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Essa adaptação, para mim, foi muito mais densa nos sentimentos, incertezas, medos e toda a conversa silenciosa que cada um dos personagens tinha em relação a tudo que sentiam do que a versão coreana, que foi para o lado mais sensual para protagonizar a narrativa.
A apresentação de tudo que era sentido pelos personagens aqui foi expressado por suas narrativas iniciais e finais de cada episódio de uma maneira mais melancólica e poética. E foi possível nos conectar com essas emoções, seja porque no presente podemos sentir alguma delas ou no passado e até no futuro.
O sexto e sétimo episódios foram muito marcantes pra mim. O sétimo mais, pela história da Saki e da Manami.
Já a história da Chiaki, apesar de ser extremamente dolorosa, eu senti um egoísmo muito forte dela, já que em sua narrativa, ela mesmo entende que privou o Ren de sua liberdade, ao perceber que o amigo estava gostando da Miu, insistiu para que ele fingisse ser seu namorado uma última vez. Não digo isso nem porque o Ren e a Miu eram os protagonistas e o foco naquele momento, mas por ter tomado essa decisão para satisfazer uma idealização dela.
Já o final, sinceramente, não gostei da escultura da Miu, acho que a escultura inicial dela com as asas era muito mais profunda, mas o para sempre, poderia ter sido representado de uma forma mais profunda.
A apresentação de tudo que era sentido pelos personagens aqui foi expressado por suas narrativas iniciais e finais de cada episódio de uma maneira mais melancólica e poética. E foi possível nos conectar com essas emoções, seja porque no presente podemos sentir alguma delas ou no passado e até no futuro.
O sexto e sétimo episódios foram muito marcantes pra mim. O sétimo mais, pela história da Saki e da Manami.
Já a história da Chiaki, apesar de ser extremamente dolorosa, eu senti um egoísmo muito forte dela, já que em sua narrativa, ela mesmo entende que privou o Ren de sua liberdade, ao perceber que o amigo estava gostando da Miu, insistiu para que ele fingisse ser seu namorado uma última vez. Não digo isso nem porque o Ren e a Miu eram os protagonistas e o foco naquele momento, mas por ter tomado essa decisão para satisfazer uma idealização dela.
Já o final, sinceramente, não gostei da escultura da Miu, acho que a escultura inicial dela com as asas era muito mais profunda, mas o para sempre, poderia ter sido representado de uma forma mais profunda.
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