabendo que vai perder? Ver alguém definhar?
Apesar de a trama flertar com a densidade, há bons momentos de alívio cômico. E, confesso: pra quem ama Vincenzo, é um prazer quase terapêutico vê-lo atuando nessa “baixa guarda”, mais humano, mais contido.
Eu amei — mas não idolatrarei. É aquele amor maduro, sem surtos.
Nota: 9.
Veria de novo? Talvez.
Indicaria? Com certeza. 🌿
Aqui a gente acompanha a vida de um ex-ator mirim que conheceu o auge cedo demais — e pagou um preço alto por isso. Quando criança, ele era uma estrela. Daquelas que brilham forte… até que os adultos ao redor apagam a luz. Um golpe na agência gera uma dívida monstruosa, a mãe, consumida pela culpa, tira a própria vida, e o pai simplesmente desaparece. Drama raiz, daqueles que já chegam com cicatriz.
Fiel ao próprio caráter, o protagonista abandona o estrelato e passa a trabalhar desde muito jovem para pagar uma dívida que nem era dele. Anos depois, o pai reaparece — não com pedidos de desculpa, claro — mas largando em seus braços a filha da nova esposa. E ele, como quem já perdeu demais, cria a menina como filha.
O tempo passa, e encontramos nosso ex-astro vivendo de forma simples, dono de uma floricultura (sim, flores 🌷), tentando manter a paz que conquistou a duras penas. Até que o passado bate à porta: querem fazer um documentário sobre seu antigo sucesso… e é aí que surge também um amor que ficou parado no tempo. Dez anos depois, sentimentos mal resolvidos, memórias sensíveis e feridas que ainda doem.
Tem doença terminal, conflitos familiares com pai e madrasta, silêncios pesados — mas também tem romance delicado, afeto contido e aquele tom agridoce que conforta enquanto aperta o coração. Soo Jong Gi está lindo e absurdamente fofo como florista, e o romance é daquele tipo cute cute, que não grita, mas toca.
A história central levanta uma pergunta incômoda e bonita ao mesmo tempo:
👉 se você ama alguém, aceitaria amar sabendo que vai perder? Ver alguém definhar?
Apesar de a trama flertar com a densidade, há bons momentos de alívio cômico. E, confesso: pra quem ama Vincenzo, é um prazer quase terapêutico vê-lo atuando nessa “baixa guarda”, mais humano, mais contido.
Eu amei — mas não idolatrarei. É aquele amor maduro, sem surtos.
Nota: 9.
Veria de novo? Talvez.
Indicaria? Com certeza. 🌿
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