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Há amores que não aceitam o fim
Interminable termina como começa, transbordando amor e também dor. Um amor lindo, puro e intenso, cercado por preconceitos, diferenças sociais, inveja, mentiras e perdas profundas.
Um amor que nasce desprotegido, em um tempo que não os acolheu, e que ainda assim escolheu persistir. Entre eles, o sentimento sempre foi maior. Verdadeiro, quente, determinado. Um amor disposto a lutar, a resistir e até a transpor os limites da própria vida. Não por idealização, mas porque alguns encontros não aceitam o fim como resposta e aguardam, com paciência e dor, a grandeza da Vida, o fim que anseiam e desejam viver.
Ao redor deles, pessoas cruéis e egoístas, incapazes de amar sem possuir. Pessoas que, assim como eles, também carregam seus sentimentos para outras vidas, mas sentimentos impuros, marcados por rancor, controle e inveja. Enquanto uns renascem para amar, outros buscam reparação. E há ainda aqueles que retornam apenas para repetir a dor que causaram.
Interminable não fala apenas de amor eterno, mas também das amizades que cultivamos além da vida. Fala sobre o que escolhemos levar conosco quando o tempo passa e nos convida a refletir sobre a própria existência. Sobre como o amor verdadeiro transforma, mas também pode ser desafiador, enquanto o ódio aprisiona quem o mantém. Sobre a dor da despedida, o peso das escolhas e a alegria do reencontro. Sobre como algumas almas se reconhecem, não importa quantas vezes a morte tente separá-las. E talvez seja isso que mais dói e, ao mesmo tempo, conforta: entender que o amor deles não foi em vão. Ele atravessou vidas porque era real.
Um amor que nasce desprotegido, em um tempo que não os acolheu, e que ainda assim escolheu persistir. Entre eles, o sentimento sempre foi maior. Verdadeiro, quente, determinado. Um amor disposto a lutar, a resistir e até a transpor os limites da própria vida. Não por idealização, mas porque alguns encontros não aceitam o fim como resposta e aguardam, com paciência e dor, a grandeza da Vida, o fim que anseiam e desejam viver.
Ao redor deles, pessoas cruéis e egoístas, incapazes de amar sem possuir. Pessoas que, assim como eles, também carregam seus sentimentos para outras vidas, mas sentimentos impuros, marcados por rancor, controle e inveja. Enquanto uns renascem para amar, outros buscam reparação. E há ainda aqueles que retornam apenas para repetir a dor que causaram.
Interminable não fala apenas de amor eterno, mas também das amizades que cultivamos além da vida. Fala sobre o que escolhemos levar conosco quando o tempo passa e nos convida a refletir sobre a própria existência. Sobre como o amor verdadeiro transforma, mas também pode ser desafiador, enquanto o ódio aprisiona quem o mantém. Sobre a dor da despedida, o peso das escolhas e a alegria do reencontro. Sobre como algumas almas se reconhecem, não importa quantas vezes a morte tente separá-las. E talvez seja isso que mais dói e, ao mesmo tempo, conforta: entender que o amor deles não foi em vão. Ele atravessou vidas porque era real.
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