Me deixou sem palavras. Eu terminei com lágrimas e com raiva de um sistema falho. Extremamente forte, perturbador e necessário, mas definitivamente não é para qualquer pessoa. Então, minha dica do coração é que se você é sensível a conteúdos envolvendo violência, abuso e crimes contra mulheres, assista com cuidado. Eu terminei sem conseguir definir exatamente o que senti e só sei que esse drama ficou na minha cabeça e no meu coração. É um drama extremamente pesado, sensível e doloroso, que mexe com emoções difíceis de explicar.
A prota é extremamente forte, mas também extremamente vulnerável. Ela sofre dentro de casa, sofre bullying na escola e o inglês pra ela era como refúgio, uma esperança, talvez? E, ao longo da história, somos confrontados com temas que infelizmente não pertencem apenas à ficção: mulheres vulneráveis sendo alvo de pessoas cruéis, famílias manipuladas pelo dinheiro, pessoas tentando controlar o sistema e crimes sendo abafados por quem tem poder.
O que mais me doeu foi perceber que existem tantas camadas nessa história, que não é apenas sobre os crimes, mas sobre empatia, justiça, manipulação, vulnerabilidade e até onde uma pessoa pode ser levada pelas circunstâncias. E mesmo sentindo toda a perturbação do Vicente e entendendo o quanto ele também foi manipulado, não dá para ignorar que o que ele fez continua sendo um crime. Acho que esse é o ponto do drama, não entrega sentimentos fáceis.
Chorei em vários episódios porque é impossível não pensar que situações assim ainda acontecem. A mensagem que ficou para mim é sobre pessoas que só querem viver e serem livres, mas acabam sendo impedidas por pessoas cruéis e por um sistema que muitas vezes falha em protegê-las. Uma mãe solo tentando não perder a guarda e mantendo seus princípios pra que a filha cresça com dignidade, um mendigo com um passado perturbado, uma adolescente sofrendo bullying e violência psicológica em casa. São tantas dores pra um sistema que da espaço pra quem tem poder, conhecimento, ganância e dinheiro.
É um drama que fala sobre dor, mas também sobre proteção, justiça e a importância de ter alguém ao seu lado, mesmo quando você não sabe que tem. De ter um norte quando tudo que você vê é a escuridão. Acredito que no fim, todos responderam por seus crimes e todos encontraram o fio de esperança, que no fim é o que nos move, o sentimento de pertencer, de ser visto, de ser amado.
A prota é extremamente forte, mas também extremamente vulnerável. Ela sofre dentro de casa, sofre bullying na escola e o inglês pra ela era como refúgio, uma esperança, talvez? E, ao longo da história, somos confrontados com temas que infelizmente não pertencem apenas à ficção: mulheres vulneráveis sendo alvo de pessoas cruéis, famílias manipuladas pelo dinheiro, pessoas tentando controlar o sistema e crimes sendo abafados por quem tem poder.
O que mais me doeu foi perceber que existem tantas camadas nessa história, que não é apenas sobre os crimes, mas sobre empatia, justiça, manipulação, vulnerabilidade e até onde uma pessoa pode ser levada pelas circunstâncias. E mesmo sentindo toda a perturbação do Vicente e entendendo o quanto ele também foi manipulado, não dá para ignorar que o que ele fez continua sendo um crime. Acho que esse é o ponto do drama, não entrega sentimentos fáceis.
Chorei em vários episódios porque é impossível não pensar que situações assim ainda acontecem. A mensagem que ficou para mim é sobre pessoas que só querem viver e serem livres, mas acabam sendo impedidas por pessoas cruéis e por um sistema que muitas vezes falha em protegê-las. Uma mãe solo tentando não perder a guarda e mantendo seus princípios pra que a filha cresça com dignidade, um mendigo com um passado perturbado, uma adolescente sofrendo bullying e violência psicológica em casa. São tantas dores pra um sistema que da espaço pra quem tem poder, conhecimento, ganância e dinheiro.
É um drama que fala sobre dor, mas também sobre proteção, justiça e a importância de ter alguém ao seu lado, mesmo quando você não sabe que tem. De ter um norte quando tudo que você vê é a escuridão. Acredito que no fim, todos responderam por seus crimes e todos encontraram o fio de esperança, que no fim é o que nos move, o sentimento de pertencer, de ser visto, de ser amado.
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