This review may contain spoilers
Eight Hundred
Elight Hundred me deixou de coração partido. A história contada é trágica e dolorosa, mas humana e real. Mesmo não sendo tão fã de histórias policiais e criminais, fiquei muito envolvida pela construção da narrativa e pela tensão crescente das investigações e dos conflitos. O drama consegue facilmente transformar um caso criminal em uma tragédia familiar silenciosa, onde cada personagem carrega culpa e medo.
Chen Hui tem toda a minha empatia. Ele não era uma pessoa má, mas fez escolhas erradas e de alguma forma, inevitáveis. Senti vontade de abraçá-lo. Me pergunto se ao final, ele se arrependeu de tudo... me doeu ver que ele se sentiu aliviado quando tudo acabou. Imagino o peso que precisou carregar por anos. A atuação do Xu Kai foi um dos pontos altos para mim. Grande parte do sofrimento do protagonista é transmitido apenas pelo olhar e pelas expressões, o que tornou toda a experiência ainda mais intensa emocionalmente.
Minha única dificuldade foi a distância emocional que senti da protagonista feminina, a Songge. Entendi sua dor e sua culpa, mas gostaria que o roteiro tivesse aprofundado mais sua construção. Ao final, queria também que tivéssemos mais informações do que aconteceu com ela. De resto, eu achei a história e os personagens bem construídos: o pai era um policial extremamente competente e me solidarizei com a dualidade de sentimentos que ele precisou encarar, a mãe era a figura feminina que cuidava de tudo, uma pessoa bondosa e gentil, e os "vilões" foram bem construídos... o saldo: chorei muito, mas saí satisfeita. Só não vou reassistir pois é uma daquelas histórias de uma vez só.
Chen Hui tem toda a minha empatia. Ele não era uma pessoa má, mas fez escolhas erradas e de alguma forma, inevitáveis. Senti vontade de abraçá-lo. Me pergunto se ao final, ele se arrependeu de tudo... me doeu ver que ele se sentiu aliviado quando tudo acabou. Imagino o peso que precisou carregar por anos. A atuação do Xu Kai foi um dos pontos altos para mim. Grande parte do sofrimento do protagonista é transmitido apenas pelo olhar e pelas expressões, o que tornou toda a experiência ainda mais intensa emocionalmente.
Minha única dificuldade foi a distância emocional que senti da protagonista feminina, a Songge. Entendi sua dor e sua culpa, mas gostaria que o roteiro tivesse aprofundado mais sua construção. Ao final, queria também que tivéssemos mais informações do que aconteceu com ela. De resto, eu achei a história e os personagens bem construídos: o pai era um policial extremamente competente e me solidarizei com a dualidade de sentimentos que ele precisou encarar, a mãe era a figura feminina que cuidava de tudo, uma pessoa bondosa e gentil, e os "vilões" foram bem construídos... o saldo: chorei muito, mas saí satisfeita. Só não vou reassistir pois é uma daquelas histórias de uma vez só.
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