This review may contain spoilers
Dói, se descobrir dói... mas vale a pena.
Eu não sou cristã, e como eu disse na resenha do primeiro episódio, já que, acredito que tenha sido um dos únicos dramas que fui resenhando episódio por episódio, porque todo o decorrer foi muito emotivo, eu estava muito ansiosa para ver este BL tailandês pela premissa religiosa.
Eu gostei muito de que tenha sido ambientado em 1996, quando o cristianismo era latente, além de haver muita homofobia e toda o preconceito com pessoas que só queriam amar livremente e serem elas mesmas.
Acredito que os roteiristas acertaram em cheio ao focar toda a trajetória apenas no conflito religioso e casal principal, sem acrescentar casais secundários desnecessários e outros clichês. Porém, este mesmo roteiro, amarrou a cena inicial do primeiro episódio aos 30 últimos minutos do sexto episódio, para gerar aquela tensão e dúvida sobre o que o Tan decidiria sobre a sua vida e isso me incomodou, mas explicarei logo mais..
A atuação do Fourth foi incrível, os primeiros episódios me faltaram ar, os conflitos do seu personagem eram realistas, sua dor era palpável e todo o seu desespero era extremamente coerente. Ele, que perdeu todos logo cedo, se apegou a religião como uma moeda de troca para encontrar seus pais no céu. Já o Gemini, atuando como o rebelde incompreendido Barth, descrente de tudo e provocador, só queria amar e ser amado, independente do que os outros fossem pensar. Sua bagagem emocional em forma de dor foi, apenas no quinto para o sexto episódio, de fato mostrada, o que é uma pena, porque o arco tinha potencial.
Porém, como já citei acima, a partir do quinto episódio, apesar de ser extremamente conflitante e realista, a atuação me pareceu falha em duas cenas que precisavam ser potencializadas, a da confissão e a do jardim. E não gostei de terem segurado o suspense sobre o que o Tan decidiria até os últimos 30 ou 20 minutos.
Apesar disso, a premissa foi inovadora, admiro muito a coragem de terem produzido e lançado este drama, e sinceramente gostei muito do alerta inicial, onde a produção dizia que eram cenas que mexiam com os corações das pessoas e que não pretendiam ofender nenhuma crença, religião ou nada, porque é isso, amar é além de tudo, amar é a base da vida e não deveria ser vista como errada.
Eu gostei muito de que tenha sido ambientado em 1996, quando o cristianismo era latente, além de haver muita homofobia e toda o preconceito com pessoas que só queriam amar livremente e serem elas mesmas.
Acredito que os roteiristas acertaram em cheio ao focar toda a trajetória apenas no conflito religioso e casal principal, sem acrescentar casais secundários desnecessários e outros clichês. Porém, este mesmo roteiro, amarrou a cena inicial do primeiro episódio aos 30 últimos minutos do sexto episódio, para gerar aquela tensão e dúvida sobre o que o Tan decidiria sobre a sua vida e isso me incomodou, mas explicarei logo mais..
A atuação do Fourth foi incrível, os primeiros episódios me faltaram ar, os conflitos do seu personagem eram realistas, sua dor era palpável e todo o seu desespero era extremamente coerente. Ele, que perdeu todos logo cedo, se apegou a religião como uma moeda de troca para encontrar seus pais no céu. Já o Gemini, atuando como o rebelde incompreendido Barth, descrente de tudo e provocador, só queria amar e ser amado, independente do que os outros fossem pensar. Sua bagagem emocional em forma de dor foi, apenas no quinto para o sexto episódio, de fato mostrada, o que é uma pena, porque o arco tinha potencial.
Porém, como já citei acima, a partir do quinto episódio, apesar de ser extremamente conflitante e realista, a atuação me pareceu falha em duas cenas que precisavam ser potencializadas, a da confissão e a do jardim. E não gostei de terem segurado o suspense sobre o que o Tan decidiria até os últimos 30 ou 20 minutos.
Apesar disso, a premissa foi inovadora, admiro muito a coragem de terem produzido e lançado este drama, e sinceramente gostei muito do alerta inicial, onde a produção dizia que eram cenas que mexiam com os corações das pessoas e que não pretendiam ofender nenhuma crença, religião ou nada, porque é isso, amar é além de tudo, amar é a base da vida e não deveria ser vista como errada.
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