This review may contain spoilers
She Would Never Know
She Would Never Know não é um K-drama que eu posso dizer que amei. Ele começou interessante, mas fui perdendo a vontade de assistir aos poucos.
No geral, não é uma trama ruim, mas os protagonistas me desagradaram no início. A atriz já não tem muita expressão, e a personagem parecia um objeto sem vida. Era difícil desvendá-la, tanto que a única coisa que eu sabia sobre ela era que focava no trabalho o suficiente para manter uma distância de Hyun-seung, o protagonista, e aparentemente tinha uma autoestima baixa. Em um momento da história, abordam-se laços familiares e traumas passados dela, o que começa até a justificar seu comportamento e a personalidade, moldada pela relação com a mãe, que sempre foi sufocante. Acho que eu precisava de mais sensibilidade para compreender que ela era só uma mulher sem grandes emoções que vivia a vida trabalhando e que tentava se priorizar, o que no fim é bonito. Mas não consegui criar tanta conexão. Hyun-seung também me irritou no começo, pois forçou a barra demais, era impaciente com o processo de superação da traição que Song-a sofreu. Uma coisa que acho bonita no drama é o desenvolvimento lento da relação entre eles, mas se dependesse só dele, seria rápido demais. Ele parecia não entender que relações são construídas devagar. Acho que no fundo, o casal nunca teve química para mim, e o desenrolar da história acabou se tornando lento. Quando finalizei, senti até um pequeno alívio. Quem sabe numa próxima vez eu me conecte melhor...
No geral, não é uma trama ruim, mas os protagonistas me desagradaram no início. A atriz já não tem muita expressão, e a personagem parecia um objeto sem vida. Era difícil desvendá-la, tanto que a única coisa que eu sabia sobre ela era que focava no trabalho o suficiente para manter uma distância de Hyun-seung, o protagonista, e aparentemente tinha uma autoestima baixa. Em um momento da história, abordam-se laços familiares e traumas passados dela, o que começa até a justificar seu comportamento e a personalidade, moldada pela relação com a mãe, que sempre foi sufocante. Acho que eu precisava de mais sensibilidade para compreender que ela era só uma mulher sem grandes emoções que vivia a vida trabalhando e que tentava se priorizar, o que no fim é bonito. Mas não consegui criar tanta conexão. Hyun-seung também me irritou no começo, pois forçou a barra demais, era impaciente com o processo de superação da traição que Song-a sofreu. Uma coisa que acho bonita no drama é o desenvolvimento lento da relação entre eles, mas se dependesse só dele, seria rápido demais. Ele parecia não entender que relações são construídas devagar. Acho que no fundo, o casal nunca teve química para mim, e o desenrolar da história acabou se tornando lento. Quando finalizei, senti até um pequeno alívio. Quem sabe numa próxima vez eu me conecte melhor...
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