Flourish Peony
Flourish Peony é um drama que me arrebatou por completo: sensível, poderoso e com personagens inesquecíveis. Virou o meu de época favorito!
Mudan, a protagonista, é uma das melhores personagens femininas que já vi. Ela começa a história vulnerável, mas vai ganhando força (mais do que já tem), voz e espaço à medida que enfrenta as dificuldades. Sua história é profundamente injusta e comovente, mas a forma como ela resiste e se reinventa é incrível.
Jiang, por sua vez, é aquele personagem masculino cheio de camadas: influente, sedutor, vive sorrindo e despreocupado com tudo… mas é muito mais profundo do que pensamos. Ele carrega angústias e segredos, tem uma bondade gigante dentro de si e cativa muito a cada episódio que passa. Gosto de como ele arranca risadas com suas expressões, suas falas espontâneas e seu jeito desconcertante. Mas o que mais gosto nele é que ele é o homem que deixa que Mudan floresça. Ele não é um herói salvador, sabe a hora de ajudar e a hora de dar espaço. Ele sabe que ela é inteligente, e astuta, e por isso ele a admira. O drama não se apressa em transformar a relação dos dois em algo romântico, mas trabalha muito bem a admiração mútua.
A crítica social é forte e importante: fala sobre casamento forçado, poder patriarcal e o silenciamento de mulheres. A mãe de Mudan é a raiz de sua força. Suas amigas são o abraço que a sustentou. Suas perdas a fortaleceram. As mulheres ao redor a acolhem e a inspiram.
Mudan, a protagonista, é uma das melhores personagens femininas que já vi. Ela começa a história vulnerável, mas vai ganhando força (mais do que já tem), voz e espaço à medida que enfrenta as dificuldades. Sua história é profundamente injusta e comovente, mas a forma como ela resiste e se reinventa é incrível.
Jiang, por sua vez, é aquele personagem masculino cheio de camadas: influente, sedutor, vive sorrindo e despreocupado com tudo… mas é muito mais profundo do que pensamos. Ele carrega angústias e segredos, tem uma bondade gigante dentro de si e cativa muito a cada episódio que passa. Gosto de como ele arranca risadas com suas expressões, suas falas espontâneas e seu jeito desconcertante. Mas o que mais gosto nele é que ele é o homem que deixa que Mudan floresça. Ele não é um herói salvador, sabe a hora de ajudar e a hora de dar espaço. Ele sabe que ela é inteligente, e astuta, e por isso ele a admira. O drama não se apressa em transformar a relação dos dois em algo romântico, mas trabalha muito bem a admiração mútua.
A crítica social é forte e importante: fala sobre casamento forçado, poder patriarcal e o silenciamento de mulheres. A mãe de Mudan é a raiz de sua força. Suas amigas são o abraço que a sustentou. Suas perdas a fortaleceram. As mulheres ao redor a acolhem e a inspiram.
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