Eu particularmente amo drama colegial e como amo, não consigo achar defeitos, porque eu sei que tem uma pegada mais leve. Não é aquele romance acelerado, né? A gente sabe que conta ali o espaço, o tempo do colegial, então é tudo muito inocente, muito puro, muito gostoso de assistir.
E o romance ali demora um pouco a acontecer, mas eu acho que o legal desses dramas colegiais é que eles fazem a gente se apaixonar junto, porque a gente sente a inocência do casal, sente eles se apaixonando e consegue captar todo o romance ali. Só não tem o beijo, né? Porque, querendo ou não, eles se cuidam, se importam, têm ciúme, mas não têm a relação em si firmada em nenhum beijo ou contatos físicos mas sabemos que a China também respeita essa questão de que colégio não é época pra relacionamento.
Mas eu acho que esse é o diferencial dos romances modernos para os romances colegiais, porque eles têm essa pegada mais inocente, do drama mais lento, da construção. Lógico que sempre tem aquela coisa do passado com o presente, mas é uma coisa que eu gosto, e eu acho que é um drama conforto. Aqueles dramas que a gente assiste que não têm muita coisa mirabolante, ou brigas extremas, ou pessoas complicadas.
O que eu gostei desse drama é que a amizade foi se conectando. Não foi aquela coisa tipo: começaram a conversar do nada. Foi uma coisa que tinha que acontecer, e eles foram se juntando, foram se defendendo. E mesmo ali tendo pessoas cujos sentimentos não batiam, no final a gente vê que todos eles construíram uma amizade muito, muito, MUITO importante. (Era meu sonho ter grupo de amigos assim, juro!)
E eu quero fazer um adendo. Pode até ser um pouco de spoiler (me perdoem, só que preciso falar) mas lá pro finalzinho tem a hora que um dos protas vira médico e está cuidando de uma paciente, e eu acho que o drama traz um pouco dessa perspectiva durante todo o tempo, baseado na vida daquela menina.
Que é o fato de que estava todo mundo sonhando tão grande, as expectativas de vida eram tão enormes que eles não conseguiam viver o dia após dia. A gente vê que era cobrança, não de todos, mas a gente vê que todos eles tinham a cobrança dos pais, cobrança de si mesmos. Eles tinham uma necessidade de alcançar coisas inimagináveis e reconhecimento.
Enquanto aquela menina que estava no hospital, para ela, o simples já bastava. Para ela, sentar num banco e olhar pro mar, era uma coisa que já era confortável. E aí ele fez uma pergunta que mexeu comigo. Ele pergunta assim: “Quando você se curar e sair daqui, o que você pretende fazer?”
E aí ela responde que pretende abrir uma lojinha no mercado noturno. E fala de outros sonhos que ela quer, mas que não são coisas surpreendentes, ou que vão levar ao sucesso, ou que ela vai ganhar muito dinheiro, ou que vai ganhar reconhecimento, mas que ela vai estar fazendo algo que ela goste.
E eu acho que o drama em si, durante esses 28 episódios, quis passar essa mensagem de que, às vezes, você só precisa estar com pessoas que querem construir coisas boas e que estarão com você, te apoiando, para você ser quem você quer ser. Te apoiando!
E eu acho que é isso, sabe? Tipo, eu vejo que naquela menina eles botaram um ponto de reflexão, de falar assim: vale a pena você se matar pra querer ganhar sucesso, pra você ser reconhecido, quando o simples da vida está em você fazer aquilo que te faz feliz? E eu acho que isso é o legal do drama.
Sem falar na trilha sonora. Gente, eu fiquei apaixonada na trilha sonora!!!! Tem um toquezinho que toca nesse que me lembra muito o cdrama Quando Voo em Sua Direção, e eu gosto muito dessa vibe.
Eu acho que essa vibe colegial, que eles crescem, que eles se apaixonam, que eles vivem uma vida, pra mim, é tudo. Então, eu, particularmente, amei esse drama.
E o romance ali demora um pouco a acontecer, mas eu acho que o legal desses dramas colegiais é que eles fazem a gente se apaixonar junto, porque a gente sente a inocência do casal, sente eles se apaixonando e consegue captar todo o romance ali. Só não tem o beijo, né? Porque, querendo ou não, eles se cuidam, se importam, têm ciúme, mas não têm a relação em si firmada em nenhum beijo ou contatos físicos mas sabemos que a China também respeita essa questão de que colégio não é época pra relacionamento.
Mas eu acho que esse é o diferencial dos romances modernos para os romances colegiais, porque eles têm essa pegada mais inocente, do drama mais lento, da construção. Lógico que sempre tem aquela coisa do passado com o presente, mas é uma coisa que eu gosto, e eu acho que é um drama conforto. Aqueles dramas que a gente assiste que não têm muita coisa mirabolante, ou brigas extremas, ou pessoas complicadas.
O que eu gostei desse drama é que a amizade foi se conectando. Não foi aquela coisa tipo: começaram a conversar do nada. Foi uma coisa que tinha que acontecer, e eles foram se juntando, foram se defendendo. E mesmo ali tendo pessoas cujos sentimentos não batiam, no final a gente vê que todos eles construíram uma amizade muito, muito, MUITO importante. (Era meu sonho ter grupo de amigos assim, juro!)
E eu quero fazer um adendo. Pode até ser um pouco de spoiler (me perdoem, só que preciso falar) mas lá pro finalzinho tem a hora que um dos protas vira médico e está cuidando de uma paciente, e eu acho que o drama traz um pouco dessa perspectiva durante todo o tempo, baseado na vida daquela menina.
Que é o fato de que estava todo mundo sonhando tão grande, as expectativas de vida eram tão enormes que eles não conseguiam viver o dia após dia. A gente vê que era cobrança, não de todos, mas a gente vê que todos eles tinham a cobrança dos pais, cobrança de si mesmos. Eles tinham uma necessidade de alcançar coisas inimagináveis e reconhecimento.
Enquanto aquela menina que estava no hospital, para ela, o simples já bastava. Para ela, sentar num banco e olhar pro mar, era uma coisa que já era confortável. E aí ele fez uma pergunta que mexeu comigo. Ele pergunta assim: “Quando você se curar e sair daqui, o que você pretende fazer?”
E aí ela responde que pretende abrir uma lojinha no mercado noturno. E fala de outros sonhos que ela quer, mas que não são coisas surpreendentes, ou que vão levar ao sucesso, ou que ela vai ganhar muito dinheiro, ou que vai ganhar reconhecimento, mas que ela vai estar fazendo algo que ela goste.
E eu acho que o drama em si, durante esses 28 episódios, quis passar essa mensagem de que, às vezes, você só precisa estar com pessoas que querem construir coisas boas e que estarão com você, te apoiando, para você ser quem você quer ser. Te apoiando!
E eu acho que é isso, sabe? Tipo, eu vejo que naquela menina eles botaram um ponto de reflexão, de falar assim: vale a pena você se matar pra querer ganhar sucesso, pra você ser reconhecido, quando o simples da vida está em você fazer aquilo que te faz feliz? E eu acho que isso é o legal do drama.
Sem falar na trilha sonora. Gente, eu fiquei apaixonada na trilha sonora!!!! Tem um toquezinho que toca nesse que me lembra muito o cdrama Quando Voo em Sua Direção, e eu gosto muito dessa vibe.
Eu acho que essa vibe colegial, que eles crescem, que eles se apaixonam, que eles vivem uma vida, pra mim, é tudo. Então, eu, particularmente, amei esse drama.
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